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História: Um dos heróis mais populares está prestes a retornar aos games. Com a aproximação de um novo longa-metragem, Homem-Aranha volta a aparecer nos consoles em The Amazing Spider-Man, jogo que irá contar os acontecimentos que sucedem o novo filme.
É claro que, por se tratar de algo que se origina no cinema, os fãs ficaram com um pé atrás em relação à qualidade da produção, dadas as péssimas experiências anteriores. Além disso, o último título do Cabeça de Teia produzido pela Beenox, Edge of Time, também não é lembrado como uma obra-prima. Então, como se empolgar com essa nova aposta?
A resposta é simples: Batman. Não, você não leu errado, pois o grande segredo de The Amazing Spider-Man está exatamente na concorrência, pois muito daquilo que fez de Arkham Asylum e Arkham City um sucesso estará presente também na nova aventura de Peter Parker.
Bem-vindo à Nova York
A principal novidade que The Amazing Spider-Man traz em termos de jogabilidade é, sem sombras de dúvidas, a possibilidade de passear por toda a cidade de Nova York em sua teia sem se preocupar com restrições de área. Ouvindo os infinitos apelos dos fãs, a Beenox finalmente trouxe um game em que o Homem-Aranha tem um mundo aberto a ser explorado.
De acordo com o site IGN, uma das grandes melhorias feitas pelo estúdio nesse aspecto foi a nova câmera, que se posiciona exatamente atrás do herói e permite uma visualização mais aproximada de seu passeio aéreo. Além disso, o Destructoid explica também que essa nova perspectiva permite que vejamos diferentes detalhes do novo uniforme do personagem e cria um efeito borrado nos prédios que ajuda a passar a sensação de velocidade.
E como estamos falando de uma das principais cidades do mundo, é claro que nada seria estático. Enquanto você pula de um prédio a outro, a cidade de Nova York segue sua própria vida, mesmo que, para isso, dependa de um justiceiro mascarado para ajudá-la. É por isso que The Amazing Spider-Man traz diversas missões paralelas e que certamente irão roubar um bom tempo de sua vida heroica
A Beenox não revelou exatamente quais e como serão essas tarefas, mas a demonstração liberada para vários sites internacionais exibiu algumas delas. A principal é a perseguição de bandidos pequenos que cometem pequenos delitos e são perseguidos pela polícia. Ao identificar uma dessas situações, você pode mergulhar entre as construções e cair sobre o veículo dos criminosos para pará-los. A apreensão é feita a partir de uma animação em Quick Time Event.
A outra missão é um pouco mais inocente, já que você deve tirar fotos do Homem-Aranha para que Peter Parker possa vendê-las ao jornal Clarim Diário.
Um sentido aranha mais apurado
Outra novidade em The Amazing Spider-Man apresentada na demonstração liberada à imprensa norte-americana é o chamado Web Rush, uma melhoria do sentido aranha do herói e que facilita a movimentação acrobática pelo cenário. O site Destructoid descreve o recurso como uma variação do Web Zip dos jogos anteriores, com a diferença de trazer mais liberdade na hora de escapar de um lugar.
Na prática, o Web Rush funciona exatamente como alternativa para fuga e stealth. Ao acioná-lo, tudo ao redor do personagem entra em câmera lenta e algumas sugestões de lugares para disparar sua teia aparecem na tela. Contudo, você não é obrigado a selecionar aquela opção e pode direcioná-la a qualquer superfície visível. Quando a velocidade volta ao normal, o Homem Aranha dispara sua teia ao ponto indicado e se move para lá com extrema destreza.
Mas e o Batman?
A essa altura, você deve estar se perguntando em que aspecto The Amazing Spider-Man se assemelha aos recentes jogos do Cavaleiro das Trevas, não é mesmo? Pois saiba que essa influência está em todo o restante do game.
Não que isso seja algo negativo, afinal, ninguém tem nada do que reclamar da jogabilidade da série Arkham. E foi exatamente nisso que a Beenox pensou ao desenvolver o sistema de combates do novo game. Imagine o Batman surrando bandidos enquanto realiza algumas acrobacias e temos o novo título do Homem-Aranha. Prova disso é que o sistema de multiplicação de combos e a esquiva facilitada também estão presentes.
Porém a maior semelhança está nas cenas internas. Quando Peter Parker invade locais fechados, a mecânica de stealth é muito semelhante à dos jogos da Rocksteady. Você deve permanecer invisível e, com a ajuda da Web Rush, usar as paredes para se aproximar de seu alvo. Além disso, há um medidor de alerta nos inimigos, que vão começar a procurá-lo caso percebam que há uma aranha metida em seus negócios escusos.
The Amazing Spider-Man Chega ao PlayStation 3, Xbox 360, Nintendo Wii, DS e 3DS no dia 26 de junho.
História: GoldenEye retorna em alta definição e grande estilo. Quase 15 anos se passaram desde que GoldenEye 007 despontou no Nintendo 64 pela primeira vez. A adaptação para os video games do filme homônimo trouxe para o console da Nintendo toda a ação e glamour típicos de uma aventura de James Bond.
Gráficos de ponta e uma jogabilidade afiada (para a época) mostraram todo o poder da Rare e o potencial dos jogos de tiro em primeira pessoa. O título foi um verdadeiro marco do gênero e cativou uma legião de fãs.
Agora, uma nova leva de jogadores assume os controles e a dinâmica dos jogos de tiro já não é mais a mesma. Sob os cuidados da Eurocom, GoldenEye 007 retorna aos video games, agora em alta definição, para uma nova aventura, mas será que o jogo oferece alguma novidade ou se sustenta apenas com o saudosismo dos fãs.
Um dos elementos mais interessantes do primeiro GoldenEye era a forma dinâmica como misturava ação furtiva e sequências de combates intensos. Esse diferencial está de volta em Reloaded, porém, ainda mais integrado e consistente.
Como todo bom espião, James Bond prefere se ocultar nas sombras e se esgueirar atrás de muretas. No entanto, quando a situação se complica disparos precisos e movimentos ágeis são essenciais para avançar pelas linhas inimigas.
Com comandos bem ajustados e novas funcionalidades, a jogabilidade de GoldenEye 007: Reloaded apresenta uma ação fluida e extremamente envolvente. Além disso, apesar de desnecessária, a “atualização” do jogo — que alterou elementos da narrativa e até mesmo os atores que participaram da adaptação original — também proporcionou algumas possibilidades interessantes.
00Geek
Aproveitando a deixa de James Bond 007: Blood Stone, última edição da franquia para os video games, Reloaded substitui o relógio multifuncional utilizado por Pierce Brosnan em GoldenEye, por um smartphone capaz de interagir com diferentes elementos do cenários.
Graças a esse item, você encontrará uma série de objetivos secundários, que adicionam algumas boas horas de jogo para serem devidamente completadas. Assim, além de simplesmente reproduzir a campanha original, a Eurocom conseguiu oferecer algo próprio.
Saída pela direita
Outra situação interessante é a existência de rotas alternativas. Os jogadores mais pacientes poderão explorar o cenário em busca do caminho mais apropriado para o seu estilo de jogo. Não se trata de algo muito elaborado, com grande impacto no desenrolar da trama.
Entretanto, o design dos níveis — apesar de reminiscentes do original — compreendem diferentes formas de se chegar ao objetivo. Todos esses componentes aumentam ainda mais a exploração, embora a maioria dos níveis seja bastante linear.
Balas, computadores e socos
GoldenEye pode ter revolucionado o gênero FPS quando foi lançado 15 anos atrás, porém, muito mudou desde que o jogo despontou pela primeira vez no Nintendo 64. Atenta a essas mudanças a Eurocom, sabiamente, atualizou a dinâmica de jogo para albergar vários dos elementos que hoje são comuns à maioria dos títulos de tiro em primeira pessoa.
Um bom exemplo é a introdução de um sistema de cobertura. Em Reloaded você pode se proteger dos oponentes atrás de barreiras presentes no cenário. Para sair da cobertura basta se levantar, ou pressionar o botão de mira, para tentar disparar enquanto protegido.
Outro elemento que adiciona nova vida à jogabilidade é o sistema de combate corpo a corpo (melee). O esquema de luta corporal é simples e eficaz. Você pode se esgueirar por trás de um oponente para eliminá-lo silenciosamente ou simplesmente desferir golpes no meio da correria.
História: O sucesso da série FIFA é inquestionável. A série da EA Sports passou de segunda opção entre os jogos de futebol a líder de vendas graças ao realismo e precisão apresentados em suas últimas edições.
Se no ano passado a grande novidade se baseava nos aspectos únicos de cada jogador, os destaques prometidos pela Electronic Arts para FIFA 12 são uma nova engine de impacto e controles que tornam o game ainda mais próximo ao futebol de verdade. Tudo isso em uma tentativa de proporcionar a experiência definitiva para os fãs do esporte.
AprovadoCompreendendo a importância dos zagueiros
Embora possa causar um pequeno choque entre os jogadores mais antigos da série, o novo esquema de controles utilizados na defesa é realmente promissor. Em vez de permitir que os jogadores roubem a bola com o pressionar de um botão, o sistema deste ano exige o pensamento tático, além de punir o excesso de agressividade.
Desse modo, os jogadores agora precisam se esforçar para bloquear o ângulo dos adversários e assim forçar um passe errado. Caso ainda assim alguém consiga furar a sua linha de defesa, é possível continuar pressionando os atacantes para dificultar a sua entrada. Caso nada dê certo, as antigas divididas ainda são possíveis, mas devem ser realizadas no tempo exato não provocar faltas.
Se isso exige mais esforço, não significa que também seja menos divertido. Pelo contrário, o novo desafio provavelmente irá agradar os aficionados pelo esporte, ainda que eles precisem treinar um pouco antes de balançar as redes do adversário.
Joga bonito
Uma das grandes críticas da série FIFA se devia aos seus gráficos. Enquanto o game podia ser um dos mais funcionais dentro de seu gênero, muitos atletas não se assemelhavam às suas contrapartidas do mundo real.
A atual geração, no entanto, está fazendo muito bonito na reprodução dos grandes ídolos do esporte, sendo que a equipe da EA Sports fez um trabalho muito bom na modelagem dos rostos e na recriação dos trejeitos dos principais jogadores. Ainda que algumas pequenas falhas persistam, como a falta de texturas na pele dos personagens, é fácil reconhecê-los até mesmo de longe.
A física permite sim
A nova engine de impactos também se mostra bastante eficaz e não só melhora as animações das colisões entre os jogadores, mas também é um dos elementos que mais colabora para o game se aproxime da realidade.
Ainda que em alguns casos a nova engine ocasione alguns encontrões que fariam o narrador Galvão Bueno duvidar de sua veracidade, na maioria dos casos, o que ocorre nos choques entre os jogadores não difere daquilo que aconteceria em uma partida de verdade, o que garante muitos pontos pelo realismo.
Bola na rede!
Uma das maiores reclamações entre os fãs das partidas online dizia respeito à dificuldade de encontrar pessoas com o mesmo perfil. Quando não eram as legiões de jogadores utilizando times como Barcelona e Real Madrid, independentemente da sua escolha, havia o problema dos maus perdedores que desconectavam quando tomavam o primeiro gol.
A EA Sports procurou resolver esse problema ao estrear um sistema em que o jogador primeiro escolhe o time com que irá jogador e depois espera o game encontrar outra pessoa com um perfil semelhante.
Assim, quem escolher um clube brasileiro não terá de se preocupar em enfrentar alguém que tenha escolhido o time Classic XI, formado apenas por grandes jogadores da história do futebol, como Zico e Rivelino. Do mesmo modo, quem costuma sempre terminar as suas partidas não enfrenta jogadores conhecidos por desistir no meio.
Além disso, as partidas contra seus amigos agora também valem pontos no modo Online Friendlies. Nele, cada vez que você começa a jogar com um de seus amigos, você inicia uma pequena disputa de 10 jogos, ao fim da qual aquele que conseguir mais pontos (com gols, jogadas de habilidade e boas defesas) vence. Algo que prolonga a mágica e dá ainda mais vontade de vencer.
Ajude o seu time no EA SPORTS FC
Entre as novidades, há a implementação de um sistema online chamado EA SPORTS FC, dentro do qual o jogador pode evoluir como personagem, ganhando pontos de experiência a cada ação realizada dentro do game, assim como também pode aceitar desafios baseados nos últimos jogos realizados no mundo real.
Além disso, é possível também ajudar escolher um time para fazer parte e concorrer pelo primeiro lugar de uma liga online semanal. Funciona assim, todos os seus pontos de experiência são somados aos dos outros torcedores de seu clube e o total é dividido pelo número total de torcedores. Assim, até mesmo os clubes menores tem chance de competir de igual para igual com os gigantes. Tudo depende apenas do resultado de seus fãs.
Jogando com os craques do álbum de figurinhas
Além disso, nesse ano o modo Ultimate Team, antes disponível apenas por download, já vem integrado no disco. Nessa opção de jogo, é preciso colecionar as figuras de cada jogador antes de poder utilizá-los em campo. Nota: 9,8
História: Uma simples exibição de belas imagens ou um dos melhores FPS desta geração?
O que dizer sobre Crysis? Sinceramente, eis um game que dispensa comentários. Quem vive por dentro do universo do entretenimento eletrônico sabe muito bem que a obra da Crytek, responsável pelo título, é sinônimo absoluto de gráficos quase perfeitos. Mesmo lançado em 2007, o título ainda é considerado como um dos “tops” quando o assunto é excelência em visuais.
O fato é que Crysis virou uma espécie de indicador de qualidade. Provavelmente você já deve ter ouvido alguém falar a respeito de um PC com uma configuração monstruosa, declaração que normalmente é retrucada com a seguinte frase: “Mas roda Crysis no máximo?”.
Tudo bem, temos um título exclusivo para PC que, definitivamente, deixa os fãs desta plataforma com o peito estufado de tanto orgulho. Mas não demorou muito até que a Electronic Arts, em parceria com a Crytek, anunciassem a tão esperada sequência do game.
Crysis 2 apareceu bem diferente do que muitos fãs esperavam, deixando de lado toda a ambientação florestal e colocando em seu lugar arranha-céus e as ruas asfaltadas de Nova York. Entretanto, não foi isso que mais assustou a maioria dos fãs do game, mas sim o fato de Crysis 2 ter se tornado multiplataforma.
Certamente, seria quase impossível fazer com que o game original fosse executado nos consoles de sétima geração. Basta observar a dimensão do ambiente, uma gigantesca ilha que providencia uma experiência de mundo aberto, e você notará que a Crytek soube aproveitar o máximo que os PCs tem a oferecer. Seria fisicamente impossível transportar todo o conteúdo de Crysis para um DVD de camada dupla ou um Blu-ray.
Perdoem o trocadilho, mas não há como não relacionar a trama de Crysis 2 ao filme de 1979 estrelado por Clint Eastwood, intitulado "Fuga de Alcatraz". Basicamente, no game você encarna um personagem chamado Alcatraz, que faz parte de uma equipe de Marines em busca de um cientista conhecido como Gould.
Mas, subitamente, Alcatraz e seus companheiros são atacados e acabam tendo que escapar às pressas de um submarino prestes a conhecer detalhadamente as profundezas do oceano. É nesse momento que o jogador assume o controle do personagem, vivendo uma espécie de tutorial básico que relembra bastante os primeiros momentos de Call of Duty: Modern Warfare.
Após uma breve jogatina, seu personagem consegue escapar — ao contrário de muitos outros companheiros, que não tiveram a mesma sorte. Na superfície, descobrimos que tudo está mais caótico do que se pode imaginar, com naves alienígenas atirando em sua direção e uma espécie de supersoldado empunhando uma metralhadora de alto calibre e disparando uma chuva de balas contra todos e tudo.
Esse supersoldado é ninguém menos que Prophet, um dos últimos sobreviventes do esquadrão especial da Crytek, o qual é conhecido pelo uso do famoso traje Nanosuit. Prophet, na verdade, acabou causando a submersão permanente do veículo de Alcatraz, mas todas as dívidas são debitadas quando ele salva o seu personagem.
É aí que você descobre que as coisas estão ainda mais tensas do que você pensava. Uma epidemia se espalhou por Nova York, e provavelmente pelo resto do mundo, disseminando um vírus letal que faz com que as pessoas literalmente derretam. O resultado é assombroso e, infelizmente, Prophet está infectado. Nota: 9,5
Jogabilidade: Ótimo Idade mínima recomendada: 8 anos História: Se os jogos inspirados em filmes já não são bem vistos pelos gamers, a SEGA parece se esforçar em fazer com que ninguém mais tenha esperança no subgênero. Isso porque a empresa se especializou em criar adaptações medíocres e fazer com que ótimas experiências cinematográficas se transformem em fracassos gigantescos nos consoles. Pior do que isso: ela insiste na mesma fórmula e não aprende com seus erros.
Depois de nos castigar com os dois Iron Man e uma versão sofrível de Thor, eis que a produtora pega embalo na chegada do Capitão América às telonas e traz Captain America: Super Soldier, o título “menos pior” dessa safra de super-heróis da Histórias não contadas Seguindo a linha das recentes produções baseadas no cinema, o game utiliza um roteiro diferente daquilo visto no longa-metragem e dá mais liberdade para o jogador explorar o personagem. Enquanto o filme mostra a primeira e a última missão de Steve Rogers como Capitão América, Super Soldier explica o que aconteceu enquanto isso.
Com a proposta de contar uma história que não é abordada pela sétima arte, o jogo se sai muito bem, pois consegue expandir essa experiência. Quem se empolgou ao ver a luta contra o Caveira Vermelha vai gostar de ver o escudo estrelado em ação contra outros vilões, como o Barão Zemo. Não se trata de uma narrativa excepcional, mas é eficaz ao adicionar outros fatos e personagens.
Supersoldado em ação
Algo bem interessante em Captain America: Super Soldier é o fato de o game conseguir fazer com que o soro do supersoldado tenha uma função extremamente útil e divertida na jogabilidade. Assim como no filme, todas as habilidades de Steve Rogers são potencializadas graças ao composto e isso é algo que os jogadores irão sentir na pele.
O título traz um mecanismo desafiador para fazer com que o jogador transforme o Capitão América no mestre dos reflexos, usando seu escudo para rebater tiros ou fazendo peripécias em seus saltos por castelos europeus. É preciso acertar o timing correto para apertar os botões de ação, defesa ou ataque. Embora não exista uma punição caso você falhe, Super Soldier se torna muito mais divertido quando você domina essas técnicas. Nota : 9,8
História: Em Hunted: The Demon's Forge, a InXile Entertainment apresenta a história de uma dupla de mercenários formada pelo guerreiro forte e precavido Caddoc e pela inconsequente arqueira elfa E’lara. Como é característico da profissão, os dois estão prontos para realizar qualquer tarefa que render um bom pagamento.
Durante uma viagem feita por conta de um desses serviços, Caddoc começa e ter estranhos sonhos que começam com a presença de uma voluptuosa mulher, mas ao invés de terminar em alegria para o lutador, acabam com a aparição de um grande demônio.
O que parecia ser apenas um pesadelo corriqueiro se torna realidade quando ao chegar na fonte mágica que buscavam, os viajantes encontram Seriphine, literalmente a feiticeira dos sonhos de Caddoc.
A misteriosa arcana invadiu a mente do mercenário para pedir ajuda à dupla na tarefa de recuperar cristais especiais espalhados pelo mundo. Em troca, ela oferece parcelas do seu poder, o qual é proporcional às suas curvas. Ao aceitar o acordo, a dupla de protagonistas acaba entrando em uma aventura mais complicada do que podiam imaginar.
Embora os primeiros momentos de Hunted: The Demon’s Forge pareçam forçados (afinal, quem em sã consciência iria aceitar se submeter à primeira feiticeira insana que aparece oferecendo um acordo?), quando se descobre a relação entre a dupla de aventureiros tudo começa a fazer mais sentido.
Para começar, é preciso pensar nas razões que os levaram a escolher uma profissão tão perigosa. O caso de E’lara parece ser mais fácil de ser compreendido. Sua espécie foi dizimada há muito tempo pelo Minotauro. Como única sobrevivente, a elfa procura não pensar muito a respeito e vive cada dia como se fosse o último.
Já Caddoc é o oposto. Fugindo do estereótipo do guerreiro dotado de força e burrice absurdamente grandes, ele pensa cuidadosamente antes de realizar as suas ações e prefere entrar em batalhas sempre com uma estratégia em mente. Desse modo, a sua presença é fundamental para conter a impulsividade de E’lara.
Durante a aventura, os dois também mantêm divertidos diálogos que irão entreter os jogadores. Principalmente após enfrentar um grande número de adversários, quando aquele matou mais inimigos sempre conta vantagem para o outro.
Quero ser Chico Xavier
Um dos grandes destaques da trama do título é a presença das Death Stones, ou pedras da morte, ao longo dos níveis. Elas estão sempre juntos a algum cadáver que pode ter morrido recentemente ou há muito anos atrás e podem ser utilizadas para reviver os últimos momentos dessas pessoas poucas sortudas. Nota: 8,9
História: Depois do enorme sucesso do Cavaleiro das Trevas nas telonas, o mundo do game finalmente recebe um game que promete honrar a reputação de Batman. Após anos sem dar as caras no universo do entretenimento eletrônico, Bruce Wayne finalmente retorna com um jogo que promete ser um dos grandes destaques do ano: Batman Arkham Asylum.
O jogo apresenta um clima similar ao da última edição exibida nos cinemas, mas não deixa de lado as características dos quadrinhos estrelados pelo morcego de Gotham City. Felizmente, o Baixaki Jogos pôde conferir de perto esta aventura cheia de surpresas através de uma demo disponibilizada recentemente na PlayStation Network (PS3), na Live (X360) e também no PC.
Se você conta com um PC dentro das especificações mínimas do jogo, não deixe de baixar a versão demonstrativa disponibilizada pelo Baixaki. Para fazer o download, basta clicar no botão ao lado.
Sem dúvidas, este é o retorno definitivo de Batman aos games, em um jogo que mistura pancadaria intensa com ação furtiva. Aparentemente, nós realmente teremos um game fiel aos quadrinhos, com direito a dublagens originais — da versão estadunidense — e toda a atmosfera criada pelo incrível Paul Dini, roteirista responsável pelos desenhos e pelo game. Seja bem-vindo ao pesadelo de Arkham.
Um sorriso impressionante
Quando você inicia a demo, é presenteado com um belo trailer demonstrando uma pequena parcela do que você irá encontrar na versão completa do game. Logo de cara, é possível perceber que toda a atmosfera que caracterizou a era mais obscura do protagonista está presente no game.
Basicamente, o estilo do game remete a uma mistura entre o herói representado nos quadrinhos e o Batman de o Cavaleiro das Trevas. A própria roupa do personagem parece ser uma hibridização do traje presente em ambas as versões. O resultado de tudo isto é simplesmente fantástico, graças, também, a ajuda da engine gráfica do game: Unreal Engine 3.
Plataforma: PS3 Gênero: Ação Jogabilidade: Ótima Idade mínima recomendada: 16 anos História: Killzone 3 é o quarto título da franquia de jogos de tiro em primeira pessoa exclusivos da Sony. O jogo dá continuidade a trama apresentada em Killzone 2 e coloca os dois protagonistas da edição anterior, Sev e Rico, atrás das linhas inimigas. Apesar da jogabilidade não se distancia muito de Killzone 2, o jogo apresenta uma série de ajustes e algumas novidades, incluindo novas armas e itens, bem como o próprio design de cenários. Além disso, existe a possibilidade de jogar o terceiro game com o PlayStation Move, o tão debatido controle sensível a movimentos da Sony. Por fim, há a oportunidade de visualizar os tiroteios tridimensionalmente, o que aumenta ainda mais a imersão do gamer na experiência. Nota: 9,8
História: Apenas uma expansão gigantesca ou muito mais do que isso?
Os RPGs ocidentais estão cada vez mais impactantes. Há cerca de uma década, o mundo só queria saber de títulos como Final Fantasy, Dragon Quest e outros exemplos de origem nipônica. Felizmente, o cenário mudou drasticamente, trazendo muito mais variedade ao público gamer. Sim, os JRPGs, como são conhecidos, continuam bombando, mas agora temos muitas outras opções interessantes. Uma delas é a série Fallout, que, em 2008, ganhou grande atenção na mídia com Fallout 3. Aclamado pela crítica e pelos jogadores, o terceiro jogo da série trazia um universo riquíssimo, no qual o jogador encarnava um dos sobreviventes de um ataque nuclear que devastou todo o mundo. O título trouxe muitas mecânicas inovadoras e, mesmo sendo na perspectiva de primeira pessoa, manteve alguns elementos clássicos do gênero. Uma combinação quase perfeita, se não fossem alguns probleminhas técnicos que acabaram denegrindo a experiência. Mesmo assim, não há como negar: Fallout 3 é um jogão.
Os fãs puderam desfrutar de mais de 100 horas de jogo graças a uma campanha robusta e dezenas de missões secundárias. Como se não bastasse, a Bethesda, responsável pelo game, resolveu lançar várias expansões para manter os jogadores animados. A maior surpresa, contudo, chegou com o anúncio de um novo jogo da série. Antes mesmo de lançar todas as expansões para Fallout 3, a companhia revelava Fallout: New Vegas, um game completamente novo e que seria vendido assim como qualquer outro. À primeira vista, a notícia não animou muito, principalmente pelo fato de Fallout 3 ainda ser recente — recebendo expansões. Será que teríamos apenas mais uma expansão disfarçada de jogo? O Baixaki Jogos resolveu tirar a prova com a análise do game. Podemos afirmar que sim, Fallout: New Vegas tem muito em comum com o terceiro jogo da série. Entretanto, isso não é necessariamente algo ruim, já que estamos falando de um dos jogos mais aclamados pela crítica. Em suma, Fallout: New Vegas é um presentão para os fãs e para quem nunca teve a oportunidade de conferir o terceiro jogo. Boa parte dos elementos que consagraram o jogo nesta geração continua intacta, mas ainda temos algumas melhorias e novidades. Infelizmente, alguns problemas também pegaram carona e a engine, a mesma do game anterior, começa a mostrar sua idade. Mesmo assim, nada que acabe com um dos títulos mais expressivos dos últimos anos. Aprovado Viva New Vegas! Sem dúvidas, um dos fatores mais marcantes de Fallout: New Vegas, assim como do terceiro jogo da série, é a apresentação. A trama do título pode até ser relativamente simples, mas a maneira como ela é apresentada é simplesmente fenomenal, assim como o nível de profundidade. Não é exagero dizer que o jogador ficará preso à tela com tantos diálogos curiosos e personalidades distintas no universo de New Vegas. Essencialmente, a trama traz a história de uma espécie de emissário — você — que é surpreendido por pessoas desconhecidas e acaba com um tiro na cabeça. Mas, antes de nos aprofundarmos nisso, vamos aos detalhes do universo de New Vegas. No jogo, os Estados Unidos foram praticamente eliminados do mapa graças a uma guerra nuclear. Mesmo assim, muitos sobreviveram e a sede pelo poder continua intacta. Detalhe para a cidade de Vegas, que sobreviveu aos ataques quase sem nenhum arranhão. Além disso, um grupo de pessoas conservadoras resolveu se unir para tentar colocar ordem na Califórnia. Seu nome? New California Republic, ou NCR. Essa galera sobrevive graças à Hoover Dam, uma represa que fornece acesso à eletricidade e água limpa — algo extremamente raro para esses tempos.
Mas é claro que onde há poder, existem problemas. E em Fallout: New Vegas as coisas não são diferentes. A New California Republic é ameaçada pela Legion, um grupo liderado por um ditador que gosta de ser chamado de Caesar. O cara usa a metodologia romana para conquistar outras civilizações, absorvendo tribos e escravizando parte de sua população. O resultado de tudo isso é um conflito intenso pelo poder. A briga entre as duas facções é um dos elementos estruturais de Fallout: New Vegas, e um dos grandes motivos para que o jogador desfrute do game até o fim, quando os problemas finalmente forem resolvidos. Mas, voltemos ao seu personagem, um emissário sem nome e sem passado. Aparentemente, você é apenas um cara ou uma moça comum, que tem como objetivo entregar um pacote a uma pessoa de New Vegas. Entretanto, as complicações surgem, e você acaba mortalmente ferido. Misteriosamente, seu personagem continua vivo e é resgatado por um robô metido a caubói. Depois disso, tudo o que você deseja é a vingança e a verdade. Novamente, vale ressaltar que a trama não é das mais complexas — ou vai dizer que você nunca viu um filme em que o personagem busca vingança? Mesmo assim, Fallout: New Vegas conta sua história de maneira espetacular, graças a um roteiro bacana e uma equipe de atores — responsáveis pelas vozes dos personagens — que cumpre muito bem seu trabalho. Você é realmente sugado para dentro do game.
Plataforma: PS3 Gênero: Ação Jogabilidade: Bom Idade mínima recomendada: 12 anos História: Seria um Gears of War do futuro? Com a nova geração de consoles, um gênero cresceu e continua em ascensão contínua, o tiro em terceira pessoa (ou third-person shooter). Vários títulos têm explorado tal perspectiva que cada vez mais atrai gamers experientes e novos adeptos do gênero, por sua visão, dinâmica e jogabilidade. E em se tratando desse gênero um novo game em particular tem chamado atenção desde seu anúncio: Vanquish, da SEGA. Após jogar a versão demo do jogo, dá para explicar o porque da hype que cerca o jogo: Ele é um Gears of War, com mais velocidade, flashes, e velocidade! Tudo bem que ele não é tão bonito e chamativo quando Gears ou com uma IA de te dar trabalho, mas Vanquish tem um enredo bem interessante, uma liberdade agradável e muitos tiros! O jogo também tem um sistema de upgrades, mas o que realmente chama atenção são os tiros e a adrenalina do mesmo, devido à velocidade. Se você está procurando por um game que tenha um estilo mais estratégico futurista, esqueça! Esse daqui é mais uma mistura de Gears com a velocidade de um Devil May Cry 4 ouy Bayonetta! A insanidade das batalhas, combinada com o sangue e velocidade determinam o estilo de Vanquish. Para aqueles que não estão acostumados com esse tipo de aproximação, existe um modo tutorial para que você possa entender e se acostumar com esse tipo de velocidade, o que é totalmente aconselhável! É com esse tutorial que você aprender a tirar vantagem desse sistema, onde você tomará controle da situação, além de ver como sua “AR suit” (a vestimenta do protagonista) é eficaz! Para tanto basta pressionar L1 enquanto você esquiva das balas adversárias para poder ativar um modo bullet-time que é infalível no campo de batalha! Você também poderá apertar L2 para deslizar de forma drástica (na verdade, talvez da forma mais drástica já vista num game!). Para utilizar-se de cobertura, basta apertar o botão Quadrado para ter tempo de utilizar o R2, que serve para recarregar suas armas. As demais funções lembram outros games do gênero, onde se quiser trocar entre suas armas, basta utilizar do direcional D-pad, L1 para mirar e R1 para atirar. O bacana de Vanquish é que você poderá mudar as funções dos botões se assim achar melhor. Após se familiarizar com os comandos, você estará pronto para entrar em ação. Logo no início do game foi possível ver muito tiroteio, um mini-chefe de fase e no seu final um chefão gigante, que fará com que você utilize toda sua habilidade para conseguir vencê-lo. No geral a movimentação é simples e lisa, como em qualquer ação do jogo. As mecânicas de controle não são tão desafiadoras assim depois que você adquire prática, fazendo com que você possa usufruir de todas as mecânicas de tiro, slide e pausa de tempo com precisão. Só tome cuidado! Não utilize as incríveis funções do uniforme de Vanquish de forma abusiva! Você tem que saber dosar a quantidade de vezes em que você utiliza as habilidades do AR suit, pois se você utilizar excessivamente do slide, do bullet-time e até mesmo dos ataques corporais, o uniforme irá aquecer, e ele aquece muito rapidamente! Se você persistir, o AR suit irá superaquecer e quando isso acontece você terá que esperar o mesmo esfriar, ficando assim vulnerável! Por isso é sempre bom ter um plano para atacar ao invés de simplesmente ficar apertando insanamente todos os botões do jogo. O jogo consegue passar essa interessante interação explosiva, com a troca de tiros entre inimigos e aliados, mas o grande problema aqui é a IA. Em certos momentos os inimigos se comportam de forma tão banal que ao invés de você ser obrigado a preparar alguma estratégia para ter uma chance de derrotá-los, basta partir para cima e ser mais rápido. Os gráficos, entretanto, dão um show à parte que faz com que possamos esquecer os demais probleminhas do jogo. Basicamente Vanquish é um interessante game shooter em terceira pessoa. O game já foi lançado lá fora, então falta pouco para pormos as mãos nele para dizer se a IA melhora e se a versão final conseguirá manter tanta adrenalina junta! Plataforma: Playstation 3Data de Lançamento: 21/10/2010Distribuída por: SEGADesenvolvida por: PlatinumGames Nota: 9,0
Plataforma: PS3 Gênero: Esporte Jogabilidade: Ótimo Idade mínima recomendada: 8 anos História: Um novo início nos 10 anos da série? A E3 desse ano criou uma boa expectativa para os fãs do futebol que sempre gostaram da série Pro evolution Soceer, pois essa que já algum tempo tem perdido a batalha anual do melhor game de futebol para as diversas que a série FIFA tem mostrado, aparenta está recebendo um novo início que promete mais ser uma virada de mesa! Já durante a Tokyo Game Show que aconteceu a pouco tempo, pudemos ver os motivos pelo qual a Konami acredita ter chances de voltar a estar no topo do futebol virtual. A versão disponível na feira mostrou o que muitos já especulavam era verdade! A franquia está trazendo ainda mais times licenciados (não tanto quanto FIFA, mas já é algo animador), uma maior quantidade de modos de jogo e novidades que animarão a todos os fãs. Durante essa demonstração foi possível ver uma partida entre Inglaterra e Brasil, que serviu mais como um pré-show do que vem por aí! Na medida em que os jogadores entravam em campo, já dava para perceber que a Konami investiu bem mais em detalhes. Enquanto os times entravam em campo, jogadores-chave como Kaká, recebiam aquele zoom. Depois o famoso hino “God Save the Queen” era entoado e seguido pelas versões virtuais dos jogadores da seleção inglesa. Após tal demonstração, começamos a ver os detalhes na jogabilidade, que era uma das principais curiosidades de todos. Então, sem mais demoras, vamos lá! Depois de introduzido no game do ano passado, o sistema 360 graus de drible volta em PES 2011. Sem ele, o jogo fica mais parecendo um futebol de fliperama, como os clássicos arcades da década de 90, do que um simulador de futebol, característica-chave dos games esportivos da atual geração de consoles. Os antigos fãs de Pro Evolution Soccer estão tendo que se adaptar a esse novo sistema, que não seria de nada estranho para os jogadores de FIFA, que já estão acostumados a esse tipo de controle. Com ele os dribles ficam mais suaves e sensíveis, e mesmo que você não seja um rei dos truques com a bola e fintas, o simples proteger a bola com o corpo do jogador ficando ao contrário do atacante ou o fingir de um chute contra um defensor para realizar um passe nunca foi tão recompensador!
O controle da bola é fantástico, e percebemos durante nossa sessão de demonstração a facilidade que é pegar um jogador para escolher uma posição perfeita para tomar uma decisão. Fazer um passe para outro membro de sua equipe ainda ficou um pouco vago, enquanto o rápido sistema “ping-pong” de passes visto na versão para esse ano de FIFA, que cria um jogo mais real e com mais emoção, já que os atacantes têm mais oportunidades dentro da área. A física também tem um papel principal na edição desse ano. Os jogadores se acotovelam com e sem a bola, e mesmo jogando contra o computador, ao invés de outro jogador, o jogo estava bem competitivo! As faltas vêem acompanhadas de replays em slow-motion, enquanto os demais jogadores não ficam simplesmente parados, mas brigando com seus companheiros após ver a bagaçada no chão! Assim, as coisas ficam mais excitantes, principalmente se um jogador leva amarelo ou vermelho, onde é possível ver um time apelando para o juiz, numa tentativa de reverter a decisão (que assim como no futebol de verdade, nunca acontece, mas é bacana de ver). A emoção pelo visto é o ponto forte da Konami para esse ano! As expressões são muito bem feitas, e vão de raiva a frustração! Um jogador que perde um gol claro cai no chão uma vez que a bola sai de campo, cobrindo sua face em horror à chance perdida de ampliar o placar! A combinação disso, ao sistema de dribles e à física do jogo, deixa PES 2011 numa ótima situação de disputa com FIFA! Além disso, já também soubemos que haverá uma Master League on-line e nada melhor que ter o melhor modo do jogo em conjunto com disputas pelo mundo todo! Agora, a pergunta que fazemos todos os anos e que nos últimos 4 tem sempre dado FIFA. Quem leva o caneco esse ano? Será que as novidades de PES 2011 dão a FIFA motivos para se preocupar? Bom, acredito que só o tempo irá nos responder! Mas, pelo o que já vimos, e pelo lançamento de FIFA 11 (que traremos um review em breve), já dá para saber que quem realmente ganha com isso somos nós jogadores, uma vez que essa disputa só gera games ainda mais realistas e divertidos! E que vença o melhor! Nota: 10,0
Plataforma: PS3 Gênero: Luta Jogabilidade: Ótimo Idade mínima recomendada: 18 anos História: Fatalities em alta definição! O “Kombat” está de volta! E dessa vez temos a grande esperança que o jogo voltará às suas origens, pois o próprio criador da série, Ed Boon, andou ouvindo fãs, opiniões na web e críticos, para saber como deixar o jogo o mais parecido possível com os ames originais da série. E pelo pouco que já vimos ,ele conseguiu! Fãs dos antigos Mortal Kombats, preparem-se! O jogo já recebeu censura “M” (Mature, ou seja, para maiores de idade), o que demonstra a quantidade de fatalities que vem por aí! A apresentação nos trailers que já estão circulando a web mostram uma série de características clássicas dos antigos jogos da série Mortal Kombat, porém numa belíssima versão HD! Com isso já vimos cenários clássicos como a Floresta Viva (Living Forest) e o clássico “The Pit” (O fosso), vindos diretamente dos dois primeiros games clássicos da série. E quando o assunto são os personagens, o Sr. Boon adora mostrar Scorpion e Sub-Zero em seus vídeos. A idéia dos produtores do jogo é recontar a história dos três primeiros games, utilizando um elenco de aproximadamente 26 personagens da trilogia escolhida, juntamente com novos personagens que vêem acompanhados de versões alternativas de outros rostos conhecidos. Até o presente momento foram confirmados: Sub-Zero, Scorpion, Johnny Cage, Kung Lao, Mileena, Nighwolf, Reptile, Shao-Kahn, Raiden e Sektor. Os vídeos liberados também demonstram uma série de novos e estilosos Fatalities, todos violentos o suficiente para um público adulto. Alguns em particular mostram Reptile vomitando veneno na boca de alguém antes que o mesmo destrua o pescoço da pessoa, em outro Sektor explode alguém com um disparo seguido de mísseis travados na pessoa para não deixar nenhum pedacinho de carne escapar. Também é possível ver Kung Lao plantando seu chapéu laminado ao chão (girando, como essas serras de madeireiras) enquanto ele puxa sua vítima em direção a lamina. Nota: 9,8
Plataforma: PS3 Gênero: Guerra Jogabilidade: Ótimo Idade mínima recomendada: 18 anos História: Sem sombra de dúvidas que o melhor game da série Call of Duty foi o Call of Duty 4: Modern Warfare! A Infinity Ward fez um trabalho simplesmente perfeito com aquele jogo que vendeu mais do que água no deserto! Depois disso, Call of Duty 5: World at War fez muito sucesso também, mas provou que os fãs de games shotters já tiveram o suficiente da 2ª guerra. Por isso a Activision não somente devolveu o projeto Call of Duty para as mãos da Infinity Ward como também deixou o estilo 2ª Guerra de lado para retornar à era moderna com Call of Duty: Modern Warfare 2! E esse já está sendo considerado um dos grandes games para o final desse ano! A seqüência de Call of Duty 4 foi demonstrada em uma sessão exclusiva para a imprensa durante a Gamescom 2009, com foco no modo cooperativo chamado “special ops”. E logo no menu inicial você já encontra as opções single player, multiplayer e special ops, que, de acordo com a Infinity Ward, mostra que o special ops é tão importante quanto os dois outros modos. E não se engane, pois ele também é um modo completamente independente dos outros dois, tendo seus próprios destraváveis e quaisquer outras coisas. Além disso, você tem a opção de jogar sozinho, com tela dividida localmente ou on-line com um amigo! Esse modo é dividido em diferentes grupos de missões e para a demonstração que foi exibida vimos um “Charlie group” chamado “Breach and Clear”. No geral esse modo tende a ser algo com alta tensão, bem parecido com os momentos de fuga, como o visto em diversos momentos em Call of Duty 4! Três níveis de dificuldade (Regular, hardened e veteran) estão disponíveis e você recebe estrelas ao completar cada missão em cada nível de dificuldade, sendo que em veterano você recebe três. Essas estrelas depois são utilizadas para destravar mais missões special ops. O objetivo em “Breach and Clear” era simplesmente sobreviver e conseguir chegar ao ponto final do estágio. A uma sessão no início onde é possível escolher entre diferentes armas que estão espalhadas no chão. Na demonstração o jogador escolheu um rifle de assalto com uma mira de ponto vermelho, depois ele colocou um explosivo na porta, detonou o mesmo e a ação tomou contado jogo! Enquanto a fumaça saia da sala, com um belo efeito de slow-motion, foi possível ver, aos poucos, os guardas que estavam nas proximidades. Elos efeitos também foram vistos quando granadas foram atiradas, permitindo ver inimigos voando para todos os lados, mais uma vez num belíssimo efeito slow-motion! Depois os inimigos sobreviventes se esconderam atrás de muros e começaram a disparar por cima dos mesmos, com miras laser que ajudaram a identificar a posição deles. Ainda no mesmo estágio foi possível encontrar um escudo de proteção (conhecido como Riot Shield), que serve como uma barricada móvel para entrar em salas lotadas! O escudo também pode ser utilizado como uma arma para impactos em curta distância, sendo que esse impacto serve para atordoar o adversário, permitindo que você atire nele parAntes mesmo de a demonstração chegar ao fim já dava para perceber o quão bom Call of Duty: Modern Warfare 2 será! As estatísticas no final da fase mostram todos os detalhes do combate, tempo gasto, quantidade de mortes e muito mais. Enquanto a Infinity Ward não diz quantas missões estarão disponíveis, fica apenas a expectativa. Pena que esses foram todos os detalhes disponíveis até então, mas com certeza eles devem anunciar e / ou mostrar algo sobre o single player e o multiplayer muito em breve! E estaremos aqui para trazer todos os detalhes sobre esse que, com certeza, será um game imperdível!a não correr riscos. Também vimos clássicos como a granada que atordoa e as facas. Nota: 10
Plataforma: PS3 Gênero: Ação Jogabilidade: Ótimo Idade mínima recomendada: 18 anos História: Desde o início do ano que todos estão querendo saber mais sobre Dante’s Inferno, o mais novo game de ação da Electronic Arts, que é baseado na Divina Comédia, de Dante Aligheri. Os jogadores estarão na pela de Dante, enquanto ele conquista seu caminho pelos nove Círculos do Inferno para salvar sua amada Beatrice das garras de Lucifer. Agora, graças a uma demonstração liberada pela EA poderei dizer com precisão o quão incrível esse jogo fará o seu início de ano! Logo no início da demonstração os jogadores poderão ver uma CG de Dante lutando contra inimigos em sua caminhada para se livrar de seus pecados durante a terceira Cruzada, em 1191. Na medida em que ele costura um doloroso símbolo da Cruz em seu peito, o jogo vai mostrando partes do que tem acontecido, mostrando o objetivo dele ao batalhar nas cruzadas até a cidade de Acre. Como uns dos cavaleiros do Rei Ricardo, Dante e seus amigos Cruzados capturam a cidade de Acre, mantendo seus 3000 habitantes como reféns, buscando uma troca deles pelo símbolo sagrado que está sendo mantido por Saladino, protetor das terras. Entretanto, Saladino se recua a negociar, enquanto os cavaleiros vão ficando cansados e começam a massacrar os habitantes, causando um grande conflito de fulga. Antes de Dante matar alguns habitantes locais, ele tem que se defender com uma espécie de machado contra pessoas que o atacam. Essa parte serve como um pequeno turorial para os movimentos rápidos e fortes de Dante. Não é muito ocmplicado vencer esses adversários nesse sistema de batalha que muito lembra o esquema de games de açao como God of War (o que é uma ótima notícia), com combos bem intuitivos. O problema para Dante não é essa batalha, mas o que acontece em seguida, quando ele vai deixando a área da cidadela, um assassino furtivamente o esfaqueia nas costas. Sentindo a vida escoar de sua corpo, Dante fica cara-a-cara com a própria Morte, que diz que a alma dele está condenada pelos pecads e transgressões durante a guerra. Porém, Dante se recusa a aceitar esse destino e batalha contra a própria morte! A luta contra a Morte é bem interessante (ela serve como uma espécie de chefe de fase), testando suas habilidade de contra-ataque e defesa, na medida em que você deverá prestar atenção nos teleportes, dashes e golpes rápidos que a Morte usará para te derrotar. Depois de dar uma série de golpes suficientes na Morte, Dante faz o que parecia impossível! Ele toma a foice da Morte para poder executá-la! Assim, ele retoma seu caminho para a Florença, na Itália, terra de sua amada. Infelizmente ele descobre que Beatrice foi estuprada e morta e sua casa foi completamente destruída. Ao se aproximar do corpo dela, a alma dela aparece por alguns segundos, quando ela reclama que “ele teria prometido que ela podería vê-lo mais uma vez”, até que Lúcifer a leva para uma igreja distante. Enquanto Dante o persegue, uma legião de criaturas surge para retardar o progresso de Dante. Graças à foice da Morte, Dante é capaz de atingir as almas dos amaldiçoados e ao destruir seus “corpos”, você poderá utilizar suas almas para adquirir novas habilidades e ataques. A maneria com que você coleta as almas afeta na forma em que você ganhará pontos. Porém, se você utilizar a foice na opção de punição das almas, você adquirá “unholy points” (algo como pontos amaldiçoados). Agora, se escolher em absolver seus inimigos com a Santa Cruz de Dante, você ganhará pontos sagrados. Esses pontos poderão ser adquiridos pelos sete níveis de habilidades sagradas ou amaldiçoadas. Se você escolher as amaldiçoadas, você adquirá habilidades para a destruição de seus inimigos e chefões e seus golpes ficarão de corvermelha ou laranja para indicar seu poder. Mas,você irá conseguir menos almas do que se escolher o caminho sagrado, pois é mais fácil partir para o lado das trevas. De contrapartida, os poderes sagrados irão providenciar mais almas, mas há menos deles e o custo de suas habilidades é bem maior. Os ataques sagrados que você tiver, entretanto, terão coloração branca ou azul e indicarão a pureza se sua natureza. Claro que é muito mais complicado ser virtuoso nos caminhos para as profundezas do Inferno, mas você poderá tentar oras! E você não terá que estar preso a apenas um desses caminhos durante todo o jogo (você poderá pausar o jogo a qualquer momento para mudar qual estilo você quer utilizar), mas não será possível adquirir todos os poderes de um caminho único (incentivo para que você termine o jogo mais de uma vez). Cada combo que você conseguir desferir em seus inimigos aumenta a barra de redenção de Dante, uma pequena barra no canto da tela. Uma vez cheia, Dante poderá converter o poder dessa barra para se mover duas vezes masi rápido e causa duas vezes mais dano por um certo período de tempo. Os jogadores poderão comprar mais seguimentos da barra, para causar maiores estragos por mais tempo, perfeito para chefes de fase e grandes grupos de inimigos. Quando Dante finalmente chega até a igreja, você a verá caíndo aos pedaços até as os limites da entrada do Inferno. Lá você encontrará Virgil, que informa que Beatrice o enviou para guiar Dante até o encontro dela, para que assim ele possa salvá-la. Fortalecido por essa notícia Dante abre caminho perante uma série de inimigos e um gigantesco adversário, que ele usa para poder abrir os portões do Inferno. E é nesse ponto que a demonstração se encerra, mostrando um vídeo de amostra do que acontecerá dentro dos Círculos das Profundesas. O que realmente chama atenção após a demo é a qualidade gráfica do jogo. Desde as cenas cinematográficas até as coisas mais simples como as fontes sagradas (holy), onde os jogadores adquirem mana, até as arcas demoníacas, tudo tem uma qualidade supreendente! O mesmo se pode dizer dos sons, simplesmente aterrorizantes! Num bom sentido é lógico! Assim, Dante’s Inferno se mostra um incrível jogo, que já está com demo disponível para download! Para quem já jogou, resta agora esperar anciosamente pelo lançamento do título ano que vem. Nota: 9,7
Plataforma: PS3 Gênero: Esportes Jogabilidade: Bom Idade mínima recomendada: 12 anos História: Colocar de lado todas as formalidades das partidas oficiais de futebol, mudando-se temporariamente para um campo menor e chutando boa parte das regras para escanteio sempre foi uma proposta interessante. Prova disso foi o sucesso relativamente duradouro da franquia FIFA Street, que por vários anos encheu os bolsos da EA ao colocar jogadores de fama mundial para uma descontraída “pelada” em campos de periferia. Bem, foi exatamente essa a ideia da Ubisoft para o seu Pure Futbol, embora aqui as canchas amadoras tenham sido postas de lado em favor de localidades pitorescas como o porto de Marselha ou os canais de Amsterdã. Afinal, conforme as duas principais franquias de futebol da atualidade — FIFA e Pro Evolution Soccer — diluem cada vez mais os termos “arcade” e “simulador”, é natural que alguém aproveite o espaço que sobrou. O problema é que Pure Futbol não foi exatamente feliz com a sua postura “FIFA-Street-wannabe”. Sim, os jogadores de fama mundial estão presentes, as regras foram parcialmente deixadas de lado — ao menos a figura do juiz foi — e mantém-se a formação de cinco contra cinco. Mas são muitas pontas soltas, glitches gráficos e uma série de deslizes em relação à jogabilidade. Dessa forma, embora o modo campanha traga diversos objetivos e possibilidades de personalização, fato é que a proposta “arcade” de Pure Futbol acaba bastante limitada por uma série de mecânicas equivocadas e/ou repetitivas. Não que jogar em um campo amador com um belo crepúsculo não seja particularmente inspirador. Mas algo parece ter faltado. Aprovado Modo campanha variado Escorregadas à parte, não se pode negar que Pure Futbol apresenta um modo campanha criativo e que pode até mesmo conferir alguma longevidade ao título. Após um rápido tutorial (opcional), você cria o seu próprio time e o seu capitão para, em seguida, encarar vários desafios a fim de levar a sua equipe da várzea para os holofotes. Mas os objetivos aqui também são próprios de partidas amadoras; coisas como “quem fizer dois gols primeiro ganha”. Entretanto, existem ainda outros objetivos mais específicos que você pode cumprir durante as partidas, como permanecer mais tempos com posse de bola, ganhar por uma diferença específica de gols ou dentro do tempo limite. Isso garante, além da vitória, a possibilidade de contratar jogadores específicos do time adversário. Hardcore até a veia! No que diz respeito ao ritmo de jogo, Pure Futbol traz algo bastante semelhante a FIFA Street: o negócio é apostar na velocidade, com um mínimo de regras, para que a bola permaneça rolando por muito mais tempo. Em outras palavras, nada aqui tenta flertar com um simulador de futebol; é “hardcore” puro, simples e declarado! Dessa forma, a figura do juiz foi deliberadamente excluída, e as partidas de cinco contra cinco se parecem muito com aquele seu futebol de fim de semana — com poucos passes, faltas ignoradas e dezenas de gols. Até mesmo as cobranças de lateral e escanteio foram aceleradas: você tem cinco segundos para fazer o lançamento. Craques caricatos O estilo visual assumido por Pure Futbol é, não por acaso, semelhante àquele utilizado durante vários anos para FIFA Street. Complementando a jogabilidade rápida e irreal, aparecem jogadores caricatos, com feições e traços exagerados. Como um toque especial, as comemorações de gols e de vitória ficam em algum lugar entre o ridículo e o apoteótico. De fato, é “ame ou odeie”. Reprovado Direto para o gol! A intenção de criar uma jogabilidade fluida não foi ruim. O problema é que Pure Futbol acaba naufragando entre barras, medidores e mini games o que, embora confiram velocidade, acabam limitando as possibilidades e tirando o controle das mãos do jogador. E o pior: o péssimo sistema de passes dá somente duas opções para se fazer gol: correr e chutar diretamente, ou cruzar e encarar dois mini games enfadonhos — você terá que acertar o ponto certo da barra tanto para cruzar quanto para cabecear, sob o risco de simplesmente ver a sua bola passando ao lado do gol se o seu timing não for perfeito. Outro tiro no pé da Ubisoft é o sistema de corrida. Basta apertar “R2” para ver o seu jogador disparar sem precisão, em uma direção praticamente aleatória. Das duas uma: ou você atravessa com bola e tudo uma das linhas do campo, ou entrega de bandeja a pelota para um jogador adversário. Fato é que o estilo “chute a gol” de Pure lembra mais uma partida de basquete — em que praticamente nada ocorre no meio de campo — do que de futebol. Ah, o sistema de faltas... O sistema de faltas de Pure Futbal só não é tão ruim quanto é sem sentido. Funciona da seguinte forma: cada time tem uma barra de falta que é completada conforme se disparam manobras defensivas, digamos, pouco honestas. Dessa forma, embora um carrinho direto nas pernas do adversário possa não parar o jogo imediatamente (?!), uma vez que a barra seja completada — isso em qualquer parte do campo —, ganha-se um pênalti. Aí fica a pergunta: por que não deixar sem faltas logo de uma vez? Pois é. Defenda se puder Jogar defensivamente em Pure é uma tarefa verdadeiramente hercúlea. A marcação dos seus jogadores é horrível, roubar a bola sem carrinho é quase impossível e, para ajudar, a câmera às vezes resolve não focar no seu campo de defesa — basta um contra-ataque rápido do adversário para que o gol saia sem que você ao menos tenha visto como foi! Enfim, novamente, duas opções: distribua carrinhos a torto e a direito, ou espere que o seu goleiro faça milagres — o que não é bem a especialidade dele. Para completar, os goleiros aqui ainda têm o péssimo hábito de espalmar mesmo os chutes mais fáceis... Isso quando não erram o canto em um chute de meio de campo. Patacoada online Jogar Pure Futbol online pode ser tão decepcionante quanto as partidas offline. Existem “lags” — muitos, na verdade —, a impossibilidade de se criar os próprios torneios e ligas e, para completar, você terá que assinar o serviço exclusivo da Ubisoft, o Uplay Service. Você ainda deve penar com aquele famoso inconveniente de jogadores que abandonam a partida no meio. Enfim, uma pena, até porque o sistema de comércio online de jogadores utilizando “pure points” é interessante. O seu maior desafio: a música Da primeira vez que se entra em campo, a música incomoda um pouco, mas aguenta-se. Só a mistura entre futebol e filme do Chuck Norris — com batidas fortes dignas de filmes de ação — cansa, e muito, com o tempo. Não apenas as músicas, mas também os sons. Ao chutar a bola você fica com a nítida impressão de que enfiou o pé em um pedaço de papelão. Lamentável. Vale a Pena? A ideia de colocar jogadores com fama global para digladiarem em partidas ligeiras e sem firulas tem realmente o seu charme — não é nem de longe original, mas tem. O problema é que Pure Futbol aparenta ser mal acabado em tudo. São gráficos toscos, jogabilidade limitada e jogadores com Q.I. de alcachofra. Nem mesmo as belas paisagens de Milão e Amsterdã podem compensar os seus suados tostões aqui. Honestamente? Fique com o seu PES ou o seu FIFA. Nota: 8,7
Plataforma: PS3 Gênero: Ação Jogabilidade: Bom Idade mínima recomendada: 16 anos História: NIER é uma espécie de mostruário de quase tudo o que foi feito até hoje, desde a quarta geração de consoles (talvez até antes) até agora. Existe ação em plataforma estilo Ninja Gaiden, pancadaria típica de Devil May Cry, perspectiva “top-down” The Legend of Zelda: A Link to the Past e, como não poderia ser diferente, todo um pano de fundo construído sobre um fabulário maniqueísta tipicamente Final Fantasy. O grande problema é que o todo aqui é menor que a soma das partes. O flerte com diversos estilos que deram certo ao longo dos anos simplesmente não consegue espantar o irremediável tédio que ocupa a maior parte de NIER. Também é incapaz de disfarçar algumas mecânicas descaradamente datadas, bem como as diversas arestas que ficaram por aparar. Em suma: trata-se da reunião de diversas boas ideias que simplesmente não conseguem nenhuma ligação entre si capaz de criar algo realmente divertido. Para efeitos de classificação, talvez se pudesse colocar a empreitada da desenvolvedora Cavia como um RPG de ação com pretensões de Final Fantasy — vale lembrar que apenas a publicação do jogo ficou a cargo da Square Enix, portanto pode respirar aliviado. Existem momento de pancadaria pura e simples, mas também há diálogos e a evolução de personagens tipicamente RPG. Entretanto, não há aqui a mesma sinergia entre ação e história que existe, por exemplo, em The Legend of Zelda: Ocarina of Time. A impressão de heterogeneidade é constante na maior parte do tempo: o seu protagonista — talvez o mais feio desde que Mike Haggar deu as caras em Final Fight — parece constantemente arremessado de um jogo para outro. Sem explicação. Sem transição. E, finalmente, sem o menor sentido. Mesmo a tentativa de conferir liberdade na forma de um mundo de jogo aberto parece ser um tiro que saiu pela culatra. Por quê? Muito simples: atravessar as extensas colinas de NIER é terrivelmente tedioso, já que não existe praticamente nada para preencher todo esse espaço, além de alguns animais selvagens e os mesmos inimigos genéricos — os risíveis “shades”, que mais parecem esboços de monstros largados pela metade. Aprovado Como desperdiçar uma boa história O mais lamentável, entretanto, é que algo aqui realmente se salva. A história, entremeada de por elementos surpresa, reviravoltas e reentrâncias, realmente tem potencial. Não, certamente não se trata de nada terrivelmente original, e a trama aqui bem poderia ser reduzida a uma congregação de steampunk, mitos japoneses e o fabulário próprio de Final Fantasy. NIER inicia em uma nevasca durante o ano de 2049. O cenário é uma metrópole em ruínas onde, aparentemente, os remanescentes da raça humana se limitam a um sujeito de meia idade e sua filha terrivelmente doente. Subitamente, e sem maiores explicações, você é arremessado para 1.312 anos no futuro, para uma era em que a humanidade parece ter voltado às tradições medievais — embora com elementos tecnológicos aqui e ali. Novamente, você assume o controle do homem desesperado para encontrar a cura para a singular doença da filha — runas misteriosas desfilam pelo corpo da menina, algo que faria mesmo os casos mais graves de HPV parecerem pedestres. Você então descobre que a terrível doença da menina tem ligações misteriosas com estranhas sombras fantasmagóricas — aqueles esboços de monstros — que aos poucos se alastram por todo o mundo. A grande questão aqui é: se você conseguir atravessar aproximadamente dois terços de história com andamento lento e praticamente nenhum acontecimento relevante, lá pelo final do jogo algumas surpresas conseguem de fato atrair a atenção, conforme as pontas soltas do início do jogo ganham um bem-vindo “deus ex machina”, e tudo subitamente passa a fazer sentido. Personagens (quase) carismáticos Embora as participações dos demais personagens de NIER sejam um tanto diluídas demais, é inegável que existem algumas personalidades excêntricas no jogo com algumas capacidades empáticas. Até porque, mesmo o mais singelo dos coadjuvantes em NIER é muito mais interessante e carismático que o seu prosaico protagonista sem nome — o batismo fica por sua conta. Talvez a presença mais marcante seja a do livro falante Weiss. Com um estilo que lembra Alan Rickman (Snape, de Harry Potter) com complexo de divindade, o grimório faz comentários sarcásticos, dá dicas, interage com outros personagens e, por fim, faz tudo o que o seu protagonista — que se interessa unicamente por destruir coisas e curar sua filha — não faz ao longo de toda a trama. Também existe a controversa Kainé. Trata-se da figura que pragueja exageradamente logo na tela de abertura de NIER. Entretanto, o que sobra em vocabulário obsceno, falta em roupas: a indumentária da moça é uma espécie de “realização sado masoquista” da estética de Final Fantasy. No mais, é a típica companhia taciturna (uma Lightning sem boas maneiras) do herói do jogo. Você vai encontrá-la em um vilarejo próximo, após algumas das muitas perambulações do jogo. Ah, sim. E é bom não ser preconceituoso: a moça não é, digamos, propriamente uma mulher... Colossi cover Uma das poucas coisas que conseguem interromper o clima cinzento e prosaico de NIER são as batalhas contra os vários chefes do jogo. Embora não sejam realmente desafiadores, as abominações gigantescas — com protuberâncias asquerosas e pele pegajosa — conseguem não apenas quebrar a monotonia da maior parte da história, com ainda quebram a imensidão genérica dos ambientes no game. Não é um Shadow of Colossus, mas também não faz feio. Às vezes, o melhor é prestar atenção à música Embora a música de NIER acabe às vezes como mais um dos tantos elementos heterogêneos do jogo, não se pode negar que se tratam de faixas belas e muito bem executadas. Com vozes suaves e instrumentos acústicos, a trilha sonora do jogo faz um bom trabalho ao evocar um clima idílico e de tranquilidade. Mesmo em algumas cenas de ação, o andamento lento das músicas consegue realizar um contraponto interessante. Nota: 8,9
Plataforma: PS3 Gênero: Ação Jogabilidade: Boa Idade mínima recomendada: 16 anos História: O primeiro pacote de conteúdo adicional para Dead to Rights: Retribution chega amanhã na PSN e XBLA. Trata-se do GAC Pack DLC, que oferece a oportunidade de o jogador interagir mais com a sombria organização Grant City Anti-Crime de duas formas diferentes. A primeira é através da nova campanha: Assault on the 87th Precint. Em vez de controlar o policial Jack Slate da divisão K9, desta vez o jogador acompanha alguns acontecimentos do ponto de vista de três agentes especiais da GAC. Porém, a segunda atração é com a dupla tradicional (Jack e Shadow) tentando sobreviver a uma série de ataques da GAC. Três personagens novos, mas ninguém para superar a velha dupla Assault on the 87th Precint começa com um franco atirador que precisa "varrer" a vigilância de um presídio com a vantagem de estar dentro de um helicóptero. O personagem se chama Copperhead e seu atributo principal é a destreza de um agente perfeito para infiltrar-se em bases e manejar um rifle de longo alcance. Depois de deixar a área mais segura, a segunda tarefa do jogador é entrar no prédio e sabotar os geradores de energia. Todavia, a operação pede para evitar ao máximo qualquer morte entre os policiais hostis, sendo necessário adotar meios que apenas os deixem atordoados. Quando a missão de Copperhead é completada, o segundo personagem fica prontamente disponível para a ação. Kodiak é um brutamonte equipado com uma armadura que o torna letal em combates corpo a corpo. Esse "rinoceronte" é capaz de arrasar os policiais sem disparar um único tiro, mas em todo caso ele carrega uma pistola. Já o terceiro soldado só é liberado após finalizar todos os objetivos com Copperhead e Kodiak, o que sem dúvidas vale o esforço para poder jogar com Tank. Ele é um verdadeiro tanque de guerra humano, com uma armadura poderosa e armamento pesado para explodir e metralhar qualquer coisa em seu caminho. Além do Assault on the 87th Precint, o DLC também oferece o modo arcade Riot – equivalente a um modo Horde ou Survival. Nele o jogador precisa superar várias ondas de tropas GAC no papel de Jack Slate, mostrando que ninguém é capaz de derrotar o velho policial com a ajuda de Shadow (o cachorro). O preço do GAC Pack DLC é de apenas cinco dólares e promete valer a pena para quem precisava de algum incentivo para jogar Dead to Rights: Retribution outra vez. Nota: 9,0
Plataforma: PS3 Gênero: Ação Jogabilidade: Bom Idade mínima recomendada: 18 anos História: Sem Scofield como astro, jogo consegue estragar a melhor temporada do seriado. Muito tempo já se passou desde o término da série Prison Break e boa parte de sua popularidade foi dissipada, mas mesmo assim a desenvolvedora ZootFly trouxe ao mercado The Conspiracy, uma aventura baseada diretamente na primeira temporada, considerada pela grande maioria como a melhor de todas. A trama começa com Lincoln Burrows sendo vítima de uma acusação injusta de assassinato — indo parar direto no corredor para a cadeira elétrica — e seu irmão prodígio, Michael Sofield, bolando um plano mais do que mirabolante para salvá-lo da execução, tendo absoluta certeza da inocência do irmão. Mas antes que você crie qualquer expectativa, já adiantamos que a narrativa não é exatamente fiel aos acontecimentos da série. Ao contrário do desejo de muitos, em Prison Break: The Conspiracy os jogadores não controlam os irmãos Scofield ou ainda qualquer outro dos presidiários que se juntam à aventura de fuga. Encarando a prisão pelo trabalho Quem entra em cena é Tom Paxton, um oficial da Companhia sem passado e sem grande personalidade. Ao menos é essa a impressão que fica. Para quem não lembra, a Companhia (The Company) é a grande vilã do seriado, responsável pelo controle de influências, recursos e armamentos, além da óbvia incriminação de Lincoln Burrows. Ao Tom é passada a tarefa de observar a atividade dos irmãos e descobrir o que é que eles estão tramando (no caso, a fuga). Largado sem qualquer proteção na prisão, você passa a ter que agir como um dos penitenciários, correndo em busca de proteção e de favores, algo conquistado por meio de uma série de missões entediantes e questionáveis. Alguns exemplos incluem a coleta de facas na cozinha, pílulas escondidas na enfermaria ou o simples acompanhamento de um delator. Mas, antes de começarmos a tratar das falhas do título desenvolvido pela ZootFly, vamos logo ao que nos agradou na aventura do protagonista duplamente fictício... Aprovado. Do que nós gostamos Revendo rostos familiares Com exceção de alguns dos personagens — como Haywire e Sarah Tancredi, que não se parecem nada com os atores da série televisiva, provavelmente por questões contratuais — você encontrará a maior parte do elenco pelos corredores da prisão. Isso vai além da dupla de astros e inclui até mesmo favores para o C-Note e o compartilhamento de cela com Fernando Sucre. Para quem é fã e já optou pela compra do game, vale a pena dar uma passeada para conferir os jardins, o infame corredor de celas ou até mesmo o hospício, com as luzes cortadas devido a algumas artimanhas dos detentos. Conquistas e troféus garantidos Se você estiver procurando por um jogo para elevar os seus status online (tanto na Xbox Live quanto na PlayStation Network), saiba que Prison Break: The Conspiracy é uma boa escolha. Praticamente nenhuma das conquistas e troféus pode ser perdida ao longo da campanha e a maioria vem dentro de alguns minutos. São quarenta e seis ao todo, sendo que o mais difícil de todos (que consiste na conquista dos demais) não deve tomar mais do que quinze horas do seu tempo. Infelizmente, isso também significa que o conteúdo do jogo é decepcionantemente raso... Reprovados. O que espantou o BJ... No mau sentido A fórmula do fracasso Ah... Fox River! Tanta história rolou dentro dos portões desta penitenciária, não é mesmo? O problema é que praticamente nada de bom da narrativa foi traduzido para a campanha do game, que se resume a algumas lutas (com controles horrorosos, que descreveremos adiante) e sessões extremamente entediantes de infiltração em departamentos restritos do complexo. Como já citado na introdução, seus objetivos são básicos, consistindo na coleta de itens e objetos, ou na observação de possíveis delatores que serão assassinados na sequência. Para executar estas missões você deve aproveitar a movimentação silenciosa de Paxton, se encostando às colunas e saltando de um ponto ao outro. Conteúdos extras são praticamente inexistentes, a não ser pela arena de combate que não serve para nada além da conquista de tatuagens. Depois de um tempo, tudo passa a se repetir, apenas com outro pedido e outro objeto. A verdade é que dentro de pouco mais de uma hora e meia de partida você já terá experimentado tudo o que o game tem a lhe oferecer, de combate e musculação até escaladas por rotas bem óbvias. Prisão de brinquedo Outra coisa que não foi traduzida para o jogo foi a sensação de segurança da penitenciária, que na série era uma das melhores do país (tanto é que Michael se bateu para tirar o irmão de lá). As missões conferidas pelos detentos a você contam com trilhas prontas pelas janelas, jardins e becos escuros da cozinha. Mais estranho ainda é que as trilhas são óbvias, já que a cerca elétrica convenientemente está ausente no local apropriado para você subir, ou ainda porque algum gênio conseguiu criar um caminho completo de telhas sobre o forro da prisão para você andar rolando até o seu destino, já dentro da administração. Mas mesmo com tudo isso em ordem, fica óbvio que os guardas das guaritas superiores (munidos de rifles de alta precisão) estão mesmo preocupados em tirar um cochilo em suas cadeiras, ou quem sabe com o jogo que pode estar passando na televisão portátil... Tudo é possível, não é mesmo? Enquanto isso você sai por aí, passeando pelos telhados da vizinhança. Comportamentos atípicos Tratando da inteligência artificial dos trabalhadores e dos próprios policiais, temos que ser sinceros e afirmar que a ZootFly fez um péssimo trabalho. Em algumas situações os oficiais que rondam os corredores o veem no escuro, por trás de duas pilastras e instantaneamente, sem nem dar chance para fugas. Em outras eles viram em uma sala, dão de cara com você no claro e ficam caminhando — raspando em seu corpo — por cerca de três a quatro segundos até que a sua missão falhe e a mensagem de Game Over surja na tela. Os personagens também sofrem com as sequências mecanizadas de ação, que são ativadas apenas pela posição do protagonista. Imagine, por exemplo, que você precisa cruzar um corredor protegido para sair em outra sala. Depois de abrir a porta os guardas simplesmente sairão para tomar um café, enquanto você atravessa o corredor, desativando magicamente as câmeras que estão nos cantos. O problema não é o fato dos guardas adotarem uma rotina pré-computada de acordo com o seu deslocamento, mas sim a clareza com que isso salta aos olhos durante toda a partida. É praticamente desnecessário pensar e até mesmo itens adicionais (como guarda-roupas e rádios) são desperdiçados. Outro ponto que pode deixar os jogadores com a pulga atrás da orelha é o gravador de voz que Tom carrega consigo. Em que presidiário isso seria permitido? Só no deste jogo, já que nem os guardas e nem mesmo seus colegas de cela parecem ligar para as sessões de diário do protagonista. Aproximação forçada Toda a falta de cuidado com o funcionamento da prisão acaba estragando outra parte do jogo, que é a história, já criada com um personagem que sequer existiu na televisão (algo que pode irritar os grandes fãs). Tom Paxton não carrega consigo nenhum carisma e sua personalidade é pouco trabalhada ao longo da narrativa. Além disso, seguindo pelo conceito da série, é no mínimo absurdo vermos um agente dentro da penitenciária, completamente desamparado. Eles teriam poder mais do que suficiente para acompanhar a trama à distância, sem a necessidade de infiltração. Para piorar ainda mais as coisas, personagens cruciais como T-Bag não ganham praticamente nenhuma atenção no jogo, que fica muito aquém do esperado. Os fãs sairão desapontados por ver que o projeto não se sai bem nem mesmo neste quesito. A visão de um penitenciário O jogo tem suas passagens mais belas (geralmente corredores escuros que contam com boa iluminação) e fica melhor do que catástrofes como Rogue Warrior, mas é inegável que o departamento gráfico exibe muitas falhas graves. Em primeiro lugar temos os serrilhados, bem pronunciados pela aplicação de um filtro granulado. As texturas não são as mais nítidas e ainda sofrem com a falta de filtragem anisotrópica adequada, o que deixa duas faixas de detalhamento distintas na tela. As sombras de prédios e arquibancadas costumam brotar na medida em que você caminha, o que quebra o cuidado com a iluminação dos cenários. Por fim temos as animações de falas e de golpes, que não convencem nem de longe e muitas vezes fogem de sincronia com a voz. Controles nada fenomenais Nos consoles, controlar Tom Paxton em sua aventura não é uma tarefa agradável. A câmera fica excessivamente aproximada e os comandos são básicos, contando com funções para golpear, abaixar, correr e até mesmo defender, mas tudo é extremamente truncado. Na hora da luta, por exemplo, você só pode desferir dois tipos de soco, sendo um forte e um fraco. O problema é que o sistema é tão mal feito que o jogo muitas vezes não registra seu acerto, sem contar que não há nenhum tipo de equilíbrio quando os golpes começam a voar, com animações picotadas e desconexas. Paxton não evolui ou ganha novos movimentos. Levantando peso o máximo que você conseguirá será aumentar a resistência e a velocidade. Mas o pior ainda está por vir: QTEs. O jogo utiliza os famosos Quick Time Events (situações similares às de God of War, nas quais é requerido que o jogador pressione um botão específico), mas sem qualquer qualidade ou critério. Em algumas vezes é necessário pressionar diversas vezes o botão mostrado. Na sequência ele é trocado sem qualquer aviso, fazendo com que você pressione o comando errado e seja jogado ao chão, tendo que repetir tudo o que havia feito desde o último “checkpoint” na missão. Avaliação Final Vale a pena? Não há como negar. Prison Break: The Conspiracy sofre da síndrome das adaptações de séries. O resultado é pavoroso para os que entram na trama esperando por um bom jogo de ação e de suspense. Os fãs levarão um golpe ainda maior, não tendo nem mesmo a chance de controlar os astros. A proposta da narrativa em paralelo aos acontecimentos da primeira temporada da série apenas limita a exploração dos personagens, de forma que alguns dos principais nomes mal aparecem ao longo das missões. O combate é horrível, não respeitando qualquer critério de qualidade. No fim das contas o que sobra é uma aventura extremamente repetitiva, sem possibilidade de exploração ou entretenimento com tarefas alternativas, marcada por falhas grotescas que o farão acelerar para atingir o final ou então largar o controle de uma vez. Prefira jogos como Metal Gear, que é vendido pelo mesmo preço e oferece muito mais qualidade. Nota: 9,0