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quarta-feira, 7 de julho de 2010

WII - Toy Story 3


Plataforma: WII
Gênero: Aventura
Jogabilidade: Bom
Idade mínima recomendada: 6 anos
História: Você pode até torcer o nariz, mas seu priminho vai adorar. Você conhece aquela história de que “jogos baseados em filmes normalmente são ruins”? Provavelmente, deve saber muito bem disso — se não souber, o Baixaki Jogos veio lhe salvar. Na atual geração, o mundo foi “presenteado” com títulos de peso como G.I. Joe: The Rise of Cobra e Hellboy: The Science of Evil. O peso, neste caso, pode ser responsável por afundar sua vida em tristeza e amargura.
OK, menos, Baixaki Jogos. Felizmente, temos alguns títulos que conseguem transmitir um pouco das telonas para os consoles. Estamos falando dos jogos baseados em filmes para um público mais jovem. Se você frequenta o nosso site, então provavelmente deve se lembrar de Disney-Pixar Up, game baseado em Up! Altas Aventuras que aterrissou em várias plataformas e foi bem recebido pela equipe do Baixaki Jogos.
Sim, estamos falando de jogos direcionados a crianças. Ou seja, nada de elementos extremamente profundos, como níveis ao estilo RPG ou qualquer outra coisa comumente encontrada em games para Xbox 360 e PlayStation 3.Mas, dentro de seus limites, Up! Se sai muito bem, assim como diversos outros títulos.
Agora, a mesma galera responsável pela aventura traz de volta um dos filmes mais marcantes quando o assunto é animação em CG. Toy Story 3 já está nas telonas, sendo aclamado tanto pela crítica especializada quanto pelo público em geral. Quem ainda não pôde conferir a nova aventura de Woody e Buzz pode procurar pelo game baseado no filme. Mas, antes disso, dê uma olhada em nossa análise de Toy Story 3 (o jogo), é claro.
Quando vi que Toy Story 3 era o próximo título a ser analisado por mim, me lembrei de Disney-Pixar Up, conforme mencionado anteriormente, e do primeiro jogo baseado em Toy Story que joguei, ainda no Super Nintendo. Criou-se uma expectativa que, de certa forma, foi suprida pelo título. Mesmo que alguns elementos tenham surgido de maneira diferente da qual imaginei, a essência estava lá: um mundo colorido por gráficos legais, a perspectiva em terceira pessoa e o bom e velho estilo plataforma.
Mas, além disso, Toy Story 3 também mostrou algo a mais. Mesmo com alguns problemas relacionados aos controles e uma campanha curtíssima, o game ousa ao trazer os elementos do mundo aberto para um gênero tão conciso e estereotipado. Woody e sua turma não consegue trazer um impacto equivalente ao causado nas telonas, mas, mesmo assim, não faz feio — principalmente para seu irmãozinho ou filho.
Aprovado
Ao infinito e além!
Um dos elementos mais marcantes de Toy Story 3 é sua fidelidade com o filme. Não, não estamos falando do roteiro em si, mas das dublagens e do próprio estilo do game. Na versão para PC, temos um jogo completamente em português, com direito às atuações fantásticas de dubladores como Marco Ribeiro e o espetacular Guilherme Briggs, no papel de Woody e Buzz, respectivamente.
Fora isso, todos os personagens vistos nas telonas também aparecem nos consoles. O melhor de tudo é que quem cuida de suas vozes no cinema também repete o trabalho no PC, deixando o título muito mais amigável — principalmente para as crianças.
Fora isso, quem já assistiu ao terceiro filme perceberá vários momentos das telonas no game — tudo isso sem grandes spoilers (revelações do enredo). Até mesmo a direção das cut-scenes é análoga à versão para os cinemas. Tudo isso sem contar o estilo dos menus e o dos cenários em geral. Em suma, Toy Story 3, o jogo, é inconfundível.
Mesmo com uma trama não tão impactante quanto a dos cinemas, o título também consegue prender o jogador, principalmente pela grande variedade de extras e pelo estilo inusitado das missões e modos de jogo.
Brinquedos para todos
Em relação à jogabilidade, Toy Story 3 se comporta como muitos outros jogos baseados em filmes “tranquilos” que encontramos por aí. Não há segredo, basta pegar no controle, saltar, escalar e atacar com bolas de borracha. Contudo, o jogo traz algumas habilidades específicas para cada personagem. Buzz, por exemplo, pode lançar seus amigos para longe, permitindo o acesso a locais de difícil alcance. Já Woody usa seu chicote para agarrar em objetos, enquanto Jessie é a mais habilidosa nos momentos de plataforma.
Há também alguns outros brinquedos que acabam fazendo parte da jogabilidade. Bala no Alvo, por exemplo, é a fiel montaria de Woody que cabe muito bem em diversas missões do game. Já Buzz apela para seu raio laser, enquanto os Soldados são lançados para que o jogador possa cumprir determinados mini games.
Além das fases tradicionais, na qual o jogador segue, de modo linear, a trama proposta pelo título, controlando Woody, Jessie e Buzz, também temos o modo Toy Box. Aqui você tem a chance de literalmente brincar com o jogo. É possível explorar livremente o local para encontrar novas missões, conversar com outros brinquedos, participar de mini games e muito mais. Não é a toa que o modo se chama Toy Box (caixa de brinquedos, em português).
Fora este modo, que garante boas horas de diversas, graças à variedade de missões e ao sistema de personalização, Toy Story 3 conta com oito níveis que levam apenas algumas horas para serem completados. Mas, é realmente o Toy Box que prenderá sua atenção, já que é possível customizar praticamente tudo, alterando o tema para outros filmes famosos da Pixar, e ainda encontrar vários itens desbloqueáveis. O título apresenta também um modo multiplayer, permitindo que outro jogador entre no game quando bem entender.
A alma de Toy Story
Sem dúvidas, grande parte do impacto de Toy Story é ocasionado pelo visual atraente, assim como pela trilha sonora. Mais uma vez, Randy Newman empresta sua voz e seus dotes musicais para os fãs se deliciarem com diversas versões distintas de You Got a Friend in Me, faixa principal de Toy Story.
Durante o jogo, a reprodução dos brinquedos e do estilo colorido e alegre de Toy Story também é explícita. Muitos dos ambientes também aparecem no filme, enquanto outros poderiam se encaixar perfeitamente numa próxima aventura das telonas.
Nota: 8,5

domingo, 6 de junho de 2010

WII - Super Mario Galaxy 2

Plataforma: WII
Gênero: Aventura
Jogabilidade: Ótima
Idade mínima recomendada: 6 anos
História: Já em 2004, ainda antes do lançamento da sétima geração de consoles, Reginald Fils-Aime — o presidente da divisão americana da Nintendo — disse que eles “precisavam e criariam um jogo com Mario que impressionaria esta geração”. A verdade é que a esta altura a empresa já devia ter traçado os planos para o Wii (até então conhecido como Revolution) e para a nova aventura de seu mascote.
Mas pouco sabia “Reggie” que o jogo que realmente impressionaria viria somente em 2010. Super Mario Galaxy (o episódio anterior) foi bem recebido devido à manipulação dos saltos pelo espaço, mas também apresentava alguns contratempos. O jogo foi notável, mas todos esperavam por mais.
Um processo de evolução natural
Meses depois do lançamento, Shigeru Miyamoto sugeriu que a equipe principal da Nintendo começasse a trabalhar em uma espécie de expansão, apelidada de “Galaxy 1.5”. Em pouco tempo o time desenvolveu tantas novidades que o projeto foi aumentado e virou Super Mario Galaxy 2, ganhando mais dois anos de tempo para seu desenvolvimento. Muitas melhorias foram realizadas em torno no núcleo principal e da mecânica de gravidade que atua nos pequenos planetas, abrindo espaço para cerca de 90% de conteúdo inédito e uma dose extrema de diversão. Sim, Super Mario Galaxy é o jogo que conseguiu nos impressionar e que certamente agradará a todos os jogadores que tiverem a oportunidade de testá-lo.
O que você verá a seguir é apenas um detalhamento de tudo o que encontramos ao longo de nossos testes. Confira!
Aprovado
Universo vivo
A primeira coisa que você notará ao começar a sua jornada é o quão “vivo” o jogo parece. Pequenas criaturas passeiam por todos os cantos, habitando não só as curvas da galáxia, mas também a sua própria espaçonave. Há possibilidade de interação com praticamente todos os personagens, cada qual com reações e diálogos únicos.
A linguagem é universal, não exigindo a compreensão do inglês já que a história (desta vez bem mais simplificada e charmosa que a anterior) se desenvolve rapidamente pelo uso das imagens e do próprio áudio, com pequenos barulhos que caracterizam cada personagem. O humor é leve, inocente e refinado, presente em cada ação que o jogador realiza pela tela. Uma aula de criação
Os artistas responsáveis pela elaboração dos estágios do jogo exibiram todo o talento que têm ao longo das fases. É absurda a maneira como o game consegue brincar com a mente do jogador misturando 2D com 3D, invertendo a gravidade de um lado para o outro, girando plataformas para cima e para baixo ou ainda transformando bolas de neve em caminhos sobre lava líquida.
O nível de complexidade aumentou consideravelmente em comparação ao primeiro Mario Galaxy. Não nos referimos diretamente à dificuldade, que permanece bem equilibrada, mas sim ao jogo furioso de câmera, à movimentação dos blocos e do próprio aproveitamento do espaço.
O curioso é que tudo isso é feito de forma extremamente planejada. Ao invés de causar uma tremenda confusão mental, Super Mario Galaxy 2 satisfaz com mudanças bruscas que são intuitivas para praticamente todos os jogadores, por mais absurdas que elas pareçam a princípio.
Sobre tudo isso há ainda as batalhas contra os chefes, que testam tudo o que o jogo ensinou ao longo das estrelas anteriores e divertem pelo uso de diversas ferramentas, sendo a perspectiva uma delas. Todas são únicas e causam surpresa.
Nunca o mesmo
Mas o que mais surpreende é a quase completa ausência de repetição ao longo do jogo. Mesmo com centenas de coisas a serem feitas (incluindo a coleta das estrelas), a verdade é que você sempre estará “redescobrindo” os elementos de partida, de saltos — que exigirão cada vez mais habilidade — ao uso dos Power-Ups.
Tudo recebe alguma alteração ao longo do caminho, o que torna inédito até mesmo algumas das coisas que estavam presentes no primeiro jogo da série (um feito memorável). É o caso do rol de itens, expandido consideravelmente. Entre as novidades temos a flor de nuvens, o cogumelo de pedras e até mesmo uma broca que atravessa os cenários de ponta a ponta — garantindo quebra-cabeças interessantíssimos em conjunto com a ação da gravidade.
Desconsiderando os itens e partindo apenas para a jogabilidade ainda temos os estágios de patinação, natação e voo, que são como pausas na sequência tradicional, transformando Super Mario Galaxy 2 em algo completamente diferente do esperado.
Nota: 10,0

domingo, 2 de maio de 2010

WII - Mega Man 10

Plataforma: WIi
Gênero: Avenura
Jogabilidade: Ótimo
Idade mínima recomendada: 8 anos
História: O robozinho azul está de volta, e como nos velhos tempos.
Mega Man 10 recorre a gráficos de 8 bits e jogabilidade hardcore para transmitir uma experiência única aos fãs. O título pretende dar continuidade ao velho estilo da franquia, combinando jogabilidade e design de fases da forma apropriada com o estilo retro.
Desta vez é possível escolher o nível de dificuldade antes de começar uma aventura. Enquanto o novo nível easy permite passar pelas fases sem problemas (nem emoção), o normal oferece verdadeiros desafios em que o jogador precisa aprender a jogar aos poucos. Já o hard é o teste final, quem o superar provará ao máximo a experiência.
Muitos obstáculos parecem "sacanas" demais para iniciantes – pulos que beiram o suicídio e ataques que surgem de todas as direções ao mesmo tempo –, mas um pouco de prática consegue superar o problema e o nível easy é uma alternativa para ficar bem preparado. O desafio é um dos aspectos mais satisfatórios de Mega Man 10. Se não fosse pelos cenários bem feitos, e difíceis, esta produção seria descartável.
O robozinho azul é o personagem principal, porém o Proto Man também pode ser selecionado. A diferença entre os dois é a possibilidade de carregar os tiros, deslizar no chão e se defender com um escudo ao escolher a segunda opção. De qualquer jeito, a jogabilidade parece combinar melhor com o tradicional Mega Man que só pula e atira - tanto que o ranking online só funciona para ele.
Também há o Bass, um terceiro herói capaz de disparar em sete direções, disponível por download. Outros conteúdos adicionais (DLCs) são três estágios especiais mais o Endless Mode – um modo infinito, no qual o objetivo é passar pelo maior número de telas possíveis. São produtos recomendáveis para quem realmente adorou Mega Man 10 e quer um pouco mais.
O enredo do título é sobre uma doença que afeta robôs, a robofluenza, e sua missão é partir em busca da cura. Como sempre, a primeira coisa a se fazer é escolher um dos oito chefões que você quer enfrentar. Ao derrotar um deles, uma nova habilidade é absorvida. E quando todos forem aniquilados, fases adicionais surgem para chegar ao verdadeiro vilão.
É uma boa ideia obedecer a uma ordem de seleção de estágios que permita tirar proveito máximo dos poderes. Além de cada habilidade infligir grandes danos a chefões específicos, elas também auxiliam a superar com facilidade os estágios – derrotar o Chill Man garante as capacidades de congelar inimigos e criar fileiras de espinhos, ambas muito úteis para barrar oponentes velozes.
Se fechar o jogo no hard não bastar para você, há cerca de 80 tarefas extras no Challenge Mode. Trata-se de um modo que propõe desafios extras, os quais requerem muita perícia para pular com precisão em plataformas rodeadas por espinhos ou superar chefões sem receber danos.
Também há o modo Time Attack em que o objetivo é fechar os estágios o mais rápido possível, contado com um ranking online para servir de referência sobre as melhores colocações. Aqueles que completam uma fase em pouco tempo possuem um replay para que todos confiram a façanha – e aprendam com os mestres, servindo como ótimo tutorial. Aprovado Do que nós gostamos. Old School Enforced
O produtor Hironobu Takeshita buscou inspiração em Mega Man 2, resolvendo criar uma obra baseada no estilo que impulsionou o sucesso da franquia. No fim, gráficos em 8 bits acompanhados por trilha sonora chiptune (composta por "bips") foram adotados junto com um design (leia-se: as intenções das fases) estupendo.
Por sorte, o visual old school (termo referente ao padrão clássico) nunca ficará ultrapassado, pois há muitos jogadores que sentem saudades do velho estilo e outros simplesmente simpatizam com obras que fazem referência aos primórdios da indústria dos games. Em todo caso, podemos afirmar que os gráficos seguem de maneira genial a proposta.
Por outro lado, há o argumento: "O que faz eles pensarem que eu vou querer jogar algo que é a mesma coisa há 22 anos? Sem evolução nenhuma!"
A resposta está na permanência da essência da obra e seus desafios peculiares que tornam a experiência surpreendente. Os gráficos são apenas um detalhe nostálgico, que geralmente é bem aceito pelos fãs.
Trilha sonora
Outro aspecto que se ateve às origens é a trilha sonora. Muitos sons seguem o modelo que os antecessores ofereciam, enquanto a música de cada estágio traz composições novas. É difícil dizer se o título agora está pior ou melhor que antes – depende da opinião pessoal –, todavia as faixas atendem a proposta retro. Só não é uma boa ideia escutar por muito tempo, pois podem ficar irritantemente repetitivas – porém, como a jogabilidade é dinâmica, isso não deve acontecer.
Difícil na medida certa
Para muitos iniciantes que não conseguiram enfrentar Mega Man 9 por causa da dificuldade elevada, Mega Man 10 é a oportunidade para aprender a jogar. O nível de dificuldade easy consegue ensinar o básico para superar os desafios reais no nível normal, além dos replays do modo Time Attack que servem como verdadeiros detonados. E para os fãs, o modo hard deve oferecer a experiência mais adequada.
Isso elimina metade das críticas relacionadas ao lançamento antecessor, sem sacrificar a característica mais importante da franquia – ser desafiador. Ainda temos corredores entulhados de espinhos e buracos enquanto robôs tentam acertar o Mega Man, portanto não tem há do que reclamar.
Há quem diga que o título ficou mais fácil, porém não é uma afirmativa muito convincente vinda de fãs que fecharam Mega Man 9 sem problemas. O fato é que para se sair bem neste tipo de jogo de plataforma, basta decorar as localizações dos obstáculos.
Arcade hardcore
Rankings online e a possibilidade de jogar durante curtos intervalos – leva em torno de cinco minutos para terminar uma fase, apesar de poder demorar uma hora ou mais para aprender como fazê-lo com qualidade – estampam o selo "arcade" em Mega Man 10.
Jogar sem compromisso e competir por melhores desempenhos são qualidades importantes para games pequenos. O único "ponto negativo" é que mesmo podendo considerá-lo um jogo casual, Mega Man 10 é acessível apenas para o público hardcore – que procura enfrentar desafios extremos.
Nota: 8,9

quarta-feira, 7 de abril de 2010

WII - Skate it

Plataforma: WII
Gênero: Esporte
Jogabilidade: Boa
Idade mínima recomendada: 12 anos
História: Há pouco mais de duas gerações, um nome era absoluto quando falávamos em jogos de skate: Tony Hawk. Certamente, o Falcão revolucionou o mundo dos games, consolidando o esporte de maneira definitiva no universo do entretenimento eletrônico. Além disso, muitos passaram a praticar manobras e arriscar saltos fora dos games, com suas tábuas sobre rodas.
Mas, após um bom tempo de reinado, Hawk finalmente é ameaçado. Por quem? Um jogo de título ousado, que parecia tentar reunir toda a essência do esporte em um título com os pés no chão — algo distante da proposta dos jogos da série Tony Hawk. Sim, estamos falando de Skate, da Electronic Arts.
O jogo debutou no Xbox 360 e no PlayStation 3 em 2007, e trouxe consigo um sistema de controles revolucionário: o Flick It. Basicamente, em vez de simplesmente pressionar os botões de maneira quase aleatória, o jogador tinha de calcular seus movimentos e executa-los precisamente no analógico direito do joystick. O resultado? Uma jogabilidade fenomenal, que, mesmo extremamente difícil, agradou os jogadores e principalmente os aficionados ao esporte.
O título logo recebeu uma sequência, Skate 2, que corrigiu vários problemas do primeiro e ainda trouxe algumas novidades bacanas, como a possibilidade de arrastar objetos para criar sua própria pista. Mas, antes disto, a EA Black Box, responsável pela franquia, decidiu portar o game para o console casual desta geração, o Nintendo Wii.
Mas, como a desenvolvedora faria para recriar o fabuloso sistema Flick It em uma plataforma que só possui um direcional analógico? Bem, na realidade, não foi bem isto que ocorreu. Em vez de utilizar os analógicos, o jogador executa as manobras com o Wii Remote ou até mesmo com o Wii Balance Board.
Contudo, na prática, as coisas não funcionam tão bem quanto na versão original, mesmo após algumas horas de treino. Os controles não são tão precisos, e a experiência acaba pendendo para o lado arcade. Mesmo assim, Skate It diverte, sendo, sem dúvidas, um dos melhores jogos do esporte no Nintendo Wii. Confira mais detalhes em nossa análise. Aprovado
Do que nós gostamos
Caiu como uma luva
Bem, quem já desfrutou da versão para PS3 e X360 provavelmente deve se lembrar da famosa San Vanelona, uma cidade fictícia que mistura locais de São Francisco, Vancouver e Barcelona. Em Skate It ela retorna, mas um pouco diferente. Desta vez, um misterioso desastre atingiu a cidade. Meteoros? Alienígenas? Terremoto? Ninguém sabe ao certo — e poucos sobreviveram para contar.
O fato é que San Vanelona agora está em ruínas, e você não encontrará mais dezenas de pessoas caminhando pelas ruas e nem será atropelado pelos veículos que circulam a cidade — até que isso não é tão ruim. Mas, as pessoas não foram as únicas coisas que sumiram. Muitos dos locais preferidos dos skatistas também viraram poeira, enquanto outros sofreram mudanças drásticas. Como todo esportista, temos de se adaptar ao ambiente, e seu personagem faz isto muito bem.
Falando em personagem, novamente você encarna um cara sem nome e aparentemente sem voz. O único que fala aqui é o lendário câmera que também participou do primeiro game. Voltando aos ambientes, muitos locais danificados também acabam abrindo novas possibilidades para os skatistas, pois diversos obstáculos interessantes acabam sendo criados. O melhor de tudo é que, se você já jogou a versão original, então se sentirá familiarizado com o Skate It. A Electronic Arts recriou os ambientes de maneira fiel ao primeiro game, algo que deve agradar bastante os fãs de Skate. Isso normalmente não ocorre no Wii, pois devido aos limites de hardware, muito acaba se perdendo nesta transição.
Estas limitações parecem ter caído como uma luva em Skate It. A ausência de população e carros certamente poupa o trabalho do hardware do Wii, permitindo a concepção de gráficos mais bacanas e outros detalhes. Além disso, não há motivos para explorar os locais devastados da cidade e, por isso, o jogador só navega entre os pontos quentes para os skatistas.
É claro que tudo isto acaba alterando também a estrutura base do game. Em vez de perambular livremente por San Vanelona, como ocorria na versão original, o jogador acaba ficando preso aos menus. Isso também tem seu lado bom, pois facilita a seleção dos objetivos e o acesso aos eventos.
Em suma, a campanha de Skate It está menos orgânica que a versão original, mas, em suas oito horas, pode facilmente prender o jogador. E os controles, como ficaram? Vamos lá.
Uma boa troca
Ao todo, existem três opções diferentes para controlar seu skatista no game: Nunchuk, Nunchuk e Wii Remote ou Wii Balance Board. Na primeira delas, você utiliza o Remote para controlar seu personagem, enquanto na segunda ele é controlado com o analógico do Nunchuk — no Balance Board você também deve utilizar os joysticks para guiar seu atleta.
Mas, vamos por partes, como diria Jack o Estripador. Nós recomendamos o uso da combinação Wii Mote e Nunchuk, por ser a mais precisa. Aqui, quem realiza as manobras é Remote, que “substitui” o analógico direito na versão original através de seus movimentos.
De maneira semelhante a Skate, o jogador utiliza o joystick de diversos modos para realizar manobras diferentes. Infelizmente, a precisão não é a mesma, mas a desenvolvedora esteve ciente disto e não se focou em criar missões que exigem a execução de manobras específicas. A dificuldade caiu um pouco, e o jogo pendeu mais para o lado arcade — ao contrário da versão original. Você pode gostar ou não.
Querendo ou não, realizar manobras é algo que se tornou muito mais fácil. E, se você estiver com dúvidas, pode simplesmente consultar o menu para conferir, através de um guia visual, como se faz um Shuvit ou um 360 flip. Além dos flips, que são desferidos ao movimentar o Wii Mote de diversas maneiras, o game também oferece manobras em que o skatista segura a prancha — os famosos Grabs. Para realizá-los, basta pressionar o botão B e então torcer o Mote em qualquer direção para ajustar a posição do skatista, resultando em manobras diferentes.
Fora isso, há também os grinds — manobras em que o skatista desliza em beiradas ou corrimões. Para realizá-las, basta saltar sobre o objeto desejado e deixar que seu personagem deslize para a glória. Você também pode ajustar a manobra torcendo o Wii Remote, o que pode resultar em uma pontuação mais vantajosa.
Por último, temos os manuals. Neste movimento, seu skatista se equilibra com as duas rodas do mesmo eixo do skate, traseiras ou dianteiras. Para isso, basta imitar o movimento com seu Wii Mote. Equilibrar-se é muito fácil, assim como nos grinds.
Pegar e jogar
Skate It pode até contar com um método de manobras meio complicado, mas o restante funciona muito bem. Controlar o personagem é fácil e simples, e os demais movimentos também são muito intuitivos — principalmente para quem já jogou a versão original. Além disso, conforme mencionamos, o jogo foca nos menus, o que facilita a navegação e resulta em uma campanha mais linear e direta.
Sem dúvidas, Skate It traz uma experiência muito mais acessível que a versão original. Ao contrário do primeiro game, a versão para Wii pode ser dominada por qualquer tipo de jogador, basta alguns minutos em frente à TV e você já estará mandando suas manobras.
Os objetivos do game também são bem simples. Basicamente, as missões envolvem realizar um tipo de manobra, como um flip, em qualquer lugar ou em locais específicos. Estas manobras podem ser filmadas por seu câmera ou render fotos para a próxima edição de uma revista especializada no esporte. Há ainda alguns objetivos mais específicos, normalmente comunicados por outros skatistas profissionais através de seu celular, mas sempre envolvendo manobras. Tudo isso para se tornar o melhor skatista do ano.
Varial Flip, Hard Flip, Nose Grab e Boardslide com muito estilo.
Nota: 9,0

sexta-feira, 19 de março de 2010

WII - Tatsunoko vs. Capcom: Ultimate All-Stars

Plataforma: WII
Gênero: Luta
Jogabilidade: Bom
Idade mínima recomendada: 16 anos
História: Finalmente um jogo de luta para todos, dos iniciantes aos mais avançados!
Quando o assunto é a mistura entre jogos, ninguém faz melhor que a Capcom. Especializada principalmente em games de luta, ela já desafiou seus jogadores em muitos títulos da linha Vs. (Versus), passando por Marvel— que inclusive teve seu segundo título relançado recentemente para Xbox 360 e PlayStation 3 — X-Men, SNK e outros.
Agora quem entra no ringue é Tatsunoko vs. Capcom: Ultimate All-Stars, a versão norte-americana do sétimo título da série, que foi lançado no Japão durante o ano passado. Ele marca uma transição importante para a companhia que investe pesado na transição dos gráficos em 2D para 3D.
O que é “Tatsunoko”?
Para quem não sabe, a Tatsunoko Production é uma empresa japonesa de animação (desenhos) que possui sob seu currículo nomes de peso, tais como Gatchaman, YatterMan, Neon Genesis Evangelion, Speed Racer e BeyBlade.
Apesar de tantas séries famosas, em Tatsunoko vs. Capcom o que você verá não são os grandes heróis da companhia, mas sim nomes que ficaram perdidos pelo tempo, tais como o de Hurricane Polymar. Não desanime se não os reconhecer, pois em breve você perceberá que eles têm um grande potencial.
E o jogo, como fica? Isso você descobre abaixo...
A dose Versus!
A fórmula básica é a mesma já apresentada por alguns outros jogos da linha Versus. Você escolhe uma dupla de personagens para o combate, sendo que eles podem trocar auxílios quando necessário. Invertê-los durante a luta também é uma possibilidade, permitindo que o que está descansando recupere parte de sua vida.
As lutas não são decididas por rounds, mas sim quando os dois personagens escolhidos (ou preferencialmente os adversários) são abatidos. Como já era de se esperar, a velocidade é basicamente o ponto alto do game, com golpes cruzando a tela em velocidade máxima, seguidos de explosões e de muitos efeitos. Se você acostumou com o ritmo de Street Fighter IV, é melhor preparar os olhos e os dedos! Pela primeira vez nesta geração de consoles, podemos dizer que novatos e profissionais dos jogos de luta podem se enfrentar sem que uma enorme disparidade técnica possa ser observada. Espere aí, como assim? Bem, Tatsunoko vs. Capcom: Ultimate Fighting All-Stars traz diversos esquemas de controle, cada qual adaptado à necessidade de um grupo de jogadores.
Aqueles que optarem por jogar o jogo com o Wii Remote (com ou sem o Nunchuk) se depararão com um sistema simplificado de combate, de modo que o botão “1” corresponde aos ataques simples como socos e chutes e o botão “2” ativa automaticamente os comandos especiais.
O que dita qual será o resultado é a direção que está sendo pressionada no direcional. Segurando para frente e apertando 2 com Ryu, por exemplo, você soltará um Hadouken, enquanto segurando para trás e repetindo o comando você verá a tradicional giratória. Todos os golpes desferidos com o botão 1 são ligados automaticamente, o que possibilita a todos sequências de tirar o fôlego, sem muito esforço ou aprendizado.
Os especiais são evocados de modo muito próximo (exigindo apenas que sejam pressionados os dois botões simultaneamente, em conjunto com uma das direções), com poucos deles requerendo movimentos completos, a exemplo dos de força maior, que consomem três barras de especial.
Nota: 9,0

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

WII - SSX Blur

Plataforma: WII
Gênero: Esporte
Jogabilidade: Bom
Idade mínima recomendada: 12 anos
História: Exclusivo do Wii aposta em novos controles, mas atola na neve.
Se você já teve um PlayStation, provavelmente deve se lembrar de alguns jogos radicais que arrasaram no console. Tony Hawk, obviamente, é o título que mais chama a atenção. Entretanto, antes do lançamento de um dos maiores games do gênero, outros títulos também radicalizavam no console da Sony. Felizmente, nem todos apostavam nos skates, o que gerou uma grande variedade para o público.
Patins, patinete, esqui e snowboard são apenas alguns dos exemplos que também fizeram bonito no PlayStation. Afinal, é impossível não se lembrar do clássico Coolboarders, que mostrou aos brasileiros o quão bacana era deslizar sobre a neve. O sucesso desta série foi enorme, gerando uma série de sequências e abrindo portas para o gênero.
Com o passar do tempo, diversos outros títulos de snowboarding foram aparecendo. Talvez um dos mais notáveis seja SSX, que debutou no PlayStation 2 como um dos primeiro jogos da plataforma, no ano 2000. O jogo trazia gráficos incríveis para a época — um dos atributos que mais chamou a atenção do público —, mas também fornecia uma jogabilidade agradável e muita diversão. Logo, SSX se tornou um dos melhores exemplos de radicalidade.
Após várias sequências da franquia, muitos jogadores diziam que a série já estava defasada. Poucas novidades surgiram nos game lançados posteriormente à SSX, mas, mesmo assim, a série continuou em frente. Em 2007, após dois anos de inatividade, a franquia retorna com SSX Blur, exclusivamente para Nintendo Wii.
Com a chegada de Blur, os fãs esperavam por uma revitalização da série. Afinal, trata-se do Nintendo Wii, console com controles peculiares e inovadores. Será que, desta vez, teremos novidades boas o suficiente para reerguer a imagem da franquia? É isso que você confere nesta análise.
Deslizando para a glória
Bem, se você acha que vai encontrar algum tipo de história em SSX Blur, então é melhor ir tirando o cavalinho da chuva. Quem conhece a série sabe que a narrativa definitivamente não é o ponto forte de SSX, e em Blur as coisas não são diferentes. Existem alguns elementos que dão uma leve noção da linha de tempo do game dentro da franquia, mas é só isso.
Kaori, por exemplo, tem apenas 19 anos no jogo, enquanto em SSX On Tour a personagem contava com 21. Isso indica que o título retrate eventos que precedem On Tour, lançado para PlayStation 2 e outros consoles em 2005. Fora Kaori, diversos outros personagens fazem um retorno.
Deixando a trama de lado, SSX Blur é um jogo de snowboard que segue uma fórmula semelhante à SSX 3, para PlayStation 2. Basicamente, há um mundo aberto e diversas opções de eventos para o jogador participar, incluindo half-pipes, slalom, corridas e outros. O jogador escolhe seu personagem e parte para o modo carreira, no qual deve se manter entre os três primeiros colocados nos eventos para desbloquear outros picos com mais desafios.
Além de abrir novas fases, uma boa qualificação também pode desbloquear novos personagens. Ao todo, existem 12 atletas jogáveis, cada um com sua personalidade e estilo Fora isso, você também tem a chance de abrir várias pranchas diferentes para deixar o jogo com a sua cara.
Uma das novidades de SSX Blur são as Ubertricks. Sim, elas já estavam disponíveis em SSX 3 e em vários outros títulos da série, mas, desta vez, estas manobras são relativamente diferentes. Para realizá-las, o gamer tem de imitar os desenhos exibidos na tela com o Wii Remote. Existem vários desenhos diferentes, e leva um tempo até pegar o jeito.
Com estas manobras, sua pontuação vai às alturas — literalmente. Mas, fora isso, você também pode executar os movimentos convencionais movimentando o Wii Remote para os lados. Para saltar, basta levantar o Nunchuk, que também é utilizado para guiar o personagem. O jogador também pode lançar bolas de neve nos oponentes e fazer ajustes em suas manobras, como grabs e nosepress. SSX Blur ainda fornece um modo multiplayer e uma sessão para jogo rápido. Entretanto, o modo mais importante para quem acaba de embarcar no game é o Tutorial. Como sugere o nome, esta modalidade explica um pouco cada um dos elementos do game. Ela é altamente indicada, pois Blur possui uma jogabilidade relativamente complicada e repleta de possibilidades.
No tutorial, você encontrará detalhes sobre cada uma das funções do game, incluindo as Ubertricks e como utilizar o Groove Meter, que fica no canto direito da tela. Fora isso, você aprenderá a realizar cada um dos tipos de manobras do game, algo essencial para se dar bem no modo principal.
Os eventos da campanha são comuns para quem já é fã da franquia, com exceção de Slalom, que é uma novidade na franquia. Neste modo, o jogador deve contornar as bandeiras no menor tempo possível, obtendo assim a melhor qualificação. Há também o já citado Half-Pipe, além de Race, Slopestyle, Big Air e Freeride.
Em suma, SSX Blur é um jogo com controles complicados, mas com uma proposta bacana e digna da franquia. Entretanto, não há como negar que o nível de frustração é alto para quem procura um jogo com jogabilidade intuitiva, principalmente quando o assunto é Ubertricks. Talvez controles convencionais dessem conta do recado, pois a EA explorou os recursos do Wii de maneira exagerada.

Aprovado
Do que nós gostamos

Tipicamente arcade
Fãs dos primeiros jogos da série Tony Hawk notarão muitas semelhanças nesta última edição de SSX Blur. Primeiramente, existem diversos eventos distintos, mas cada um deles exige que o jogador faça o maior número de pontos possível — ou que permaneça entre as primeiras colocações. Além disso, as manobras fora desta realidade também relembram bastante o primeiro sucesso de Hawk, garantindo a diversão para quem curtiu o título.
O próprio modo carreira do game pode ser considerado como tipicamente arcade. Não há foco na narrativa, e tudo que o jogador tem de fazer é procurar novos eventos e vencê-los para continuar a desfrutar de novas pistas. Tudo isto ocorre em um mundo aberto, permitindo que jogador fique apenas brincando pelas montanhas enquanto não decide qual evento deseja participar.
Para selecionar o evento, basta deslizar até a região em que ele acontece, a qual pode ser facilmente identificada graças às placas disponibilizadas pelo game. Basicamente, trata-se de uma espécie de menu interativo, em que o jogador é como um cursor e as opções estão espalhadas pelas montanhas.
Outro fator que chama a atenção no game são os próprios menus convencionais. SSX Blur apresenta um estilo bacana e arrojado, trazendo desenhos modernos e repletos de estilo. Ao visualizar a capa do game é possível ter uma ideia do que estamos falando. Modos para todos os gostos
Durante a campanha do título, você terá diversos modos diferentes à sua disposição. Um deles é o Race, que, conforme o nome indica, consiste em uma corrida em que o objetivo é simples: chegar em primeiro lugar. Neste modo, é possível lançar bolas de neve nos oponentes e também aproveitar-se do Groove Meter utilizando-o como turbo — basta pressionar o botão Z.
Há também o Slopestile, no qual o jogador deve fazer a melhor pontuação em uma só linha de manobras interruptas. No Half-Pipe, os atletas têm de adquirir velocidade e saltar o mais alto possível, permitindo assim a execução de manobras completamente insanas. Para validar seus pontos neste modo você deve cruzar a linha de chegada, algo que adiciona mais desafio ao evento.
No Big Air o objetivo é fazer aéreos de outro mundo para adquirir o máximo de pontos possível. SSX Blur também conta com Slalom, já mencionado, e o Free Ride, que deixa o jogador livre pelo mapa para encontrar Ubercollectibles — itens que, em certa quantia da mesma espécie, resultam em novos Ubertricks —, desafios 1 vs. 1 e testes para habilidade.
A maioria dos modos traz uma experiência interessante, oferecendo um bom nível de desafio. Destaque para Race, Slopestile e Half-Pipe, que conseguem explorar os recursos do jogo.
Nota: 8,2

sábado, 23 de janeiro de 2010

WII - Silent Hill: Shattered Memories


Plataforma: WII
Gênero: Terror
Jogabilidade: Ótimo
Idade mínima recomendada: 18 anos
História: Game resgata a essência da franquia e faz bom uso dos recursos do Wii.
Fãs do gênero survival horror provavelmente já devem ter ouvido falar de uma das séries mais espetaculares da história dos video games: Silent Hill. Desde sua estreia, no saudoso PlayStation, o game vem conquistando diversos jogadores, graças a sua atmosfera obscura e o intenso terror psicológico — fator que caracteriza a franquia. Antes de Silent Hill, boa parte dos jogos ofereciam apenas sustos e monstrengos horrendos. Mas, com a chegada da série, o mundo dos games começou a realmente mexer com a cabeça do jogador.Felizmente, diversas sequencias foram lançadas, prolongando a vida do game da Konami. Com o passar do tempo, alguns títulos que chegavam sob o título de Silent Hill já não contavam mais com toda a essência que caracterizou a franquia, migrando para uma fórmula focada na ação. Um bom exemplo é o próprio Silent Hill: Homecoming, lançado para PC, PlayStation 3 e Xbox 360, que conta com um sistema de combates muito diferente dos antecessores, permitindo ao jogador acabar facilmente com as criaturas que compunham o game. Mesmo não sendo um jogo ruim — muito pelo contrário — alguns fãs ficaram decepcionados pelo novo rumo tomado.Mas, quando a Konami anunciou Silent Hill: Shattered Memories, os aficionados sorriram novamente. Por quê? Trata-se de uma releitura do primeiro jogo da série. E, tratando do primeiro jogo da série, dificilmente teríamos um game que passasse batido. O Baixaki Jogos conferiu de perto o universo de Silent Hill, desta vez no Nintendo Wii. E, certamente, podemos afirmar: o terror psicológico está mais forte do que nunca.O mesmo jogo? Não exatamenteBem, tratando de uma releitura, você provavelmente deve estar imaginando que Shattered Memories é um remake do primeiro jogo. Ou seja, os mesmos ambientes, o mesmo caminho e as mesmas criaturas. Mas esta não é a verdade. Com certeza, uma versão assim seria muito bem-vinda, mas no Wii as coisas vão muito além. Sim, você encontrará a policial Cybil Bennett no game, assim como Cheryl, a filha do protagonista, Harry Mason. Mas, então, qual é a diferença? Logo quando o jogador inicia o game, percebe que a Clímax, desenvolvedora do título, não está para brincadeira. Após uma apresentação muito bacana, através de uma espécie de menu em vídeo, o jogador é introduzido a uma sessão com um psicólogo.Nesta parte, você deve responder algumas das perguntas. As respostas influenciarão diretamente na maneira de como o game se comportará. Basicamente, dependendo de suas escolhas, você terá uma Cybil nervosa e durona, ou, em outros casos, uma policial tranquila e amigável. Tudo depende de você. Em poucas palavras: o game se molda de acordo com sua personalidade.Mas, fora isto, a estrutura da trama é basicamente a mesma. Harry está passeando de carro até sofrer um acidente que o deixa desacordado. Ao retomar a consciência, o protagonista nota que sua pequena Cheryl simplesmente sumiu. A partir daí, começa uma busca que parece nunca terminar, que pode ser traduzida num verdadeiro terror psicológico. Sem dúvidas, esta relação jogador/jogo colabora muito para a experiência e merece ser exaltada como um dos pontos positivos do título. Felizmente, a interação não para por aí. Graças às funcionalidades do Wii, o game consegue criar uma atmosfera ainda mais cativante. O Wii Remote é utilizado de maneira exemplar. Shattered Memories abusa do alto-falante do periférico e também faz com que o jogador sinta-se como se realmente estivesse segurando uma lanterna — acessório vital para Harry durante todo o jogo. Muitos dos puzzles também devem ser resolvidos com a ajuda do controle.Como você já deve saber o título não conta com qualquer combate. A Clímax resolveu removê-los completamente, algo inédito para a franquia. Anteriormente, tínhamos a chance de nos defender com armas precárias, como canos e pedaços de madeira. Em alguns casos, o jogador contava até com armas de fogo. Desta vez, a única opção é fugir. Isto, sem dúvidas, traz momentos interessantes, mas fãs sentirão falta das habilidades precárias de combate dos personagens — lutar em Silent Hill sempre foi terrível, e isto sempre foi considerado como algo bom.Em suma, o jogo divide-se em duas partes, que são delimitadas por dimensões distintas. Em uma delas, o jogador explora, resolve quebra-cabeças e utiliza seu celular para realizar ligações e verificar mensagens. Na outra, a mais bizarra, o gamer entra no “modo fuga”, o qual envolve as já mencionadas perseguições. Silent Hill: Shattered Memories retrata, sem dúvidas, boa parte da essência da franquia, focando na exploração e nos momentos tensos. O fato de seu perfil psicológico ser utilizado para a criação dos elementos do game faz com que o título se torna ainda mais cativante. Mesmo com alguns deslizes, o jogo é indicado para quem já conhece ou deseja conhecer a perturbadora cidade de Silent Hill.
AprovadoDo que nós gostamos
Definitivamente, Silent HillAo bater o olho no jogo, é impossível não reconhecer que estamos nos deparando com um game da série Silent Hill. Tudo está devidamente retratado de acordo com as características da franquia. A atmosfera é inegável, com gráficos recheados de filtros granulados e uma visibilidade baixa — não temos neblina, mas uma densa nevasca que abrange todo o ambiente.Um dos fatores mais marcantes de toda franquia é a interferência causada pelas forças negativas em aparelhos eletrônicos. Você provavelmente deve se lembrar dos ruídos estáticos que surgiam no rádio e nos celulares quando algo ruim estava por perto. Em Shattered Memories, tudo isto está de volta, mas de maneira muito mais magistral. A Climax soube aproveitar os recursos do Wii e resolveu transformar o Wii Remote no emissor de sinais sombrios. Através do alto-falante do periférico, você ouve os ruídos que, normalmente, só surgiriam pelo som de sua TV, tornando a experiência muito mais sutil. Mas, o mais interessante é como o jogador ouve as conversas e mensagens pelo telefone. Você deve simplesmente posicionar o Wii Mote como se ele fosse um telefone móvel, utilizando o alto-falante do acessório para a escuta. Parece, realmente, que estamos dentro de Silent Hill, e isto é excelente.Honrando o termo “Terror Piscológico”A série sempre foi diretamente relacionada ao termo citado no título. Em Shattered Memories, a franquia supera seus limites, graças, novamente, à criatividade da desenvolvedora. Não há como negar que um dos fatores mais bacanas do game é a interação entre o jogador e o próprio jogo. Conforme mencionamos, seu perfil psicológico é utilizado como base no game, o que cria uma experiência intimamente assustadora.Suas respostas darão origem a criaturas de diversos formatos diferentes. Mas, além disso, os ambientes e as pistas encontradas também variam conforme suas escolhas. Isto resulta em um título que pode ser jogado e revisitado várias vezes, pois as mudanças são simplesmente dramáticas. O bacana é que o game consegue realizar está interação sem parecer algo forçado. Você jamais responde os testes como uma obrigação, pois a conexão das etapas é realizada de maneira muito inteligente e completamente convincente. Algo diferente, inovador e muito bem-vindo. Para se ter ideia do quão fantástico é esta interação, em uma das partes do game o jogador deve pintar diversos elementos de um desenho durante um teste psicológico que visa retratar como era o lar do protagonista. Logo depois de completado, o jogo retorna para sua posição anterior, na qual o jogador acaba de encontrar sua suposta casa. O resultado? Os objetos que compõem o cenário estão da mesma cor do desenho. Perfeito para o WiiConforme mencionamos, Shattered Memories soube aproveitar muito bem os recursos do console no qual aporta, o Nintendo Wii. O Wii Mote é utilizado como lanterna durante o game, mas também serve para afastar os inimigos — através de umas boas sacudidas — e para ouvir os ruídos estáticos. Mas, a grande sacada da desenvolvedora está no Wii Mote-Celular. O modo de como o jogador controla o celular em jogo é algo realmente bacana. Além de ouvir conversas, o gamer tem a chance de utilizar o objeto como GPS — podendo até mesmo desenhar suas rotas. Outra função interessante é a da câmera, que permite ao gamer encontrar fantasmas misteriosos capazes de fornecer dicas extremamente importantes.
Nota: 9,7

domingo, 3 de janeiro de 2010

WII - F1 2009

Plataforma: WII
Gênero: Corrida
Jogabilidade: Bom
Idade mínima recomendada: 10 anos
História:
Enquanto Schummy não retorna às pistas divirta-se com o circo da F1 no Wii.
F1 2009 pode não ser o que os fãs do esporte estavam esperando, mas deve saciar a sede por velocidade até mesmo dos jogadores hardcore, que há muito esperam por um título oficial da principal categoria do automobilismo mundial. Passada a decepção inicial gerada pelo anúncio da Codemasters de que Xbox 360, PS3 e PC só receberiam um novo jogo da Formula 1 em 2010 a empresa logo tratou de lançar uma “amostra” do que está por vir. Mirando em um público diferente, mas aproveitando a mítica das velozes máquinas da F1. Apostando nos novos fãs da Formula 1 — aqueles que desconhecem a precisão de Michael Schumacher (que dominava as pistas como um metrônomo) e divertem-se com o arrojo de pilotos como Sebastian Vettel e Lewis Hamilton, enquanto vêem a ascensão de escuderias como a Brawn GP — a Codemasters parece ter acertado em cheio em seu propósito.Mesmo que a contragosto dos fãs a decisão da empresa parece ter sido muito racional. Garantindo maior tempo de desenvolvimento para F1 2010, a versão “juvenil” F1 2009 para o Wii trouxe um excelente simulador de Formula 1 para o console da Nintendo.
Limitados, porém aceleradosOs gráficos de F1 2009 estão melhores do que o esperado. Sendo que o título rodar a (praticamente estáveis) 60fps— salvo nas curvas. Os entusiastas da principal categoria do automobilismo internacional poderão conferir modelos das principais escuderias do campeonato mundial (mesmo que limitados pelas características técnicas do console). O jogo oferece uma sorte de configurações de controles condizentes com as peculiaridades do Nintendo Wii. Entre as opções estão o suporte a Wii Wheel (um novo periférico em forma de volante de F1), o próprio Wiimote (segurado horizontalmente), a parceria Wiimote/Nunchuk e até mesmo o Classic Controller (a melhor opção para os usuários mais exigentes).Robusto F1 2009 traz várias opções, das já esperadas configurações de dificuldade — assistentes de pilotagem — e ajustes mecânicos do veículo, a personalização de jogo: incluindo a possibilidade de correr os grandes prêmios de forma integral (todas as voltas), parcial ou em apenas três voltas. No cockpitUma das modalidades de jogo mais interessante de F1 2009 é o modo carreira, no qual você deve desenvolver o seu piloto ao longo de três temporadas. Você começa do zero, sem carro ou equipe — tendo que esperar convites para tentar uma vaga em uma das escuderias menos conhecidas.
Devidamente integrado a uma escuderia você deve fazer bonito nas pistas para conseguir uma chance em um time maior e melhor. Além disso, esse modo de jogo engloba todas as opções da temporada, portanto você poderá participar de todos os eventos oficiais — incluindo todos os treinos, livres e classificatórios.O circo da F1Se o modo carreira é a grande estrela isso não significa que o jogo resuma-se a ele. Além dessa modalidade o jogador também encontrará os tradicionais: Time Trial (tomadas de tempo), Quick Race (corrida simples), multiplayer (split-screen), Season (temporada completa na qual você assume um dos pilotos já existentes) e Grand Prix Weekend (que simula um Grand Prix inteiro, dos treinos a corrida) entre outros. Desafio de campeãoOutra modalidade interessante é o Challenge (desafios). Trata-se de uma série de situações de corrida nas quais os jogadores devem cumprir alguns objetivos específicos. Assim, o piloto deve executar o que é pedido, como por exemplo: levar um carro com somente duas marchas até o box sem perder posições, ou quem sabe recriar as últimas voltas de Lewis Hamilton no GP Brasil do ano passado (que lhe rendeu o título de campeão).
EstridenteOs efeitos sonoros são sem sombra de dúvida um dos piores aspectos do jogo. O som estridente dos motores é enervante, pouco parecido com o silvo estarrecedor das máquinas verdadeiras. Derrapada
Se de forma geral os gráficos estão bem trabalhados (no que tange as possibilidades do console) devemos fazer aqui uma ressalva quanto à significativa queda de frame rate evidenciada nas curvas.O jogo roda de forma suave e relativamente estável, porém quando realizamos algumas curvas os gráficos sofrem um pouco e nota-se uma queda de quadros, que por vezes podem até atrapalhar alguns pilotos mais refinados.8 ou 80A dificuldade não é exatamente desafiadora. Mesmo nos níveis mais difíceis o jogador não encontrará muitos problemas para derrotar seus adversários. No entanto, caso você opte por remover todas as opções de assistência (anti-derrapagem, travamento das rodas, guia de traçado, frenagem e aceleração...) o título torna-se muito difícil — muito por conta da falta de “sensibilidade” dos controladores, que impedem uma pilotagem mais refinada.Carrinho de bate-bateO sistema de colisão é ridículo. Apesar de apresentar danos, os veículos mais parecem carrinhos de bate-bate em um parque de diversões. Cravar o carro a mais de 200 Km/h na traseira de um adversário causa tanto dano quanto esbarrar no guard rail a velocidades moderadas, algo realmente lamentável.
Quem vê cara não vê coração. O jogo não é nenhum primor, mas em seu cerne conta com grandes atributos. A jogabilidade é incrivelmente envolvente e recompensadora (treine um pouco e você verá a melhoria), já os gráficos podem até não impressionar, mas também não decepcionam.Além disso, a vasta quantidade de modalidades de jogo e as licenças oficiais dos pilotos circuitos e escuderias certamente conferem um crédito extra ao jogo. F1 2009 pode até não levantar o troféu de campeão, mas sem sombra de dúvida merece um lugar no pódio.
Nota: 8,0

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

WII - Calling


Plataforma: WII
Gênero: Terror
Jogabilidade: Ótima
Idade mínima recomendada: 18 anos
História: O horror de Calling agora está estampado em sua caixa.
Essa é a sua oportunidade de conhecer um pouco sobre o próximo lançamento para Wii da Hudson, Calling. Trata-se de um jogo de horror que usa como foco uma jogabilidade de aventura baseada em explorar lugares os quais você provavelmente não gostaria de estar explorando devido a uma atmosfera sombria pesada e nada acolhedora. A novidade sobre o jogo é que ele finalmente ganhou sua arte para a caixa, uma menininha segurando um ursinho a qual provavelmente não é muito amiguinha. A imagem lembra os “chefões” nos filmes de terror como O Chamado e O Grito – esse último ganhou um game você sabia?
Calling realmente parece sinistro, lembrando o popular e revolucionário modelo japonês de histórias assustadoras que recebeu muitas adaptações no ocidente. O enredo é sobre uma página de internet que mata pessoas, ou algo do tipo. Enfim, se quiser saber mais, leia a nossa prévia e assista ao vídeo sobre a jogabilidade.
Nota: 8,9

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

WII - Disney'S - Pixar - Carros - Race-O-Rama


Plataforma: WII
Gênero: Aventura
Jogabilidade: Bom
Idade mínima recomendada: 4 anos
História: No videojogo Cars Race-O-Rama, os jogadores têm a oportunidade de competir contra novas personagens ao longo de pistas recheadas de acção e ganhar o troféu Race-O-Rama no papel da sua Lightning McQueen personalizada. Os jogadores juntam-se a Lightning McQueen em Radiator Springs enquanto ele prepara a sua academia de estudantes pilotos para a exibição Race-O-Rama contra Chick Hicks, que tem o seu próprio grupo de estudantes pilotos que nem sempre compete lealmente. Das praias arenosas às cidades grandes, passando pelo deserto Baja, os jogadores irão mergulhar numa corrida de aventura. Ao longo do caminho, os jogadores melhoram as suas habilidades e personalizam o seu aspecto para a derradeira corrida - e a oportunidade de ganharem o troféu Race-O-Rama. Que comece a corrida!
Características:
- Opções de personalização - Personaliza os carros modificando a cor da pintura, rodas e jantes, diferentes opções de capota, chapas laterais, pára-choques traseiros e ailerons.
- Personagens jogáveis - Experimenta mais de 30 personagens jogáveis, incluindo a academia de estudantes pilotos do Doc Hudson, academia de estudantes pilotos do Chick Hicks, Equipa das Boxes da Motor Co, Not Chuck, Guido, Tater, Tater Jr., Bubba, Rapariga do Troféu, Equipa das Boxes do Chick Hits, Equipa das Boxes do Doc Hudson, Vin Racer, além das principais personagens de chefe que são protegidas de Dick Hick, El Machismo, Candice e Stinger.
- O novo mundo das corridas - Acelera ao longo de oito ambientes, tais como a pista rápida da Radiator Springs Speedway, as praias de Santa Carburera, as ruas de Motoropolis City e os desertos de Autovia.
- Joga com um amigo - Compete contra um amigo no modo Arcade, que consiste em mini jogos, corridas de uma volta, missões e mais.
- Eventos dinâmicos do jogo - Experimenta as reacções dos paparazzi ou a multidão a rejubilar quando são realizadas certas acrobacias.
- Sistema de IA avançado e competitivo - Mantém-te no topo da corrida enquanto os concorrentes empregam mecanismos de batota para fazerem com que os outros carros percam a corrida.
- Condução nova e melhorada - Experimenta correr de uma forma totalmente nova empregando habilidades de corrida recentemente criadas.
- Novos mini jogos - Joga 10 novos mini jogos: Mack Track Challenge, baseado no brinquedo da Mattel, três jogos diferentes baseados no Cars Toons da Disney-Pixar (El Materdor, Mater The Greater e Tokyo Mater), além de muitos novos jogos originais (Photo Op, Auto Cross, Tractor Stampede, Tire Find, Sheriffs Chase e Transporter).
Nota: 8,7

domingo, 18 de outubro de 2009

WII - Mario & Sonic Nos Jogos Olímpicos de Inverno

Plataforma: WIi
Gênero: Aventura
Jogabilidade: Bom
Idade mínima recomendada: 4 anos
História: O Mario e o Sonic descem as encostas!
A rivalidade entre a Equipa Mario e a Equipa Sonic explode numa novíssima competição de desportos de inverno - Mario e Sonic nos Jogos Olímpicos de Inverno™. Desenvolvido exclusivamente para as consolas Wii e DS, o party game de desportos é uma sequela do super sucesso Mario e Sonic nos Jogos Olímpicos. Este jogo permite aos jogadores avançarem para a neve e gelo de Vancouver e Whistler, Cidades Anfitriãs dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2010, e testarem o seu Espírito Olímpico em eventos competitivos através das suas personagens favoritas do Mario e do Sonic. Com uma variedade de novos Eventos de Sonho desafiantes e surpresas do mundo de Mario e Sonic, o palco está montado para uma experiência como nenhuma outra. Agarra no teu Wii Remote/Nunchuk, Wii Balance Board e Nintendo DS e prepara-te para avançares para o ouro!
CARACTERÍSTICAS:
- Vários eventos: Prepara-te para competir nos Jogos Olímpicos com os teus amigos e familiares! Eventos de Sonho que oferecem objectos surpreendentes e novos movimentos específicos para cada personagem. Aperfeiçoa as habilidades de jogo da tua equipa com o novo jogo de cooperação simultânea e alimenta a rivalidade no um contra um em populares eventos competitivos. Neste evento de imprensa, serão apresentados os seguintes:
- Wii: Alpine skiing downhill - Usando o Wii Remote e o Nunchuk ou Balance Board, o jogador alcançará grandes velocidades descendo a encosta e passando através de uma série de marcações O objectivo é o de tentares manter-te perto das bandeiras para obteres bónus de aceleração e desceres a montanha o mais rapidamente possível!
- Wii: 500m Speed Skating - O speed skating decorre num ringue oval de gelo, onde os atletas competem aos pares. Os jogadores terão de manter um passo uniforme com os seus movimentos de braços para assegurarem uma pontuação perfeita.
- Wii: Bobsleigh - Seja sozinho ou no modo multijogador, o bobsleigh é incrivelmente rápido a descer uma pista. Usando o Wii Remote ou a Wii Balance Board para manobrar, os jogadores têm garantida uma experiência arrepiante!
- DS: Skeleton - O nome skeleton vem da forma do trenó. O jogo começa quando um patinador de skeleton agarra ambos os lados do trenó e corre cerca de 50 metros antes de se lançar de cabeça para dentro do trenó, mantendo-se agachado. A velocidade não é o único factor; os jogadores terão de usar as suas canetas para encontrarem a melhor linha e manobrarem suavemente em cada curva para manterem uma velocidade elevada.
- DS: Snowboard cross - Combinando elementos de surf, skateboarding e esqui, o snowboard é um dos desportos de inverno com mais crescimento. Em snowboard cross, os jogadores podem ser um dos quatro corredores que formam o grupo, descendo uma pista em competição directa. Usa os botões de comando e o Botão Direccional para manobrares ao longo do terreno escorregadio e de uma série de saltos e rampas.
- Escolhe de entre uma série de personagens Mario e Sonic: Os jogadores podem escolher de entre as suas personagens Mario e Sonic favoritas, incluindo Luigi, Tails, Yoshi e Knuckles, cada uma delas com movimentos e estatísticas diferentes. Algumas caras novas foram igualmente adicionadas às duas equipas!
- Controlos intuitivos e uso total do hardware:
- Wii: Os jogadores são desafiados a realizarem uma variedade de movimentos usando controlos intuitivos no Wii Remote, Wii Nunchuk e Wii Balance Board enquanto simulam movimentos reais, e fazem skate, esquiam e fazem snowboarding no seu caminho até à glória. Modos para um jogador, multijogador e cooperativo oferecem diversão para todas as idades!
- DS: Uma mecânica de jogo intuitiva e acessível que usa a caneta, os botões e o Botão Direccional. Ranking Wi-Fi e funcionalidades sem fios aumentam a diversão para um jogador e multijogador!
- Modos de jogo na Wii: Compete em eventos únicos no modo individual e equipa, ou desafia os teus amigos numa competição Olímpica completa! Um novo "Festival Mode" permite também experimentar a campanha completa (para um jogador ou multijogador). Isto inclui novas competições de "chefes" contra as personagens do Mario e do Sonic.
- Novas "Adventure Tours" exclusivas para a DS: Desenvolvidas tendo em mente o público da DS, o utilizador não só desfruta de uma experiência de Jogos Olímpicos de Inverno para um jogador, mas também o aguarda um novo modo de história detalhado! Isto promete ao jogador uma aventura excitante recheada com diversas missões, encontros com chefes e uma oportunidade de salvar os Jogos Olímpicos de Inverno de 2010.
* O jogo continua em desenvolvimento e algumas das características podem ser alteradas na versão final.
Nota: 8,9

quinta-feira, 30 de julho de 2009

WII - De Blob


Plataforma: WII
Gênero: Ação
Jogabilidade: Regular
Idade mínima recomendada: 4 anos
História: De Blob é um desafio de labirinto de acção na terceira pessoa com uma personagem animada original, divertida e bem modelada de que todos gostarão! Apresentando uma mecânica de jogo de "rolar bola" e "pintar" com uma fluidez fascinante e um design actual, os jogadores rirão e jogarão durante horas.
Estás pronto para semear a destruição nas ruas de uma cidade extraterrestre? Entra num mundo em que a cor foi banida e os cidadãos se parecem com zombies. A tua missão no papel do De Blob é restituir a cor ao mundo para que os cidadãos possam sair do seu estado de transe e animar-se!
Como o Blob utiliza a cidade como um recreio a ser decorado, ele é forçado a enfrentar os malvados agentes da INKT Corporation. Constantemente sobre ataque, o Blob retalia à sua maneira. Rebolar, saltar e esmagar são as suas armas!
O objectivo é colorir o maior número possível de edifícios da cidade ao mesmo tempo que se evita os inimigos. Corre contra o tempo movendo-te à velocidade do Blob ou escolhe o teu próprio ritmo. A cidade é uma tela e o De Blob é o teu pincel!
Leva a acção ao nível seguinte. Compete contra 2 - 4 jogadores na demanda pela supremacia no De Blob multijogador.
Este novo conceito atrairá toda a gente. Os jogadores casuais apreciarão os aspectos simples e contagiosos do jogo, tais como a animação fluida e as manobras loucas do De Blob. Os jogadores incondicionais podem enfrentar o desafio de ganhar o maior número de recompensas possível e desbloquear diversos elementos escondidos. É uma experiência de que todos gostarão e que não tem comparação!
Características:
- Exploração urbana: Controla um De Blob divertido e animado para transformares uma cidade opressiva e hostil num local dinâmico, colorido e feliz.
- Pintura de cidades em tempo-real.
- Os jogadores podem tirar fotografias da sua cidade pintada para fazerem "postais" que podem ser guardados e partilhados online.
- Uma série de locais excepcionais com uma proporção diferente de puzzles de jogo e objectos.
- Compete contra outros jogadores numa variedade de modos multijogador na tentativa de ganhar a supremacia Blob.
- Controlos intuitivos simples que permitem uma utilização única do comando Wii, proporcionando aos jogadores uma experiência animada.
Nota: 6,5

sábado, 18 de julho de 2009

WII - Bratz Kidz Party


Plataforma: WII
Gênero: Infantil
Jogabilidade: Bom
Idade mínima recomendada: 4 anos
História: Bem-vinda a Bratz Kidz Party! Junta-te às tuas personagens preferidas das Bratz Kidz para um jogo cheio de toda a diversão de uma festa nocturna - não são permitidos rapazes!
Sinopse
A Yasmin está a organizar uma festa-pijama. Quando as quatro amigas vêem o álbum de fotografias da Yasmin, elas lembram-se dos tempos mais loucos que passaram juntas e embarcam numa aventura baseada em cada uma das memórias do álbum! Explora o modo aventura ou entra e sai de uma série de divertidos mini-jogos onde personalizas as tuas personagens Bratz Kidz preferidas. Podes também fazer uma pizza deliciosa para as tuas amigas, tirar fotos com estilo, criar as tuas próprias roupas e muito mais nesta festa-pijama atrevida!
Características Principais:
Escolhe, personaliza e joga com as tuas Bratz Kidz preferidas. Jade é muito respeitosa, Sasha é muito dinâmica, Yasmin é auto-confiante e Cloe é amável - e claro, são todas animadas, aventureiras e fantásticas.
- Joga 10 mini-jogos e actividades fabulosas, incluindo coreografia, música e design de moda, testes de amizade e sessões fotográficas!
- Recolhe estrelas e depois utiliza-as para comprares itens para personalizares a tua personagem na loja Bratz Kidz.
- Totalmente personalizável - mais de 350 opções de acessórios incluindo penteados, maquilhagem, manicure, roupas, calçado e jóias - num total de 843.750 combinações diferentes!
- Joga em 4 ambientes diferentes: Quarto, Palco do Concerto, Palco da Moda e Parque de Diversões!
- Joga no modo "Livre" ou no modo Álbum e depois escolhe Competição ou Cooperação.
- Joga com até 3 amigas no modo multijogador. Troca itens, joga mini-jogos e mais!
- Completa todos os mini-jogos e desbloqueia cenas exclusivas do DVD "Sleep Over Party" das Bratz Kidz.
- 3 níveis de dificuldade garantem uma jogabilidade duradoura.
- O jogo tira partido do Nintendo Wiimote. Utiliza-o no jogo para tocares instrumentos, fazeres pizza, atirares tartes de maçã e muito mais!
Junta-te à festa Bratz Kidz neste mundo com o tema da festa-pijama numa aventura baseada no álbum de fotografias da Yasmin cheio de lembranças. O jogo estimula a criatividade e a imaginação da jogadora com uma ênfase no divertimento, moda e glamour! As raparigas apaixonadas pela diversão estão à tua espera…
Nota: 8,5

terça-feira, 23 de junho de 2009

WII - Pitfall the big adventure


Plataforma: WII
Gênero: Aventura
Jogabilidade: Bom
Idade mínima recomendada: 12 anos
História: Nas profundezas da selva peruana, assume o papel de Pitfall Harry, o intrépido e expedito caçador de tesouros que luta contra o mal usando a sua capacidade atlética e uma mochila cheia de equipamento. O teu Wii Remote nunca teve tanta actividade!
Salva os membros de uma expedição perdida, impede que um pontífice malévolo execute a sua vingança, faz tudo para evitar que o teu arqui-rival roube os tesouros do El Dorado e ajuda uma princesa a cumprir o seu destino!
Características:
- Mais de 60 níveis e 25 tipos de inimigos diferentes!
És desafiado a explorar um mundo dinâmico repleto de obstáculos.
Desde escorpiões, crocodilos e macacos a guerreiros nativos, passando por um chefe pinguim gigante, há toneladas de inimigos diferentes que vão desafiar-te ao longo da tua aventura.
- 12 Itens de Equipamento!
Usa uma variedade de objectos que serão úteis durante a tua viagem - uma fisga, uma tocha, TNT, uma picareta, uma jangada e muito mais!
- Mais de 10 mini-jogos!
Desafia os nativos nas Olimpíadas dos Nativos em mini-jogos tais como o Super Roll Bowling, Raft Water Race, Torch Burning Contest e muitos mais.
- Controlos Wii Únicos - Executa Movimentos Bestiais:
Ataca os inimigos a soco
Balança-te em lianas
Agita os braços em areias movediças
Nada em rios perigosos
Rema numa jangada transpondo os rápidos
Empunha a tua fiel picareta
E muito mais!
Nota: 8,5

terça-feira, 9 de junho de 2009

WII - Diabolik The Original Sin


Plataforma: WII
Genero: Ação
Jogabilidade: Bom
Idade Mínima Recomendada: 16 anos
Data de Lançamento: 26-6-2009
História: Desta vez, Diabolik não vai roubar por prazer. Eva foi sequestrada e para recuperá-la com vida, ele tem de roubar um quadro chamado "O Pecado Original".
Diabolik ver-se-á enredado numa emocionante história de intriga, amor, vingança e cobiça.
Principais Características:
- Cansado do herói típico? Desta vez, és o mau da fita nesta intrigante aventura na terceira pessoa em que te convertes num cérebro criminoso implacável, em busca de vingança.
- Escolhe entre 2 modos de jogo no PC:
Só Aventura - Aponta e clica no teu caminho para a libertação de Eva. Faz frente a numerosos puzzles e planeia o golpe mais ambicioso de Diabolik.
Mais Acção - Se preferes aventuras com um pouco mais de garra, prepara-te para pôr à prova os teus reflexos, evitando silenciosamente os teus inimigos ou lutando contra eles.
- Desfruta de um conjunto único de puzzles, mini-jogos e sequências de combate na tua consola favorita.
- Desvenda o segredo do pecado original ao longo de 7 capítulos.
- Controla três personagens: joga como Diabolik, a sua fiel companheira Eva ou a misteriosa Helena.
- Interage com mais de 30 personagens, desde o arqui-inimigo de Diabolik, o detective Ginko, até aos membros de uma perigosa organização criminosa.
- Emerge numa novela gráfica negra, que combina a perfeição dos gráficos 3D em tempo real com imagens bidimensionais de estilo cómico.
- 25 canções originais e um tema vocal para criar banda sonora cativante
Nota: 7,0

terça-feira, 19 de maio de 2009

WII - Bokujou Monogatari Waku Waku Animal March


Plataforma: WII
Genero: Simuladores

quinta-feira, 14 de maio de 2009

WII - My Sims Kingdom


Plataforma: WII
Genero: Simulador


terça-feira, 12 de maio de 2009

WII - Go! Go! Minon Everyday Hero


Plataforma: WII
Genero: Ação

sábado, 9 de maio de 2009

WII - Little Kings Story


Plataforma: WII
Genero: Estratégia

segunda-feira, 4 de maio de 2009

WII - Klonoa


Plataforma: WII
Genero: Aventura