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História: SoulCalibur é uma das franquias de luta mais famosas no mundo dos games, assim como Street Fighter, Tekken ou Mortal Kombat. O grande diferencial da série sempre esteve no constante uso de armas nos combates e na história do jogo. Isso mesmo, SoulCalibur possui um enredo que é contínuo e que está presente em praticamente todos os títulos. Os eventos sempre giram em torno da batalha entre duas espadas gigantes: a demoníaca SoulEdge, que traz maldade ao mundo, e a SoulCalibur — que só pode ser empunhada pelo guerreiro escolhido. Nessa mesma linha de acontecimentos, a Project Soul lançou SoulCalibur V para a sétima geração de consoles.
Logo de cara já é possível afirmar que esse novo título é muito superior aos outros games da série, mas será que vale a pena a aquisição? Vamos ao que interessa.
Aprovado
História aperfeiçoado
SoulCalibur V continua com a batalhas das espadas, porém com uma configuração nova e um enredo de verdade. No modo historia você assumirá o papel de Patroklos, o escolhido da espada “do bem”. Os capítulos são curtos e apresentam um pouquinho do enredo antes do personagem ser direcionado a uma luta.
No decorrer dos fatos, você descobre várias relações entre os personagens e fica por dentro do que aconteceu dessa vez que fez a SoulEdge retornar ao mundo para confrontar sua arqui rival. Esse modo é desvinculado do modo arcade, ou seja, em outra modalidade você poderá enfrentar seis guerreiros na sequência, sem ter que ficar lendo laudas de “blah blah blah” ou escolher caminhos.
Insieme per la Vittoria!
Um dos maiores atrativos e pontos principais de SoulCalibur V são os próprios personagens. Como esse game se passa “17 anos após” o anterior, há vários novos lutadores. Muitos deles, na realidade, são muito semelhantes a alguns antigos, principalmente no quesito jogabilidade, o que proporciona uma sensação de familiaridade com a novidade
O personagem mais ilustre convidado é Ezio, o astro de Assassin's Creed. O assassino italiano tem uma jogabilidade muito equilibrada, com golpes e ações semelhantes aos demais concorrentes. Nos games anteriores, os “convidados de honra” eram um tanto desequilibrados, tornando injusta a luta com os personagens normais.
Lapidando o visual
A Project Soul não economizou nos retoques, detalhes e acabamentos. SoulCalibur V é um dos mais belos games de luta já feitos até hoje, tanto pela definição dos lutadores, quanto pelos belos cenários. Estes, acabam por sofrer modificações no segundo round de algumas lutas, o que torna a paisagem mais bela ainda.
Porrada desmedida
A jogabilidade de Soul Calibur V melhorou muito em relação aos games originais. Claro que a desenvolvedora alterou a proposta de lutas tridimensionais para uma ação mais bidimensional — algo entre Mortal Kombat e Street Fighter IV. Por essa razão, o game conseguiu atingir níveis mais altos de combate mais frenéticos, com elementos que tornam as lutas mais rápidas.
Um dos principais atrativos do gameplay foi a volta do sistema de danos críticos (presente no antigo SoulEdge). Essa novidade consiste nos ataques normais, só que com um "boost" de poder. Para aplicá-los é necessário o uso de um quarto da barra de gauge.
Para aumentar o esbanjamento de energia, ainda há os golpes especiais. Estes são realizados fazendo o mesmo comando no controle para todos os lutadores e necessitam de uma barra inteira de gauge.
Faça-se o clone
Não há SoulCalibur sem modo de criação de personagens e o deste game é, sem dúvidas, o melhor que há em toda a série. A variedade de itens e possibilidades é enorme, e os gamers habilitar e desbloquear mais itens a medida que jogam as lutas rápidas. Esse modo de criação está diretamente relacionado ao próximo item:
Modo online
Sem menosprezar nenhum ponto positivo acima, a melhor parte de SoulCalibur é, definitivamente, a jogabilidade online. Nela você pode colocar seu próprio personagem contra outras pessoas ao redor do mundo ou mesmo assistir algumas lutas enquanto aguarda sua vez de jogar.
Plataforma: XBOX 360 Gênero: Ação e Aventura Jogabilidade: Ótimo Idade mínima recomendada: 12 anos Histórico: Viva na pela do primeiro membro dos Vingadores! Todo o experiente gamer sabe que nos tempos de hoje é complicado confiar em games baseados em filmes que estão para ser lançados. Mas se tem alguém que saber fazer bons jogos é a Marvel! Com isso ficamos na dúvida se esses games em época de filmes da Marvel são apenas mais uma forma de alavancar mais ingressos para a estréia do filme ou se esses também são uma super-produção, assim como suas contrapartes nos cinemas e completamente independentes do enredo dos filmes. Enfim! Vamos ao que interessa aqui! Em termos históricos dos quadrinhos, o Capitão America apareceu pela primeira vez em 1941, quando os Estado Unidos estavam no meio da 2ª Guerra Mundial. Esse super-herói clássico surgiu para lutar contra os nazistas, mas acabou sendo de vital importância contra tantos outros super-vilões das famosas revistas da Marvel Comics. Assim, a Next Level Games, em parceria com a SEGA, trazem esse ícone dos HQs para as telinhas dos games, visando fazer o retorno desse grande herói às suas raízes. Para nosso alívio, o game não é baseado na história do filme, o que já livre o mesmo da velha maldição que mencionei acima! Enquanto o filme lida com os detalhes iniciais da origem do Capitão, em Captain America: Super Soldier você verá o herói dominando e aceitando suas super-habilidades. O game será uma ação em terceira pessoa, e o mesmo arrancou muito elogios na última Comic-Con. Na demonstração em questão, foi possível ver o Capitão se infiltrando num castelo do infame Arnim Zole para cuidar de alguns bandidos. E é claro, posteriormente para deter o seu arqui-rival, o Caveira Vermelha! Nota: 9,0
Plataforma: XBOX 360 Gênero: Ação Jogabilidade: Ótimo Idade mínima recomendada: 18 anos História: Com uma atmosfera incrível, Metro 2033 concebe uma jornada sedutora. Fallout 3 e S.T.A.L.K.E.., são apenas alguns dos títulos desta geração que abrangem um mundo pós-apocalíptico. Para muitos, este tema já está se tornando tão popular quanto às infestações de zumbis, mas, mesmo assim, continuamos presenciando novos lançamentos que se encaixam nesta fórmula. Um dos mais recentes é Metro 2033, da 4A Games. À primeira vista, a impressão é que teríamos um game muito parecido com Fallout 3, no qual o jogador vive uma mistura de RPG com shooter em plena Washington D.C. destruída. Mas, o tempo foi passando e a desenvolvedora, pouco a pouco, liberou mais informações sobre o game. Logo, a idéia de “cópia de Fallout 3” foi por água abaixo. Mas, então, como é Metro 2033? Bem, mesmo diferente da obra-prima da Bethesda, o game ainda compartilha diversas semelhanças — o que é realmente bom, afinal de contas, estamos falando de um dos melhores games desta geração. Mas, Metro 2033 é muito mais shooter (FPS) que RPG. E, felizmente, como um shooter, o game se sai muito bem. Infelizmente, alguns problemas acabam impedindo que o game seja tão memorável quanto Fallout 3, especialmente na jogabilidade. Entretanto, algumas mecânicas interessantes, um ritmo bacana e, principalmente, a atmosfera fazem de Metro 2033 um título essencial para quem busca uma verdadeira aventura. Misturas e um bom livro Bem, é possível comparar, facilmente, a estrutura de Metro 2033 com BioShock. Primeiramente, trata-se de um FPS em que o objetivo não é simplesmente correr e atirar. O game conta com um pano de fundo bastante interessante, o qual foi extraído do romance russo de Dmitry Glukhovsky que leva o mesmo nome. Sendo assim, a trama é um dos pilares principais do título, o que é relativamente raro no gênero dos FPS. Além disso, a escassez de recursos e o uso de armas e equipamentos personalizados também relembram bastante o jogo da 2K. Fora isso, a já mencionada atmosfera, imponente em BioShock, é outro fator marcante de Metro 2033. Na realidade, BioShock não é o único título que parece ter servido como inspiração para a 4A Studios. Em Metro 2033, também temos uns toques parecem ter sido tirados quase que diretamente de F.E.A.R, como os momentos sobrenaturais. Mas, então Metro 2033 é apenas uma mistura de tudo isso? Não exatamente. A trama do game envolve a história de Artyom, um dos milhares de jovens que vivem sob Moscou. Após um desastre nuclear, a cidade foi devastada, e a população passou a viver refugiada nas estações de metrô que ligavam o local. A vida aqui não é nada fácil, pois a superfície foi dominada por mutantes e anomalias perigosas que podem acabar facilmente com a vida de um humano. Além disso, existem algumas atividades sobrenaturais que também contribuem para o medo nos trilhos e nas estações. Mas, ao contrário de muitos, Artyom viveu no mundo pré-guerra, mantendo muitas lembranças desta época. Com isso, o protagonista desenvolve uma relação peculiar com a superfície, e sua inconsciência busca resgatar os momentos felizes de sua vida, instigando-o a retornar para um local que não existe mais. Para reforçar a trama, o game consegue criar um clima realmente bacana. O jogador parece mesmo estar vivendo na pele de Artyom, graças a bela concepção de sociedade da 4A Studios. Nas estações de metrô, você encontrará várias pessoas conversando, andando, cantando e até limpando o chão. Ou seja, a vida é convincente. Além disso, o jogo trás várias estações de metrôs distintas, cada uma com seus grupos diferentes — até mesmo os nazistas estão no game. Existem também os grupos hostis, como bandidos e outros seres não muito receptíveis. Obviamente, o maior problema de Metro 2033 não são os humanos. Em sua jornada, Artyom encontrará diversas anomalias diferentes, principalmente na superfície gelada de Moscou. Felizmente, o instinto de sobrevivência nos metrôs acaba gerando um grande arsenal de fogo, com armas poderosas e outras nem tanto. Sendo assim, Artyom é obrigado a aprender a lidar com as armas — e você também. O título oferece diversos “brinquedinhos” diferentes, a maioria deles de fabricação pós-guerra. Ou seja, nada muito eficiente. Mas, durante a jornada você também encontrará armas da milícia pré-guerra, que acabam sendo muito valiosas e poderosas. Metro 2033 também apresenta dois tipos de munição: a normal, feita pelos moradores dos metros, e a pré-guerra. Esta segunda, além de ser mais efetiva que a convencional, também serve como grana para comprar novos equipamentos e armas. Ou seja, fica ao seu critério se Artyom irá ou não queimar dinheiro. Em suma, Metro 2033 é uma mistura de survival horror com FPS. A atmosfera, a escassez de recursos e o design das criaturas relembra bastante jogos como Silent Hill. Mas, também há o lado mais intenso, apresentado nos combates e em alguns eventos mais frenéticos do game. Infelizmente, a combinação não é perfeita. Sem dúvidas, Metro 2033 conta com uma boa premissa, mas a execução não é das melhores. Diversos problemas na jogabilidade e uma produção de baixo custo são apenas alguns dos problemas que assombram os trilhos deste metrô. Aprovado Do que nós gostamos Sugando você para dentro do jogo Mesmo não sendo propriamente um RPG, Metro 2033 consegue trazer vários elementos do gênero em uma estrutura curiosa. Um dos principais é a empatia com o protagonista do game, Artyom. Logo no começo do game, por exemplo, o jogador é apresentado a uma missão que envolve atravessar a superfície para chegar até uma determinada estação. Até aí, tudo bem. O problema é que esta missão é apresentada por um estranho. Imediatamente, a incerteza sobe à cabeça do gamer: será que devo me arriscar? Afinal, a imagem da superfície para o jogo não é nada atraente, mas não há como negar que existe certa curiosidade em saber como andam as coisas lá em cima. De qualquer maneira, você terá de aceitá-la — mas isso não significa que você não irá se arrepender. Ao iniciar essa jornada, Artyom revê a superfície pela primeira vez, o que acaba gerando flashbacks daquele mundo harmonioso que jamais retornará. Mas, além disso, Artyom também percebe que as chances de um retorno à vida sob os céus são mínimas. Criaturas horrendas e perigosas e um clima hostil são apenas algumas das contribuições para esta conclusão. Imediatamente, você pensa: eu não deveria estar aqui, quero voltar para a estação. A insegurança é imensa, pois a desenvolvedora conseguiu criar ruínas e uma atmosfera deprimente, bem parecida com a de Fallout 3, mas ainda mais ameaçadora. O clima fica mais tenso graças à necessidade de utilizar uma máscara de gás, indispensável para a sobrevivência de Artyom na superfície. A ausência da vida a qual estamos habituados é outro fator que incomoda o jogador — no bom sentido. Basicamente, você só ouvirá o vento, a sua respiração e os sons bizarros dos inimigos — além dos tiros, é claro. É inevitável não sentir a falta dos ruídos convencionais de uma cidade. Nos metrôs, a coisa também não é muito atraente. Viver embaixo da terra dificilmente é algo bom, e em Metro 2033 as coisas não são diferentes. As condições do ambiente não contribuem em nada para os grupos que vivem nestes locais. A obtenção de alimentos é difícil — porcos tem de ser criados dentro do próprio metrô — e o ar e a água também não são encontrados em suas condições ideais. Ou seja, nem mesmo o básico para sobreviver. Para reforçar o clima, a desenvolvedora conseguiu criar uma sociedade convincente. Você pode ouvir conversas de terceiros — algo que, com certeza, você fará —, observar as atividades alheias e até tocar ou ouvir canções em russo. Mesmo com as dificuldades, a vida ainda continua, e Metro 2033 mostra bem isso. Como se não bastasse tudo isto, o título ainda traz uma relação misteriosa com o sobrenatural. Além dos perigos conhecidos, há também ameaças conhecidas como Dark Ones, das quais pouco se sabe, mas muito se teme. Como você pode facilmente perceber, o pilar central de Metro 2033 é sua atmosfera. Sem dúvidas, ela é capaz de carregar o jogador por toda a jornada, passando por cima dos pequenos problemas que afetam o jogo em outros atributos. Palmas para a 4A Studios. Inovando por necessidade Bem, o gênero FPS já conta com centenas de títulos, não é mesmo? E, fugir do tradicional é uma missão que todos os desenvolvedores que anseiam lançar um título deste gênero precisam cumprir. Aqui, temos as bases de um FPS tradicional (atirar e correr), mas há outros elementos interessantes que destacam Metro 2033 entre os demais. Talvez o mais impactante resulte da já mencionada atmosfera do game. Em uma combinação de survival horror com shooter, Metro 2033 acaba originando equipamentos essenciais para a sobrevivência do jogador. Um deles, por exemplo, é a lanterna, que aqui é apresentada de modo muito interessante. Em vez de contar com uma simples lanterna à bateria, o que seria muito mais conveniente, Artyom utiliza uma lanterna a dínamo para iluminar seu caminho. Para produzir à corrente, o jogador tem de sacar o equipamento e pressionar várias vezes o botão de tiro para deixar a luz mais forte. Agora imagine fazer isto enquanto enfrenta diversos monstrengos no escuro. Este não é o único toque bacana do game. Para utilizar a bússola do game, o jogador tem de acionar um comando para que o protagonista verifique, fisicamente e em tempo real, os objetivos e o caminho certo. E se você estiver no escuro, basta acender o isqueiro — em forma de munição — que tudo está resolvido. Mas, obviamente, você também ficará vulnerável aos ataques. Estas pequenas adições, juntamente às armas personalizadas do game, sem dúvidas contribuem para a caracterização do game. Além de fugir do tradicional, Metro 2033 consegue fazer isso enquanto contextualiza com a trama. Ritmo bacana Do início ao fim do game, o jogador vive uma jornada de ritmo bacana. Vários eventos distintos ocorrem e Artyom tem de passar por situações intensas que, muitas vezes, requerem muita habilidade e estratégia para o jogador. Nesse meio tempo, o protagonista é apresentado à vários personagens diferentes, alguns com personalidades marcantes e outros que possivelmente serão esquecidos. Felizmente, não há qualquer momento em que o jogador deve coletar uma série de objetos diferentes ou embarcar em puzzles que quebram totalmente o ritmo do game. Sendo assim, o título traz uma fórmula que, mesmo linear, escolha muitas vezes contestada na atual geração, consegue ser homogênea e atraente até o final da jornada. Nota: 10,0
Plataforma: XBOX 360 Gênero: Luta Jogabilidade: Ótimo Idade mínima recomendada: 12 anos História: Pokémon, Yu-Gi-Oh! e... bocha? Os Bakugans invadem os video games para duelar. Pokémon e Yu-Gi-Oh! já tiveram os seus momentos de glória — apesar de ainda serem extremamente populares —, mas a bola da vez são os Bakugans. O anime produzido pela TMS Entertainment e Japan Vistec — sob os cuidados do diretor Mitsuo Hashimoto, que também assina os filmes animados de grandes séries como Dragon Ball, Dr. Slump, BeyBlade e Chobits entre outros — vem conquistando uma legião de fãs cada vez mais fervorosa. A história centrada nos embates de cinco criaturas místicas chamadas Bakugan e seus “adestradores” humanos, contou com 51 episódios em sua primeira edição e outros 52 devem compor a continuação da franquia (Bakugan: New Vestria), sendo que uma terceira parte já está em fase de pré-produção. Cientes do apelo da franquia e das possibilidades mercadológicas — a história envolve duelo de carta e monstros de bolso ($$$) — a Sega Toys e a Spin Máster desenvolveram uma versão de tabuleiro dos duelos representados no anime. Para os não iniciados no fantástico mundo de Bakugan, os duelos desenrolam-se da seguinte forma: cada jogador conta com três Bakugans (criaturas místicas que assumem o formato de esferas, bem parecidas com as Pokébolas), três Gate Cards e três cartas de atributo.Dois ou mais jogadores posicionam cartas “portais” (Gate Cards) no tabuleiro e devem arremessar seus Bakugans (em sua forma esférica) sobre o tabuleiro com o objetivo de os posicionarem sobre as cartas postadas na mesa. Uma vez sobre a Gate Card o Bakugan assume a sua forma de batalha (conjurando um monstro) e espera um novo turno para lutar contra outro monstro ou dominar a carta. Durante os combates as criaturas ainda podem utilizar-se de cartas de atributo, basicamente são bônus que aumentam a G-Power (força bruta) dos Bakugans, sendo que a criatura com o maior percentual de G-Power vence o embate. Essas são as regras básicas, mas o jogo possui verdadeiros compêndios explorando todas as nuances do código de jogo, bem como as melhores estratégias de combate e constituição de decks de partida. Além disso, a Sega Toys também lançou vários tabuleiros especiais e outros acessórios próprios para as partidas que por sinal contam com uma característica muito interessante: as cartas e as esferas Bakugan são magnéticas e quando a bolinha Bakugan passa por cima da carta ela ativa um mecanismo de molas que “abre” o seu mostro sobre o tabuleiro. Estava pronto o cenário para uma nova febre entre os ávidos consumidores japoneses. Em tempo, a febre Bakugan tomou conta do mundo inteiro, propagando-se mais rápido do que a Gripe Suína. Agora, a inusitada combinação de Pokémons, com os duelos de cartas de Yu-Gi-Oh! finalmente chegou aos consoles em um título que agrada em cheio aos fãs do gênero. Aprovado Do que nós gostamos Com a sua cara O jogo é ambientado no universo do anime, contando com todos os personagens da série — incluindo os protagonistas: Dan, Runo, Marucho, Julie, Shun, Alice e Joe entre outros —, porém você pode criar o seu próprio herói, personalizando alguns itens como boca, cabelo, olhos e roupas. Para os fãs Apesar de curta e pouco inspirada a trama é um prato cheio para os fãs do animê. Além de contar os rostos conhecidos a narrativa parece interligada com o universo da versão animada, fazendo referências constantes ao desenho animado. Mudou para melhorO sistema de jogo é um pouco diferente do que o apresentado no anime e na versão de tabuleiro. No entanto, as mudanças são para melhor e deixam a versão virtual de Bakugan muito mais dinâmica e interessante. Durante os duelos os jogadores podem interferir com as jogadas do seu adversário. Enquanto um arremessa o seu Bakugan o outro tenta tirá-lo do caminho. Além disso, quando dois monstros enfrentam-se sobre uma carta você também poderá aumentar o G-Power da sua criatura através de um mini game — na realidade são três tipos diferentes, que aparecem de forma aleatória. Outro ponto interessante é a utilização do SIXASIS (na versão do PlayStation 3), além de servir de “gatilho” na hora do arremesso do Bakugan, o console com sensor de movimento da Sony também é utilizado em um dos minigames de combate. Condizentes Os gráficos e a trilha sonora não são nenhum primor. Tecnicamente estão na média (ou um pouco abaixo do esperado), porém ambos os quesitos estão par com o ambiente do anime. O estilo gráfico característico (passando pela utilização do já tradicional filtro cel-shade) e as trilhas musicais — que apesar de repetitivas — parecem saídos diretamente da versão animada, garantindo maior fidelidade ao título. Conclusão Vale a pena? Bakugan parece funcionar muito melhor no tabuleiro real (especialmente por conta da engenhosidade dos criadores da Sega Toys) do que nos video games, mesmo assim o jogo ainda apresenta algumas qualidades. Sem sombra de dúvida trata-se de um título voltado para os fãs, no entanto ainda deve oferecer algum apelo aos jogadores que apreciam o gênero duelos de cartas de baralho, apesar de Bakugan não contar com o mesmo elemento estratégico que a série Yu-Gi-Oh!. Nota: 9,0
História: A Capcom comfirmou que a demo do Bionic Commando será lançada no Xbox Live nas próximas semanas. Centrando-se no modo multijogador de Bionic Commando, a demo apresentará "Vertigo", um dos 16 mapas do jogo, e permitirá que até 8 jogadores se confrontem num Deathmatch. Mas este não é um Deathmatch normal, pois o jogador terá de dominar um novo conjunto de movimentos e tácticas - mover-se pelo ar enquanto lança uma saraivada de chumbo quente; usar o arpéu para se içar para um lugar seguro antes que a granada de um inimigo expluda a seus pés; escarnecer de um inimigo que cai do topo de um arranha-céus depois de um pontapé certeiro no peito; e agarrar objectos e armas à distância antes dos comandos rivais.A versão integral do Bionic Commando contará com Solo/Team Deathmatch, Capture the Flag e ainda um atractivo modo de 1-jogador, e será lançado para a Xbox 360 e PlayStation 3 em todos os territórios PAL no mês de Maio.