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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

PS3 - Fallout: New Vegas

Plataforma: PS3
Gênero: Guerra
Jogabilidade: Ótimo
Idade mínima recomendada: 18 anos
História: Apenas uma expansão gigantesca ou muito mais do que isso?
Os RPGs ocidentais estão cada vez mais impactantes. Há cerca de uma década, o mundo só queria saber de títulos como Final Fantasy, Dragon Quest e outros exemplos de origem nipônica. Felizmente, o cenário mudou drasticamente, trazendo muito mais variedade ao público gamer. Sim, os JRPGs, como são conhecidos, continuam bombando, mas agora temos muitas outras opções interessantes.
Uma delas é a série Fallout, que, em 2008, ganhou grande atenção na mídia com Fallout 3. Aclamado pela crítica e pelos jogadores, o terceiro jogo da série trazia um universo riquíssimo, no qual o jogador encarnava um dos sobreviventes de um ataque nuclear que devastou todo o mundo.
O título trouxe muitas mecânicas inovadoras e, mesmo sendo na perspectiva de primeira pessoa, manteve alguns elementos clássicos do gênero. Uma combinação quase perfeita, se não fossem alguns probleminhas técnicos que acabaram denegrindo a experiência. Mesmo assim, não há como negar: Fallout 3 é um jogão.
Os fãs puderam desfrutar de mais de 100 horas de jogo graças a uma campanha robusta e dezenas de missões secundárias. Como se não bastasse, a Bethesda, responsável pelo game, resolveu lançar várias expansões para manter os jogadores animados.
A maior surpresa, contudo, chegou com o anúncio de um novo jogo da série. Antes mesmo de lançar todas as expansões para Fallout 3, a companhia revelava Fallout: New Vegas, um game completamente novo e que seria vendido assim como qualquer outro. À primeira vista, a notícia não animou muito, principalmente pelo fato de Fallout 3 ainda ser recente — recebendo expansões. Será que teríamos apenas mais uma expansão disfarçada de jogo?
O Baixaki Jogos resolveu tirar a prova com a análise do game. Podemos afirmar que sim, Fallout: New Vegas tem muito em comum com o terceiro jogo da série. Entretanto, isso não é necessariamente algo ruim, já que estamos falando de um dos jogos mais aclamados pela crítica.
Em suma, Fallout: New Vegas é um presentão para os fãs e para quem nunca teve a oportunidade de conferir o terceiro jogo. Boa parte dos elementos que consagraram o jogo nesta geração continua intacta, mas ainda temos algumas melhorias e novidades. Infelizmente, alguns problemas também pegaram carona e a engine, a mesma do game anterior, começa a mostrar sua idade. Mesmo assim, nada que acabe com um dos títulos mais expressivos dos últimos anos.
Aprovado
Viva New Vegas!
Sem dúvidas, um dos fatores mais marcantes de Fallout: New Vegas, assim como do terceiro jogo da série, é a apresentação. A trama do título pode até ser relativamente simples, mas a maneira como ela é apresentada é simplesmente fenomenal, assim como o nível de profundidade. Não é exagero dizer que o jogador ficará preso à tela com tantos diálogos curiosos e personalidades distintas no universo de New Vegas.
Essencialmente, a trama traz a história de uma espécie de emissário — você — que é surpreendido por pessoas desconhecidas e acaba com um tiro na cabeça. Mas, antes de nos aprofundarmos nisso, vamos aos detalhes do universo de New Vegas. No jogo, os Estados Unidos foram praticamente eliminados do mapa graças a uma guerra nuclear. Mesmo assim, muitos sobreviveram e a sede pelo poder continua intacta.
Detalhe para a cidade de Vegas, que sobreviveu aos ataques quase sem nenhum arranhão. Além disso, um grupo de pessoas conservadoras resolveu se unir para tentar colocar ordem na Califórnia. Seu nome? New California Republic, ou NCR. Essa galera sobrevive graças à Hoover Dam, uma represa que fornece acesso à eletricidade e água limpa — algo extremamente raro para esses tempos.
Mas é claro que onde há poder, existem problemas. E em Fallout: New Vegas as coisas não são diferentes. A New California Republic é ameaçada pela Legion, um grupo liderado por um ditador que gosta de ser chamado de Caesar. O cara usa a metodologia romana para conquistar outras civilizações, absorvendo tribos e escravizando parte de sua população.
O resultado de tudo isso é um conflito intenso pelo poder. A briga entre as duas facções é um dos elementos estruturais de Fallout: New Vegas, e um dos grandes motivos para que o jogador desfrute do game até o fim, quando os problemas finalmente forem resolvidos.
Mas, voltemos ao seu personagem, um emissário sem nome e sem passado. Aparentemente, você é apenas um cara ou uma moça comum, que tem como objetivo entregar um pacote a uma pessoa de New Vegas. Entretanto, as complicações surgem, e você acaba mortalmente ferido. Misteriosamente, seu personagem continua vivo e é resgatado por um robô metido a caubói. Depois disso, tudo o que você deseja é a vingança e a verdade.
Novamente, vale ressaltar que a trama não é das mais complexas — ou vai dizer que você nunca viu um filme em que o personagem busca vingança? Mesmo assim, Fallout: New Vegas conta sua história de maneira espetacular, graças a um roteiro bacana e uma equipe de atores — responsáveis pelas vozes dos personagens — que cumpre muito bem seu trabalho. Você é realmente sugado para dentro do game.
Nota: 8,0

domingo, 15 de agosto de 2010

PS3 - Call of Duty: Modern Warfare 2

Plataforma: PS3
Gênero: Guerra
Jogabilidade: Ótimo
Idade mínima recomendada: 18 anos
História: Sem sombra de dúvidas que o melhor game da série Call of Duty foi o Call of Duty 4: Modern Warfare! A Infinity Ward fez um trabalho simplesmente perfeito com aquele jogo que vendeu mais do que água no deserto! Depois disso, Call of Duty 5: World at War fez muito sucesso também, mas provou que os fãs de games shotters já tiveram o suficiente da 2ª guerra. Por isso a Activision não somente devolveu o projeto Call of Duty para as mãos da Infinity Ward como também deixou o estilo 2ª Guerra de lado para retornar à era moderna com Call of Duty: Modern Warfare 2!
E esse já está sendo considerado um dos grandes games para o final desse ano! A seqüência de Call of Duty 4 foi demonstrada em uma sessão exclusiva para a imprensa durante a Gamescom 2009, com foco no modo cooperativo chamado “special ops”. E logo no menu inicial você já encontra as opções single player, multiplayer e special ops, que, de acordo com a Infinity Ward, mostra que o special ops é tão importante quanto os dois outros modos. E não se engane, pois ele também é um modo completamente independente dos outros dois, tendo seus próprios destraváveis e quaisquer outras coisas. Além disso, você tem a opção de jogar sozinho, com tela dividida localmente ou on-line com um amigo!
Esse modo é dividido em diferentes grupos de missões e para a demonstração que foi exibida vimos um “Charlie group” chamado “Breach and Clear”. No geral esse modo tende a ser algo com alta tensão, bem parecido com os momentos de fuga, como o visto em diversos momentos em Call of Duty 4! Três níveis de dificuldade (Regular, hardened e veteran) estão disponíveis e você recebe estrelas ao completar cada missão em cada nível de dificuldade, sendo que em veterano você recebe três. Essas estrelas depois são utilizadas para destravar mais missões special ops.
O objetivo em “Breach and Clear” era simplesmente sobreviver e conseguir chegar ao ponto final do estágio. A uma sessão no início onde é possível escolher entre diferentes armas que estão espalhadas no chão. Na demonstração o jogador escolheu um rifle de assalto com uma mira de ponto vermelho, depois ele colocou um explosivo na porta, detonou o mesmo e a ação tomou contado jogo! Enquanto a fumaça saia da sala, com um belo efeito de slow-motion, foi possível ver, aos poucos, os guardas que estavam nas proximidades. Elos efeitos também foram vistos quando granadas foram atiradas, permitindo ver inimigos voando para todos os lados, mais uma vez num belíssimo efeito slow-motion! Depois os inimigos sobreviventes se esconderam atrás de muros e começaram a disparar por cima dos mesmos, com miras laser que ajudaram a identificar a posição deles.
Ainda no mesmo estágio foi possível encontrar um escudo de proteção (conhecido como Riot Shield), que serve como uma barricada móvel para entrar em salas lotadas! O escudo também pode ser utilizado como uma arma para impactos em curta distância, sendo que esse impacto serve para atordoar o adversário, permitindo que você atire nele parAntes mesmo de a demonstração chegar ao fim já dava para perceber o quão bom Call of Duty: Modern Warfare 2 será! As estatísticas no final da fase mostram todos os detalhes do combate, tempo gasto, quantidade de mortes e muito mais. Enquanto a Infinity Ward não diz quantas missões estarão disponíveis, fica apenas a expectativa. Pena que esses foram todos os detalhes disponíveis até então, mas com certeza eles devem anunciar e / ou mostrar algo sobre o single player e o multiplayer muito em breve! E estaremos aqui para trazer todos os detalhes sobre esse que, com certeza, será um game imperdível!a não correr riscos. Também vimos clássicos como a granada que atordoa e as facas.
Nota: 10

terça-feira, 25 de maio de 2010

XBOX 360 - Gears of War 2

Platafoma: XBOX 360
Gênero: Guerra
Jogabilidade: Ótimo
Idade mínima recomendada: 18 anos
História: A maior prova da qualidade de Gears of War é o número de vendas que a franquia atingiu desde o seu lançamento. Foram milhões de cópias vendidas (se juntarmos os dois episódios), apenas no Xbox 360. Tamanho sucesso foi mais do que suficiente para expandir a história até uma trilogia (algo que ainda não temos como certeza, não excluindo um quarto jogo na série).
A história de Gears of War 3 ocorre 18 meses depois dos eventos que marcaram o término do segundo episódio. A raça humana está à beira da extinção, assim como os Locusts. Aos poucos remanescentes o que sobrou foi somente o Raven’s Nest, uma espécie de navegação tripulada que enfrenta diariamente as ameaças que emergem dos oceanos.
Aliás, a água agora é tratada pelo designer Cliff Blezinski como o novo “Emergence hole”, já que é por ela que os invasores surgem em emboscadas.
A guerra não é mais solitária. Uma das soluções para a sobrevivência é o agrupamento, algo que Gears of War 3 retratará através da campanha cooperativa para até quatro jogadores. Ela se inicia com Marcus partindo em busca de Dom (agora barbudo, com um visual bem mais desanimador do que o observado anteriormente).
Depois de localizá-lo e de lidar com algumas criaturas rastejantes (alvos perfeitos para armas com munição abrangente) é hora de ir atrás dos últimos dois participantes, que são Anya Stroud (a antiga oficial que agora está armada até os dentes) e Jayson Stratton.
Interação em alta
Em Gears of War 3 você não se verá mais limitado ao arsenal que está espalhado pelo chão. Aproveitando a modalidade cooperativa será possível trocar de armas e munições com os companheiros. O mesmo vale para alguns dos personagens (NPCs) que estarão espalhados pelas fases, combatendo as criaturas até a morte.
Novas armas para a guerra
Desde que o trailer inicial foi mostrado muitos vinham se perguntando se realmente veríamos uma escopeta com cano cerrado. Isso foi confirmado durante as demonstrações mais recentes realizadas pela Epic. Sites como o GamesRadar não só viram os disparos mas como também acompanharam as execuções, que agora vão além da motosserra.

Outras armas que devem dar as caras são os lança-chamas, morteiros e as Lancers (metralhadoras) da era Pendulum, com lâminas cortantes acopladas. Para cada uma destas armas o jogador verá uma sequência de execução diferente. Com a última arma citada o protagonista obriga os oponentes se ajoelharem para lhes cortar a garganta segundos depois, fazendo com que o sangue passe a jorrar para todos os lados.
Com o lança-chamas em mãos, Marcus espeta o corpo da vítima com o cano e dispara. Como resultado as labaredas tomam conta do corpo, até mesmo pela boca. Já a escopeta é aberta, apenas para que o protagonista torça o pescoço alheio e finalize o recarregamento da arma. Uma cena realmente memorável para quem curte violência...
A morte aguarda os monstros
Como se isso não fosse suficiente, os jogadores ainda poderão recorrer a movimentos com mãos livres, ou melhor, pés! Agora é possível pular por cima da cobertura e desferir um poderoso chute contra a cara dos invasores (teria sido o movimento influenciado pelo desenvolvimento de Bulletstorm?).
Mas a brutalidade ainda não acabou... Com as mãos em um corpo de Locust você pode armar uma granada, colocá-la no cadáver e atirá-lo novamente para o soldado opositor. Em segundos toda a paisagem estará em chamas, provavelmente já com caminho aberto para que você prossiga rumo ao próximo objetivo.

Ameaças infernais
O que descrevemos até aqui (em relação às execuções) poderá ser aplicado com mais facilidade contra os Locusts. O problema é que os Lambents também entram em cena desta vez, prontos para aniquilarem qualquer forma de vida alheia, se adaptando de todas as formas possíveis.
Os Drudges, por exemplo, começam como monstros grotescamente fortes, para depois se esticarem ao máximo (ganhando alcance). Após essa transformação eles ainda se abrem para liberarem “filhotes” e destacam a cabeça dos corpos, se deslocando como serpentes nojentas e traiçoeiras pelo solo. Ao se aproximarem de você elas explodirão, portanto muita atenção!
Uma escala nunca antes vista na franquia
Com tudo isso Gears of War 3 está se armando para ser não somente maior que os seus predecessores, mas também muito melhor. Em termos gráficos veremos inúmeras melhorias (incluindo já novas técnicas de iluminação com sombras mais destacadas), principalmente em termos de ambientes, já que a Epic estruturou a Unreal engine para exibir folhagens e outros tipos de plantas.

O planeta, embora destruído, ainda mostrará raios de sol que queimam os solos, mas que em contrapartida permitem aos artistas a criação de cenários mais luminosos, coloridos e até mesmo agradáveis aos olhos. Basta ver algumas cenas obtidas dentro do estádio destruído para perceber que o céu — em partes — finalmente é azul.
Aqueles que gostam de partidas online já podem ir deixando os receios do lag — que praguejou o segundo jogo — de lado. Os rumores mais recentes apontam para a estruturação de servidores dedicados, ao lado de muita otimização no código que gerencia as conexões.
A modalidade Arcade introduzirá sistemas de “combos” entre os tiros e assassinatos, premiando os jogadores com pontuações exorbitantes que aparecerão nos rankings globais online. Junto com ela ressurgirão os modificadores de partidas (Mutators), que foram popularizados em Unreal por elevarem exponencialmente a diversão dos jogadores.

Por fim, temos Karen Travis (do New York Times) cuidando da narrativa e do desenvolvimento da história. Em um dos episódios os jogadores verão inclusive o lado de Augustus Cole e Damon Baird na guerra. Fiquem ligados, pois Gears of War será mostrado em detalhes durante a E3 2010, que começa já em junho.
Nota: 10,0

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

XBOX 360 - Operation Flashpoint: Dragon Rising

Plataforma: XBOX 360
Gênero: Guerra
Jogabilidade: Ótimo
Idade mínima recomendada: 18 anos
História: Falhas estruturais ofuscam o brilho deste game também nos consoles.
Operation Flashpoint: Dragon Rising significa estratégia. E também FPS (tiroteios em perspectiva de primeira pessoa). E ação. E discrição. Na realidade, a premissa deste jogo é a seguinte: agir em grupo da forma mais eficiente possível. As diferentes características dos ambientes nos quais os soldados se localizam são primordiais para movimentação e cobertura de fogo. Bem, visto que o assunto aqui é Codemasters, esperava-se que esta edição da franquia causasse um forte impacto no gênero FPS. Tudo bem, não é a primeira vez que um título de guerra foca o cumprimento de objetivos no controle de uma equipe, mas as promessas feitas em torno deste Operation Flashpoint foram muito expressivas. Até demais.Ainda assim, o realismo está presente no jogo. É impressionante o modo com que o combate se desenrola, por mais que existam muitas falhas em diversos quesitos. Certas nuanças da jogabilidade mostram que os desenvolvedores tentaram criar uma mecânica de combate distinta. O resultado foi, no mínimo, interessante.Você, o líderAntes de começar a apontar os pontos críticos do jogo, é preciso conhecer os pilares básicos da experiência. O foco de Dragon Rising é fazer com que o jogador lidere um grupo admirável de combatentes na tentativa de cumprir uma série de objetivos propostos pelos superiores.O modo principal de campanha é intrigante, pois aborda vários eventos da realidade, sendo que o game fornece uma "lição histórica" antes do início da ação. Nesse vídeo, são exibidos dados referentes a diversos acontecimentos do passado, do presente e de um futuro fictício. Cada uma das 11 missões disponíveis conta com uma boa base histórica. O atrito é grande entre a China e a Rússia na briga por petróleo, mas é claro que os Estados Unidos não poderiam ficar de fora da guerra, não é?Quanto à jogabilidade, fica clara a tendência mais realista que a ação assume. De forma contrária ao que ocorre em games como Call of Duty, este Operation Flashpoint faz com que os gamers sejam intensamente mais cautelosos no campo de batalha. Discrição nunca é demais no cumprimento de objetivos árduos, ainda mais quando os cenários oferecem muitas possibilidades de cobertura de fogo.Foi descoberto pelo inimigo? Não tem problema. Basta buscar o máximo de precisão nos disparos e direcionar a sua equipe corretamente para os locais desejados. Efetuar ordens é algo que sempre deve ser feito neste título, mas para cada situação é preciso realizar um tipo diferente de comando.
Essa é a parte mais complicada. Lidar com comandos variados de acordo com as situações envolvidas pode ser um deleite para quem curte estratégia, mas pode chatear a experiência de quem quer apenas cumprir os objetivos da forma mais rápida possível. A equipe ajuda, é claro, mas há momentos em que boa parte dos gamers pode decidir resolver as coisas por conta própria.Como a ação tática é o tema central, cada uma das instruções e constatações é comentada pelos integrantes do time de forma extremamente profissional. O mapa é uma das peças fundamentais para o sucesso, mas é possível contar apenas com os indicadores na HUD (Heads Up Display, a interface dentro do jogo) para obter sucesso nas missões. De modo geral, o nível de desafio do jogo é único. Os três níveis de dificuldade disponíveis — Normal, Experienced e Hardcore — mostram que a guerra não é brincadeira. Mesmo no modo Normal, os embates travados não são nada fáceis, sendo que a morte é praticamente inevitável se o jogador resolver encarnar um espírito mais ousado em situações críticas de perigo.
Aprovado
Do que nós gostamosO realismo da guerraDe modo geral, a ambientação de Dragon Rising é cativante. Observando os ambientes de uma forma mais ampla, não há como deixar de afirmar que o trabalho de arte do game é satisfatório. Por mais que ocorram problemas cruciais em determinados aspectos, os mais de 200 quilômetros quadrados de terrenos abertos oferecem ótimas possibilidades de táticas diferenciadas.São certas animações que podem conquistar os fãs deste tipo de jogo. O uso do "blur" — efeito que borra certas áreas da tela — é bem interessante e enaltece o clima de guerra pura. Além disso, a sensação adquirida através dos tiroteios é única. Infelizmente, os consoles não retratam muito bem o restante dos efeitos.
Nota: 8,5

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

PS2 - Star Wars Battlefront Platinum


Plataforma: PS2
Gênero: Guerra
Jogabilidade: Bom
Idade mínima recomendada: 12 anos
História: VIVE TODAS AS BATALHAS
Star Wars Battlefront™ é um jogo multijogador de acção intensa que se desenrola no universo Star Wars e que te colocará no calor da acção ao reviveres todas as batalhas épicas das eras clássicas e modernas do universo Star Wars. Finalmente poderás vestir a pele dos teus heróis Star Wars e combater em todas as grandes batalhas que viste nos filmes.
TODOS OS CAMPOS DE BATALHA
Trava batalhas em mais de 15 ambientes e 10 planetas diferentes das eras da Trilogia clássica e da Guerra dos Clones, incluindo Hoth, Geonosis, Yavin, Tatooine e Naboo.
Tanto os jogadores de consola como os de PC poderão participar nas mais memoráveis batalhas Star Wars de sempre.
LUTA CONTRA TODOS
Star Wars Battlefront está optimizado para ser jogado via Internet na PS2, Xbox e PC. Combate contra até 32 outros adversários ou trabalha em equipa para segurar postos de comando inimigos de maneira a derrotar a oposição e ganhar o controlo da galáxia. Podes conversar utilizando um microfone compatível.
Uma variedade de modos de jogador único oferece uma jogabilidade irresistível incluindo duas missões, a capacidade de dar comandos a elementos da equipa comandados pela consolas e a oportunidade de conquistar a galáxia usando cada uma das quatro facções.
Suporta conversa de voz através de microfone compatível (PS2, Xbox e PC).
LUTA COM TODOS
Escolhe um de entre 20 diferentes tipos de soldados de quatro facções: Aliança Rebelde, Império Galáctico, Exército dos Clones da República e Dróides de Batalha Separatistas. Os tipos de soldados incluem a infantaria normal, batedores, armas pesadas e pilotos - cada um deles com as suas habilidades próprias.
LUTA COM TUDO
Cada unidade terá capacidades especializadas e a liberdade de usar torreões de solo encontrados na frente da batalha assim como mais de 15 diferentes veículos terrestres e aéreos, incluindo o AT-ST, X-Wing e a mota de velocidade.
Batalhe de muitas maneiras diferentes usando uma variedade de armas Star Wars, incluindo Espingarda de Explosão, Lançadores de Rockets e Detonadores Termais, além dos Torreões Terrestres que podem ser tripulados e usados para defender postos de controlo.
Nota: 7,8

quarta-feira, 10 de junho de 2009

XBOX 360 - Call of Duty 4 ( Modern warfare )


Plataforma: XBOX 360
Genero: Guerra
Jogabilidade: Ótimo
Idade mínima recomendada: 16 anos
História: Agarra nas tuas granadas para saíres dos arbustos e entrares na mais intensa e cinemática experiência Call of Duty® de sempre, pois a Activision e a Infinity Ward anunciaram hoje o desenvolvimento de Call of Duty® 4: Modern Warfare™. O novo jogo de acção e suspense dos premiados criadores da série Call of Duty irá armar os jogadores com o mais avançado e poderoso arsenal de poder bélico actual para travar uma nova guerra nos locais mais perigosos do mundo.
"Call of Duty 4: Modern Warfare é o título mais intenso e visceral que já criamos", diz Jason West, responsável do estúdio e chefe de projecto da Infinity Ward. "A campanha para um só jogador é uma experiência de acção ritmada e sem paragens. Enquanto a história se desenrola, o jogador é introduzido a nova jogabilidade em cada esquina - num momento estás a descer numa corda no helicóptero Blackhawk após teres entrado de rompante na zona de guerra com uma armada de helicópteros, no próximo és um sniper, dissimulado, num fato Ghillie quilómetros atrás das linhas inimigas, no outro estás a atacar inimigos num avião de combate AC-130 milhares de metros acima do campo de batalha - prepara-te para o voo da tua vida."
Misturado com a acção explosiva, Call of Duty 4: Modern Warfare oferece também efeitos especiais deslumbrantes, incluindo o uso de profundeza de visão, iluminação em arco, sombras próprias da personagem, pós-processamento em tempo real, fluidez das texturas assim como efeitos accionados pela física para alistar os jogadores na experiência de jogo mais foto realística de sempre. Combinado com o premiado design de som de Call of Duty, os jogadores irão enfrentar a guerra como nunca antes.
Além do modo para um jogador, A Infinity Ward montou uma equipa dedicada desde o início para oferecer um novo nível de profundidade ao multijogador. Baseado na experiência online de sucesso de Call of Duty 2, o novo multijogador de Call of Duty 4: Modern Warfare está pronto a oferecer à comunidade uma viciante e acessível experiência para os jogadores de todos os níveis.
Dicas:
Destrave o menu Cheat: Termine o jogo, e a opção Cheat vai aparecer dentro do menu Options.
Missão extra: Termine o jogo e assista aos créditos para destravar uma missão extra.
Modo Arcade: Termine o jogo para destravar o modo Arcade.
Um dos melhores jogos já lançados para à plataforma XBOX 360
Nota: 10