Este blog está de acordo com a Política de Conteúdo do Blogger. Não contém materiais de conteúdo pornográfico, discriminatório, violento, ou links de downloads que violem os direitos autorais de seus respectivos criadores.
Seja bem vindo!!!
"Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém... Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim... E ter paciência para que a vida faça o resto..."
Plataforma: PC Jogabilidade: Boa Idade mínima recomendada:10 anos
História:Shadow Harvest: Phantom Ops é um jogo de tiro em terceira pessoa da Black Lion Studios que mistura elementos de ação furtiva e combate armado. O título aposta na “dinâmica de parceiros”, como no jogo Army of Two e nos filmes policiais “Máquina Mortífera” e “48 Horas”.
A ação se desenvolve no ano de 2025, e mostra as incursões militares da dupla Aron Alvarez e Myra Lee — dois “operadores” da ISA, uma unidade de intervenção do governo estadunidense. A missão da vez é derrubar um terrível ditador somali que obteve novas armas que serão utilizadas em atentados terroristas.
Aron e Myra possuem habilidades singulares o que garanta alguma versatilidade ao estilo de jogo, hora voltado para o combate (quanto Aron está no comando), hora privilegiando a ação furtiva (proporcionados pela ágil Myra).
A campanha principal pode ser completada em aproximadamente 10 horas de jogo e conta com estágios bem balanceados que exploram todas as habilidades de cada um dos personagens. A estrutura de jogo é razoavelmente linear, mas a possibilidade de “atacar” um problema de duas formas diferentes rende alguns bons momentos.
Idade mínima recomandada: 12 anos História: Muitas gargalhadas e tiroteios em uma Gotham City repleta de Batmans e Coringas
O Batman é um dos personagens mais famosos da DC Comics, tanto que ele mantém as vendas de HQs da editora nas alturas. Até agora tínhamos visto jogos, filmes, brinquedos e outras tantas coisas que traziam o Homem-Morcego, porém, ninguém imaginava que a Warner teria a ousadia de lançar um game baseado em Gotham City.
Acontece que ela provou que o Batman não se trata apenas de um personagem, mas de um herói que traz consigo um universo capaz de se sustentar. Gotham City Impostors é um título curioso que traz pessoas comuns nos papéis de heróis e vilões. Diferente de outros games do Homem-Morcego, aqui a ideia é encarar um FPS muito divertido.
No vídeo de introdução fica claro que o jogo parte de uma premissa bem básica, mas que deixa espaço para desenvolver a ideia dos tiroteios em Gotham. O herói da cidade sumiu, isso despertou a sede de justiça e a enorme vontade de espalhar o caos em alguns cidadãos. Mas será que um jogo sem Batman e Coringa consegue ter sucesso?
AprovadoO charme de Gotham
Por se tratar de um game na cidade do Batman, a desenvolvedora Monolith parece ter caprichado naquilo que mais lembra o herói. Todos os ambientes foram preparados para dar uma sensação de que o jogador está numa cidade muito parecida com a que vemos nas histórias em quadrinhos e nos jogos mais recentes do Morcego.
Há cenários com um visual ao estilo Coringa e outros que são a cara da escuridão representada pelo Batman. As fases contam com diversos esconderijos e passagens secretas, mas ao mesmo tempo oferecem ambientes amplos para que uma enormidade de jogadores possa participar do tiroteio.
A qualidade gráfica do jogo é muito boa, tanto nos cenários quanto nos personagens. Efeitos de luz, sombras e texturas são bem aplicadas. As cenas de introdução são bonitas e vemos no restante do jogo um visual parecido. Claro, como em qualquer game, aqui também vemos alguns defeitos, é o caso de algumas texturas e do efeito da água que não agradam tanto.
Por que tão sério?
Apesar de ser um jogo de tiro, Gotham City Impostors aposta em recursos cômicos. Os personagens são muito caricatos e garantem a risada com suas roupas improvisadas. Conforme você vai progredindo de nível, novos itens são liberados, incluindo cartas para você entregar aos adversários que você aniquilar.
Além desse recurso, ao personalizar seu herói (ou vilão) você pode selecionar o tipo de voz que será utilizado quando você matar os inimigos. É possível definir uma voz mais aguda, bem parecida com a do Coringa, ou usar um som mais grave, caso sua ideia seja intimidar e mostrar que você é um justiceiro como o Batman.
Inovador em certos sentidos
A verdade é uma só: você pode ser um Batman ou um Coringa da vida real. Assim como o herói de Gotham, seu personagem pode usar um gancho para grudar nas paredes e se locomover rapidamente pelos cenários. Caso a ideia seja voar, é possível usar sua capa (em conjunto com as saídas de vento que ficam no chão) para ir de um lado ao outro do cenário.
Gotham City Impostors também inova com os modos de jogatina. O clássico deathmatch está presente, sendo que você pode participar do time do bem ou do mal. Também há alguns tipos de partidas diferenciados, como o Fumigation e o Psych Warfare.
No primeiro, você deve capturar dispositivos que liberam gás para acabar com os adversários. Há três máquinas em cada cenário, o time que detiver posse de duas, ganha a partida e aniquila os adversários com uma toxina. Para ser sincero, esse é o modo de jogo mais divertido, justamente porque o resultado pode mudar nos últimos segundos da partida.
O segundo tipo de partida é bem diferente, no qual você deve proteger uma bateria e evitar que o inimigo leve-a para sua base. O time que conseguir ser mais eficiente na defesa ganha e evita uma humilhação pública. Independente da missão, em qualquer partida você tem um objetivo principal: metralhar o máximo de adversários e garantir maior pontuação para seu personagem e para seu time.
História: Uma simples exibição de belas imagens ou um dos melhores FPS desta geração?
O que dizer sobre Crysis? Sinceramente, eis um game que dispensa comentários. Quem vive por dentro do universo do entretenimento eletrônico sabe muito bem que a obra da Crytek, responsável pelo título, é sinônimo absoluto de gráficos quase perfeitos. Mesmo lançado em 2007, o título ainda é considerado como um dos “tops” quando o assunto é excelência em visuais.
O fato é que Crysis virou uma espécie de indicador de qualidade. Provavelmente você já deve ter ouvido alguém falar a respeito de um PC com uma configuração monstruosa, declaração que normalmente é retrucada com a seguinte frase: “Mas roda Crysis no máximo?”.
Tudo bem, temos um título exclusivo para PC que, definitivamente, deixa os fãs desta plataforma com o peito estufado de tanto orgulho. Mas não demorou muito até que a Electronic Arts, em parceria com a Crytek, anunciassem a tão esperada sequência do game.
Crysis 2 apareceu bem diferente do que muitos fãs esperavam, deixando de lado toda a ambientação florestal e colocando em seu lugar arranha-céus e as ruas asfaltadas de Nova York. Entretanto, não foi isso que mais assustou a maioria dos fãs do game, mas sim o fato de Crysis 2 ter se tornado multiplataforma.
Certamente, seria quase impossível fazer com que o game original fosse executado nos consoles de sétima geração. Basta observar a dimensão do ambiente, uma gigantesca ilha que providencia uma experiência de mundo aberto, e você notará que a Crytek soube aproveitar o máximo que os PCs tem a oferecer. Seria fisicamente impossível transportar todo o conteúdo de Crysis para um DVD de camada dupla ou um Blu-ray.
Perdoem o trocadilho, mas não há como não relacionar a trama de Crysis 2 ao filme de 1979 estrelado por Clint Eastwood, intitulado "Fuga de Alcatraz". Basicamente, no game você encarna um personagem chamado Alcatraz, que faz parte de uma equipe de Marines em busca de um cientista conhecido como Gould.
Mas, subitamente, Alcatraz e seus companheiros são atacados e acabam tendo que escapar às pressas de um submarino prestes a conhecer detalhadamente as profundezas do oceano. É nesse momento que o jogador assume o controle do personagem, vivendo uma espécie de tutorial básico que relembra bastante os primeiros momentos de Call of Duty: Modern Warfare.
Após uma breve jogatina, seu personagem consegue escapar — ao contrário de muitos outros companheiros, que não tiveram a mesma sorte. Na superfície, descobrimos que tudo está mais caótico do que se pode imaginar, com naves alienígenas atirando em sua direção e uma espécie de supersoldado empunhando uma metralhadora de alto calibre e disparando uma chuva de balas contra todos e tudo.
Esse supersoldado é ninguém menos que Prophet, um dos últimos sobreviventes do esquadrão especial da Crytek, o qual é conhecido pelo uso do famoso traje Nanosuit. Prophet, na verdade, acabou causando a submersão permanente do veículo de Alcatraz, mas todas as dívidas são debitadas quando ele salva o seu personagem.
É aí que você descobre que as coisas estão ainda mais tensas do que você pensava. Uma epidemia se espalhou por Nova York, e provavelmente pelo resto do mundo, disseminando um vírus letal que faz com que as pessoas literalmente derretam. O resultado é assombroso e, infelizmente, Prophet está infectado. Nota: 9,5
Jogabilidade: Ótimo Idade mínima recomendada: 8 anos História: Se os jogos inspirados em filmes já não são bem vistos pelos gamers, a SEGA parece se esforçar em fazer com que ninguém mais tenha esperança no subgênero. Isso porque a empresa se especializou em criar adaptações medíocres e fazer com que ótimas experiências cinematográficas se transformem em fracassos gigantescos nos consoles. Pior do que isso: ela insiste na mesma fórmula e não aprende com seus erros.
Depois de nos castigar com os dois Iron Man e uma versão sofrível de Thor, eis que a produtora pega embalo na chegada do Capitão América às telonas e traz Captain America: Super Soldier, o título “menos pior” dessa safra de super-heróis da Histórias não contadas Seguindo a linha das recentes produções baseadas no cinema, o game utiliza um roteiro diferente daquilo visto no longa-metragem e dá mais liberdade para o jogador explorar o personagem. Enquanto o filme mostra a primeira e a última missão de Steve Rogers como Capitão América, Super Soldier explica o que aconteceu enquanto isso.
Com a proposta de contar uma história que não é abordada pela sétima arte, o jogo se sai muito bem, pois consegue expandir essa experiência. Quem se empolgou ao ver a luta contra o Caveira Vermelha vai gostar de ver o escudo estrelado em ação contra outros vilões, como o Barão Zemo. Não se trata de uma narrativa excepcional, mas é eficaz ao adicionar outros fatos e personagens.
Supersoldado em ação
Algo bem interessante em Captain America: Super Soldier é o fato de o game conseguir fazer com que o soro do supersoldado tenha uma função extremamente útil e divertida na jogabilidade. Assim como no filme, todas as habilidades de Steve Rogers são potencializadas graças ao composto e isso é algo que os jogadores irão sentir na pele.
O título traz um mecanismo desafiador para fazer com que o jogador transforme o Capitão América no mestre dos reflexos, usando seu escudo para rebater tiros ou fazendo peripécias em seus saltos por castelos europeus. É preciso acertar o timing correto para apertar os botões de ação, defesa ou ataque. Embora não exista uma punição caso você falhe, Super Soldier se torna muito mais divertido quando você domina essas técnicas. Nota : 9,8
História: Em Hunted: The Demon's Forge, a InXile Entertainment apresenta a história de uma dupla de mercenários formada pelo guerreiro forte e precavido Caddoc e pela inconsequente arqueira elfa E’lara. Como é característico da profissão, os dois estão prontos para realizar qualquer tarefa que render um bom pagamento.
Durante uma viagem feita por conta de um desses serviços, Caddoc começa e ter estranhos sonhos que começam com a presença de uma voluptuosa mulher, mas ao invés de terminar em alegria para o lutador, acabam com a aparição de um grande demônio.
O que parecia ser apenas um pesadelo corriqueiro se torna realidade quando ao chegar na fonte mágica que buscavam, os viajantes encontram Seriphine, literalmente a feiticeira dos sonhos de Caddoc.
A misteriosa arcana invadiu a mente do mercenário para pedir ajuda à dupla na tarefa de recuperar cristais especiais espalhados pelo mundo. Em troca, ela oferece parcelas do seu poder, o qual é proporcional às suas curvas. Ao aceitar o acordo, a dupla de protagonistas acaba entrando em uma aventura mais complicada do que podiam imaginar.
Embora os primeiros momentos de Hunted: The Demon’s Forge pareçam forçados (afinal, quem em sã consciência iria aceitar se submeter à primeira feiticeira insana que aparece oferecendo um acordo?), quando se descobre a relação entre a dupla de aventureiros tudo começa a fazer mais sentido.
Para começar, é preciso pensar nas razões que os levaram a escolher uma profissão tão perigosa. O caso de E’lara parece ser mais fácil de ser compreendido. Sua espécie foi dizimada há muito tempo pelo Minotauro. Como única sobrevivente, a elfa procura não pensar muito a respeito e vive cada dia como se fosse o último.
Já Caddoc é o oposto. Fugindo do estereótipo do guerreiro dotado de força e burrice absurdamente grandes, ele pensa cuidadosamente antes de realizar as suas ações e prefere entrar em batalhas sempre com uma estratégia em mente. Desse modo, a sua presença é fundamental para conter a impulsividade de E’lara.
Durante a aventura, os dois também mantêm divertidos diálogos que irão entreter os jogadores. Principalmente após enfrentar um grande número de adversários, quando aquele matou mais inimigos sempre conta vantagem para o outro.
Quero ser Chico Xavier
Um dos grandes destaques da trama do título é a presença das Death Stones, ou pedras da morte, ao longo dos níveis. Elas estão sempre juntos a algum cadáver que pode ter morrido recentemente ou há muito anos atrás e podem ser utilizadas para reviver os últimos momentos dessas pessoas poucas sortudas. Nota: 8,9
História: Depois do enorme sucesso do Cavaleiro das Trevas nas telonas, o mundo do game finalmente recebe um game que promete honrar a reputação de Batman. Após anos sem dar as caras no universo do entretenimento eletrônico, Bruce Wayne finalmente retorna com um jogo que promete ser um dos grandes destaques do ano: Batman Arkham Asylum.
O jogo apresenta um clima similar ao da última edição exibida nos cinemas, mas não deixa de lado as características dos quadrinhos estrelados pelo morcego de Gotham City. Felizmente, o Baixaki Jogos pôde conferir de perto esta aventura cheia de surpresas através de uma demo disponibilizada recentemente na PlayStation Network (PS3), na Live (X360) e também no PC.
Se você conta com um PC dentro das especificações mínimas do jogo, não deixe de baixar a versão demonstrativa disponibilizada pelo Baixaki. Para fazer o download, basta clicar no botão ao lado.
Sem dúvidas, este é o retorno definitivo de Batman aos games, em um jogo que mistura pancadaria intensa com ação furtiva. Aparentemente, nós realmente teremos um game fiel aos quadrinhos, com direito a dublagens originais — da versão estadunidense — e toda a atmosfera criada pelo incrível Paul Dini, roteirista responsável pelos desenhos e pelo game. Seja bem-vindo ao pesadelo de Arkham.
Um sorriso impressionante
Quando você inicia a demo, é presenteado com um belo trailer demonstrando uma pequena parcela do que você irá encontrar na versão completa do game. Logo de cara, é possível perceber que toda a atmosfera que caracterizou a era mais obscura do protagonista está presente no game.
Basicamente, o estilo do game remete a uma mistura entre o herói representado nos quadrinhos e o Batman de o Cavaleiro das Trevas. A própria roupa do personagem parece ser uma hibridização do traje presente em ambas as versões. O resultado de tudo isto é simplesmente fantástico, graças, também, a ajuda da engine gráfica do game: Unreal Engine 3.
História: A Irmandade de Assassinos tem um novo mestre. A franquia Assassins Creed foi devidamente consolidada com a chegada de Assassin’s Creed 2 — título que além de expandir a história também trouxe muitas novidades à jogabilidade. Os avanços conquistaram novos jogadores e provaram para os fãs que Ubisoft estava empenhada em trazer algo verdadeiramente novo.
Por conta disso, muitos jogadores questionaram o lançamento de Brotherhood — temendo a “serialização” da franquia na forma de título genéricos que pouco adicionam a mitologia da marca. O medo é real, mas o jogo ainda é bom.
Brotherhood traz poucas, mas boas, novidades e na prática não passa de uma expansão de Assassin's Creed 2. A Ubisoft e os fãs mais ardorosos podem negar, mas no final das contas temos a nítida impressão de que todo o conteúdo do jogo poderia ter sido entregue como um simples DLC.
A desenvolvedora francesa retorna à Itália renascentista para contar uma nova história de Ezio Auditore da Firenze — protagonista de AC2 — antes de apresentar a terceira parte oficial da linha Assassin’s Creed. Não é a toa que o título do jogo não leva o numeral, nem mesmo a Ubisoft concorda que este seja o “terceiro” capítulo da saga.
No entanto, Brotherhood tem grandes méritos — mesmo que estes não justifiquem o lançamento de um novo jogo. O título realmente é mais robusto do que parece e independente da falta de inovação o que realmente importa é que a Ubisoft oferece mais um grande jogo de uma ótima franquia.
Roma, cidade aberta! Não estamos falando da pérola neorrealista de Roberto Rossellini, mas sim do cenário de Brotherhood. O novo Assassin’s Creed segue na Itália renascentista, mas deixa Florença e segue para “Cidade Eterna”, Roma.
A reconstrução da cidade é rica em detalhes e cheia de vida. No jogo, Roma é divida em 12 distritos, todos comandados por torres da família Borgia — arquirrivais de Ezio e representantes do poder Templário na cidade.
Enquanto as torres estiverem de pé, soldados patrulharão as ruas e o povo, oprimido, não poderão oferecer seus serviços para Ezio. Assim, cabe a você a tarefa de limpar as ruas romanas, para tanto é necessário eliminar o capitão da guarda que vigia a torre local e colocar toda a estrutura abaixo.
Uma vez liberada, os ferreiros, bancos, estábulos e outras lojas da região serão desbloqueadas — aumentando assim a sua renda. Na pratica é a mesma estrutura do jogo anterior, conforme Ezio reconstruía Monteriggioni.
Quanto mais lojas abertas, mais itens, dinheiro e habilidades para Ezio, por exemplo: alfaiatarias liberadas conferem roupas com mais bolsos para carregar itens e armas. Da mesma forma, bancos abertos, garantem mais dinheiro.
Todavia, apesar de ser um dos elementos-chave da jogabilidade, as torres dos Borgia não são exatamente essenciais para conclusão do jogo. Na verdade você pode terminar Brotherhood sem destruir todas as torres.
Todavia, a estrutura do jogo é livre e a exploração do cenário é encorajada. Além disso, ao destruir as torres dos Borgia você reduz efetivamente a força da família na cidade, ao mesmo tempo em que aumenta a sua renda, desbloqueia itens e constrói um exército de assassinos (outra novidade de Brotherhood).
O melhor de tudo é que a recriação é belíssima, e como era de se esperar os gráficos são de alta qualidade. Por sinal, com o suporte para a Nvidia Surround Vision garante visualizações verdadeiramente impressionantes, como você pode conferir no vídeo abaixo.
Plataforma: PS3 Gênero: Ação Jogabilidade: Ótima Idade mínima recomendada: 16 anos História: Killzone 3 é o quarto título da franquia de jogos de tiro em primeira pessoa exclusivos da Sony. O jogo dá continuidade a trama apresentada em Killzone 2 e coloca os dois protagonistas da edição anterior, Sev e Rico, atrás das linhas inimigas. Apesar da jogabilidade não se distancia muito de Killzone 2, o jogo apresenta uma série de ajustes e algumas novidades, incluindo novas armas e itens, bem como o próprio design de cenários. Além disso, existe a possibilidade de jogar o terceiro game com o PlayStation Move, o tão debatido controle sensível a movimentos da Sony. Por fim, há a oportunidade de visualizar os tiroteios tridimensionalmente, o que aumenta ainda mais a imersão do gamer na experiência. Nota: 9,8
Plataforma: XBOX 720 Gênero: Ação Jogabilidade: Bom Idade mínima recomendada: 18 anos História: Duke e seu esforço para agradar aos fãs. Duke Nukem é uma das franquias que mais gerou repercussão no universo do entretenimento eletrônico. Um dos motivos é a qualidade e o estilo incomparável de Duke Nukem 3D, lançado em 1996 para PC. O jogo trazia um protagonista de personalidade marcante, o famoso Duke, e umas das experiências mais interessantes e divertidas dos FPS. Contudo, a série ficou ainda mais conhecida graças a Duke Nukem Forever, game anunciado há mais de 14 anos e que, até hoje, nunca viu a luz do dia. Adiamentos, cancelamentos, mistérios e muitos problemas envolveram o título. Entretanto, parece que Duke finalmente vai voltar para os games e com muito estilo. Você já conferiu uma prévia do game aqui no Baixaki Jogos, na qual comentamos alguns detalhes do jogo, que foi exibido na Penny Arcade Expo. Agora, Melissa Miller, em uma entrevista ao site Joysitq, traz mais informações sobre o tão esperado título. Ele ainda está vivo Primeiramente, Miller não esconde estar surpresa em relação à situação de Duke Nukem. “É realmente incrível quando você pensa no jogo, porque esses caras — assim como todos — pensavam que Duke Nukem estava morto”, comenta a executiva, mencionando os atuais desenvolvedores da obra. Falando em desenvolvedores, o novo Duke está sendo concebido pela Triptych Games, uma companhia fundada por nove ex-membros da 3D Realms — a desenvolvedora original do game, que, hoje, está de portas fechadas. “E esse grupo simplesmente disse, ‘Não, nós não vamos deixar isso parado’”, comenta Miller, exaltando a empolgação do time de desenvolvimento. A executiva diz que a equipe atualmente trabalha fora dos estúdios da Gearbox, em Plano, no Texas. “Todos esses caras estão trabalhando há anos e anos e anos”, explica Miller. “E as pessoas estavam comentando, ‘A Gearbox está dominando o jogo! Eles vão mudá-lo?’ e a resposta é, ‘Não!’, eles contam com vários caras que trabalharam no projeto original. Caras como Allen Blum, que é o criador de Duke Nukem”, finaliza Miller. Mas, uma das revelações mais importantes é que a arquitetura final do jogo já está pronta, conforme menciona executiva. O time recebeu o game em um formato que “não representa necessariamente a experiência final”, e por isso “começaram a poli-lo”. Mesmo assim, ainda falta um bocado para que Duke finalmente chegue às lojas. Perfeito para os jogadores “Nós conhecemos o jogo de A a Z e estamos verificando cada um dos elementos”, diz Miller, comentando sobre o progresso do time de desenvolvimento e o esforço em ajustar todos os detalhes. A executiva também exalta que a equipe está verificando cada uma das partes do game, procurando as seções que deixam o jogador cansado ou que tornam a jogabilidade tediosa. Todo esforço deve fazer com que o game seja lançado ainda em 2011. O trabalho árduo de três desenvolvedores — a Gearbox, Triptych e Piranha Games — certamente é algo curioso para a indústria do entretenimento eletrônico e o resultado deve ser, no mínimo, surpreendente. Até mesmo os gigantes da 3D Realms estão envolvidos, mesmo que indiretamente, em Duke Nukem Forever. George Broussard e Scott Miller, ambos fundadores da companhia, dão conselhos e dicas para Randy Pitchford, um dos responsáveis pelo título. Duke Nukem Forever tem tudo para ser um excelente game, pelo menos se depender dos esforços da desenvolvedora. Seria bastante interessante se, no jogo final, tivéssemos a oportunidade de conferir níveis jogáveis das versões anteriores de DNF. Mas, agora, não estamos em condições de exigir alguma coisa. Se Duke Nuke Forever finalmente chegar às lojas, já devemos nos contentar. E muito. Nota: 7,7
Plataforma: PS3 Gênero: Ação Jogabilidade: Bom Idade mínima recomendada: 12 anos História: Seria um Gears of War do futuro? Com a nova geração de consoles, um gênero cresceu e continua em ascensão contínua, o tiro em terceira pessoa (ou third-person shooter). Vários títulos têm explorado tal perspectiva que cada vez mais atrai gamers experientes e novos adeptos do gênero, por sua visão, dinâmica e jogabilidade. E em se tratando desse gênero um novo game em particular tem chamado atenção desde seu anúncio: Vanquish, da SEGA. Após jogar a versão demo do jogo, dá para explicar o porque da hype que cerca o jogo: Ele é um Gears of War, com mais velocidade, flashes, e velocidade! Tudo bem que ele não é tão bonito e chamativo quando Gears ou com uma IA de te dar trabalho, mas Vanquish tem um enredo bem interessante, uma liberdade agradável e muitos tiros! O jogo também tem um sistema de upgrades, mas o que realmente chama atenção são os tiros e a adrenalina do mesmo, devido à velocidade. Se você está procurando por um game que tenha um estilo mais estratégico futurista, esqueça! Esse daqui é mais uma mistura de Gears com a velocidade de um Devil May Cry 4 ouy Bayonetta! A insanidade das batalhas, combinada com o sangue e velocidade determinam o estilo de Vanquish. Para aqueles que não estão acostumados com esse tipo de aproximação, existe um modo tutorial para que você possa entender e se acostumar com esse tipo de velocidade, o que é totalmente aconselhável! É com esse tutorial que você aprender a tirar vantagem desse sistema, onde você tomará controle da situação, além de ver como sua “AR suit” (a vestimenta do protagonista) é eficaz! Para tanto basta pressionar L1 enquanto você esquiva das balas adversárias para poder ativar um modo bullet-time que é infalível no campo de batalha! Você também poderá apertar L2 para deslizar de forma drástica (na verdade, talvez da forma mais drástica já vista num game!). Para utilizar-se de cobertura, basta apertar o botão Quadrado para ter tempo de utilizar o R2, que serve para recarregar suas armas. As demais funções lembram outros games do gênero, onde se quiser trocar entre suas armas, basta utilizar do direcional D-pad, L1 para mirar e R1 para atirar. O bacana de Vanquish é que você poderá mudar as funções dos botões se assim achar melhor. Após se familiarizar com os comandos, você estará pronto para entrar em ação. Logo no início do game foi possível ver muito tiroteio, um mini-chefe de fase e no seu final um chefão gigante, que fará com que você utilize toda sua habilidade para conseguir vencê-lo. No geral a movimentação é simples e lisa, como em qualquer ação do jogo. As mecânicas de controle não são tão desafiadoras assim depois que você adquire prática, fazendo com que você possa usufruir de todas as mecânicas de tiro, slide e pausa de tempo com precisão. Só tome cuidado! Não utilize as incríveis funções do uniforme de Vanquish de forma abusiva! Você tem que saber dosar a quantidade de vezes em que você utiliza as habilidades do AR suit, pois se você utilizar excessivamente do slide, do bullet-time e até mesmo dos ataques corporais, o uniforme irá aquecer, e ele aquece muito rapidamente! Se você persistir, o AR suit irá superaquecer e quando isso acontece você terá que esperar o mesmo esfriar, ficando assim vulnerável! Por isso é sempre bom ter um plano para atacar ao invés de simplesmente ficar apertando insanamente todos os botões do jogo. O jogo consegue passar essa interessante interação explosiva, com a troca de tiros entre inimigos e aliados, mas o grande problema aqui é a IA. Em certos momentos os inimigos se comportam de forma tão banal que ao invés de você ser obrigado a preparar alguma estratégia para ter uma chance de derrotá-los, basta partir para cima e ser mais rápido. Os gráficos, entretanto, dão um show à parte que faz com que possamos esquecer os demais probleminhas do jogo. Basicamente Vanquish é um interessante game shooter em terceira pessoa. O game já foi lançado lá fora, então falta pouco para pormos as mãos nele para dizer se a IA melhora e se a versão final conseguirá manter tanta adrenalina junta! Plataforma: Playstation 3Data de Lançamento: 21/10/2010Distribuída por: SEGADesenvolvida por: PlatinumGames Nota: 9,0
Plataforma: PS3 Gênero: Ação Jogabilidade: Ótimo Idade mínima recomendada: 10 anos História: Ressuscitando a era 8-bits com estilo! A Ubisoft (que já trouxe grandes games como Assassin’s Creed e Prince of Persia) está começando a investir bem nos games para compra via download. Em seu estande na Comic-Con 2010 foi possível ver um pouco do que esse game tem a mostrar para fãs e não fãs da série Scott Pilgrim. “Como assim fãs?”. Explico. Scott Pilgrim é uma série de quadrinhos que está fazendo o maior sucesso no mundo inteiro! A mesma é baseada numa série de graphic novels escritas por Bryan Lee O’Malley que conta a história do jovem Scott Pilgrim, um garoto canadense que está desempregado, que basicamente não serve para nada e que se apaixona pela bela americana Ramona Flowers. O bacana é que ela também fica a fim dele, seja lá porque motivo, mas nem tudo são flores! Para poder namorar com Ramona, Scott terá que derrotar seus seis ex-namorados do mal! O HQ fez tanto sucesso que até mesmo um filme com mesmo nome está pronto e prestes a ser lançado! Ao todo são 6 revistas (3 compilados no Brasil, com duas edições em cada compilado. Sendo que até o fechamento dessa matéria apenas o 1º volume estava disponível) que contam como ele resolveu essa parada! Além disso, a revista mostra uma série de referências geek e gamer, uma vez que Scott é um viciado em games e muito brigão! Graças a isso, nada melhor que fazer um bom game sobre essa história, contendo um pouco das tantas referências contidas nos HQs e mais! O game será no melhor estilo side-scrolling (esses jogos de briga de rua, onde você vai avançando na medida em que derrota adversários, fazendo com que a tela ande para que você possa chegar à próxima área) que muito lembra clássicos como Streets of Rage ou Final Fight. Você e até 3 amigos, seja off-line ou via co-op on-line, irão batalhar através das séries de eventos que acontecem no universo dos quadrinhos, socando, chutando e jogando tudo para todos os lados, até conseguirem chegar aos chefões, que são os ex de Ramona! A diferença desse game para outros mais antigos é o “pile-up”. Com isso, um inimigo que conseguir paralisar você chamará uma série de outros vilões para te encher de porrada! Para escapar você deverá que apertar o botão de ação loucamente, o mais rápido possível para poder se libertar. E se você for rápido suficiente para se libertar antes que eles cheguem, você é que poderá encher eles de muita porrada, derrubando a pilha de inimigos em sua frente! O jogo também contra com uma cadeia infinita de combos. Isso serve como a versão para jogadores do “pile-up”. Se você conseguir um bom ritmo de combos, você poderá paralisar um oponente, permitindo que você possa metralhar seu botão de golpes o mais rápido possível, desferindo muita, mais muita pancada neles! Você poderá até duplicar os efeitos disso, bastando apenas que um amigo entre na brincadeira de encher seus inimigos de pancadas, para ver quem consegue o maior combo antes de outro inimigo te bater, parando assim o combo. Na Comic-Con foi demonstrado o nível onde você enfrenta o terceiro ex-namorado do mal da Ramona, Tood Ingram, num estágio chamado “The Clash at Demonhead”. Todd é vegetariano, mas curte um “gelato” ocasional, fazendo com que ele não seja tão puro assim (tá vendo porque ele merece umas porradas?). Você deve estar se perguntando o motivo pelo qual eu estou compartilhando essa informação! Oras, isso irá te ajudar no jogo! Há momentos em que a Polícia Vegan surge (sim, tem pessoas para fiscalizar se os vegetarianos estão em dia com seu compromisso!) deixando Todd paralisado! E você lembra o que você tem que fazer quando um oponente está paralisado, não lembra? Só lembre-se de evitar os ataques diretos de Todd, pois ele é muito poderoso, incluindo a monstruosa forma que o braço dele toma, destruindo tudo pelo caminho. Scott Pilgrim vs. The World será um ótimo jogo para 4 pessoas! Ele é descolado, misturando uma combinação de caos e diversão! Principalmente considerando a quantidade de botões que você terá que apertar para bater em todos! Por isso fique atento para o lançamento desse incrível game, pois ele merece sua aquisição! E os HQs e o filme também! A série é simplesmente muito boa! Nota: 9,9
Plataforma: PS3 Gênero: Ação Jogabilidade: Ótimo Idade mínima recomendada: 18 anos História: Desde o início do ano que todos estão querendo saber mais sobre Dante’s Inferno, o mais novo game de ação da Electronic Arts, que é baseado na Divina Comédia, de Dante Aligheri. Os jogadores estarão na pela de Dante, enquanto ele conquista seu caminho pelos nove Círculos do Inferno para salvar sua amada Beatrice das garras de Lucifer. Agora, graças a uma demonstração liberada pela EA poderei dizer com precisão o quão incrível esse jogo fará o seu início de ano! Logo no início da demonstração os jogadores poderão ver uma CG de Dante lutando contra inimigos em sua caminhada para se livrar de seus pecados durante a terceira Cruzada, em 1191. Na medida em que ele costura um doloroso símbolo da Cruz em seu peito, o jogo vai mostrando partes do que tem acontecido, mostrando o objetivo dele ao batalhar nas cruzadas até a cidade de Acre. Como uns dos cavaleiros do Rei Ricardo, Dante e seus amigos Cruzados capturam a cidade de Acre, mantendo seus 3000 habitantes como reféns, buscando uma troca deles pelo símbolo sagrado que está sendo mantido por Saladino, protetor das terras. Entretanto, Saladino se recua a negociar, enquanto os cavaleiros vão ficando cansados e começam a massacrar os habitantes, causando um grande conflito de fulga. Antes de Dante matar alguns habitantes locais, ele tem que se defender com uma espécie de machado contra pessoas que o atacam. Essa parte serve como um pequeno turorial para os movimentos rápidos e fortes de Dante. Não é muito ocmplicado vencer esses adversários nesse sistema de batalha que muito lembra o esquema de games de açao como God of War (o que é uma ótima notícia), com combos bem intuitivos. O problema para Dante não é essa batalha, mas o que acontece em seguida, quando ele vai deixando a área da cidadela, um assassino furtivamente o esfaqueia nas costas. Sentindo a vida escoar de sua corpo, Dante fica cara-a-cara com a própria Morte, que diz que a alma dele está condenada pelos pecads e transgressões durante a guerra. Porém, Dante se recusa a aceitar esse destino e batalha contra a própria morte! A luta contra a Morte é bem interessante (ela serve como uma espécie de chefe de fase), testando suas habilidade de contra-ataque e defesa, na medida em que você deverá prestar atenção nos teleportes, dashes e golpes rápidos que a Morte usará para te derrotar. Depois de dar uma série de golpes suficientes na Morte, Dante faz o que parecia impossível! Ele toma a foice da Morte para poder executá-la! Assim, ele retoma seu caminho para a Florença, na Itália, terra de sua amada. Infelizmente ele descobre que Beatrice foi estuprada e morta e sua casa foi completamente destruída. Ao se aproximar do corpo dela, a alma dela aparece por alguns segundos, quando ela reclama que “ele teria prometido que ela podería vê-lo mais uma vez”, até que Lúcifer a leva para uma igreja distante. Enquanto Dante o persegue, uma legião de criaturas surge para retardar o progresso de Dante. Graças à foice da Morte, Dante é capaz de atingir as almas dos amaldiçoados e ao destruir seus “corpos”, você poderá utilizar suas almas para adquirir novas habilidades e ataques. A maneria com que você coleta as almas afeta na forma em que você ganhará pontos. Porém, se você utilizar a foice na opção de punição das almas, você adquirá “unholy points” (algo como pontos amaldiçoados). Agora, se escolher em absolver seus inimigos com a Santa Cruz de Dante, você ganhará pontos sagrados. Esses pontos poderão ser adquiridos pelos sete níveis de habilidades sagradas ou amaldiçoadas. Se você escolher as amaldiçoadas, você adquirá habilidades para a destruição de seus inimigos e chefões e seus golpes ficarão de corvermelha ou laranja para indicar seu poder. Mas,você irá conseguir menos almas do que se escolher o caminho sagrado, pois é mais fácil partir para o lado das trevas. De contrapartida, os poderes sagrados irão providenciar mais almas, mas há menos deles e o custo de suas habilidades é bem maior. Os ataques sagrados que você tiver, entretanto, terão coloração branca ou azul e indicarão a pureza se sua natureza. Claro que é muito mais complicado ser virtuoso nos caminhos para as profundezas do Inferno, mas você poderá tentar oras! E você não terá que estar preso a apenas um desses caminhos durante todo o jogo (você poderá pausar o jogo a qualquer momento para mudar qual estilo você quer utilizar), mas não será possível adquirir todos os poderes de um caminho único (incentivo para que você termine o jogo mais de uma vez). Cada combo que você conseguir desferir em seus inimigos aumenta a barra de redenção de Dante, uma pequena barra no canto da tela. Uma vez cheia, Dante poderá converter o poder dessa barra para se mover duas vezes masi rápido e causa duas vezes mais dano por um certo período de tempo. Os jogadores poderão comprar mais seguimentos da barra, para causar maiores estragos por mais tempo, perfeito para chefes de fase e grandes grupos de inimigos. Quando Dante finalmente chega até a igreja, você a verá caíndo aos pedaços até as os limites da entrada do Inferno. Lá você encontrará Virgil, que informa que Beatrice o enviou para guiar Dante até o encontro dela, para que assim ele possa salvá-la. Fortalecido por essa notícia Dante abre caminho perante uma série de inimigos e um gigantesco adversário, que ele usa para poder abrir os portões do Inferno. E é nesse ponto que a demonstração se encerra, mostrando um vídeo de amostra do que acontecerá dentro dos Círculos das Profundesas. O que realmente chama atenção após a demo é a qualidade gráfica do jogo. Desde as cenas cinematográficas até as coisas mais simples como as fontes sagradas (holy), onde os jogadores adquirem mana, até as arcas demoníacas, tudo tem uma qualidade supreendente! O mesmo se pode dizer dos sons, simplesmente aterrorizantes! Num bom sentido é lógico! Assim, Dante’s Inferno se mostra um incrível jogo, que já está com demo disponível para download! Para quem já jogou, resta agora esperar anciosamente pelo lançamento do título ano que vem. Nota: 9,7
Plataforma: PS3 Gênero: Ação Jogabilidade: Bom Idade mínima recomendada: 16 anos História: NIER é uma espécie de mostruário de quase tudo o que foi feito até hoje, desde a quarta geração de consoles (talvez até antes) até agora. Existe ação em plataforma estilo Ninja Gaiden, pancadaria típica de Devil May Cry, perspectiva “top-down” The Legend of Zelda: A Link to the Past e, como não poderia ser diferente, todo um pano de fundo construído sobre um fabulário maniqueísta tipicamente Final Fantasy. O grande problema é que o todo aqui é menor que a soma das partes. O flerte com diversos estilos que deram certo ao longo dos anos simplesmente não consegue espantar o irremediável tédio que ocupa a maior parte de NIER. Também é incapaz de disfarçar algumas mecânicas descaradamente datadas, bem como as diversas arestas que ficaram por aparar. Em suma: trata-se da reunião de diversas boas ideias que simplesmente não conseguem nenhuma ligação entre si capaz de criar algo realmente divertido. Para efeitos de classificação, talvez se pudesse colocar a empreitada da desenvolvedora Cavia como um RPG de ação com pretensões de Final Fantasy — vale lembrar que apenas a publicação do jogo ficou a cargo da Square Enix, portanto pode respirar aliviado. Existem momento de pancadaria pura e simples, mas também há diálogos e a evolução de personagens tipicamente RPG. Entretanto, não há aqui a mesma sinergia entre ação e história que existe, por exemplo, em The Legend of Zelda: Ocarina of Time. A impressão de heterogeneidade é constante na maior parte do tempo: o seu protagonista — talvez o mais feio desde que Mike Haggar deu as caras em Final Fight — parece constantemente arremessado de um jogo para outro. Sem explicação. Sem transição. E, finalmente, sem o menor sentido. Mesmo a tentativa de conferir liberdade na forma de um mundo de jogo aberto parece ser um tiro que saiu pela culatra. Por quê? Muito simples: atravessar as extensas colinas de NIER é terrivelmente tedioso, já que não existe praticamente nada para preencher todo esse espaço, além de alguns animais selvagens e os mesmos inimigos genéricos — os risíveis “shades”, que mais parecem esboços de monstros largados pela metade. Aprovado Como desperdiçar uma boa história O mais lamentável, entretanto, é que algo aqui realmente se salva. A história, entremeada de por elementos surpresa, reviravoltas e reentrâncias, realmente tem potencial. Não, certamente não se trata de nada terrivelmente original, e a trama aqui bem poderia ser reduzida a uma congregação de steampunk, mitos japoneses e o fabulário próprio de Final Fantasy. NIER inicia em uma nevasca durante o ano de 2049. O cenário é uma metrópole em ruínas onde, aparentemente, os remanescentes da raça humana se limitam a um sujeito de meia idade e sua filha terrivelmente doente. Subitamente, e sem maiores explicações, você é arremessado para 1.312 anos no futuro, para uma era em que a humanidade parece ter voltado às tradições medievais — embora com elementos tecnológicos aqui e ali. Novamente, você assume o controle do homem desesperado para encontrar a cura para a singular doença da filha — runas misteriosas desfilam pelo corpo da menina, algo que faria mesmo os casos mais graves de HPV parecerem pedestres. Você então descobre que a terrível doença da menina tem ligações misteriosas com estranhas sombras fantasmagóricas — aqueles esboços de monstros — que aos poucos se alastram por todo o mundo. A grande questão aqui é: se você conseguir atravessar aproximadamente dois terços de história com andamento lento e praticamente nenhum acontecimento relevante, lá pelo final do jogo algumas surpresas conseguem de fato atrair a atenção, conforme as pontas soltas do início do jogo ganham um bem-vindo “deus ex machina”, e tudo subitamente passa a fazer sentido. Personagens (quase) carismáticos Embora as participações dos demais personagens de NIER sejam um tanto diluídas demais, é inegável que existem algumas personalidades excêntricas no jogo com algumas capacidades empáticas. Até porque, mesmo o mais singelo dos coadjuvantes em NIER é muito mais interessante e carismático que o seu prosaico protagonista sem nome — o batismo fica por sua conta. Talvez a presença mais marcante seja a do livro falante Weiss. Com um estilo que lembra Alan Rickman (Snape, de Harry Potter) com complexo de divindade, o grimório faz comentários sarcásticos, dá dicas, interage com outros personagens e, por fim, faz tudo o que o seu protagonista — que se interessa unicamente por destruir coisas e curar sua filha — não faz ao longo de toda a trama. Também existe a controversa Kainé. Trata-se da figura que pragueja exageradamente logo na tela de abertura de NIER. Entretanto, o que sobra em vocabulário obsceno, falta em roupas: a indumentária da moça é uma espécie de “realização sado masoquista” da estética de Final Fantasy. No mais, é a típica companhia taciturna (uma Lightning sem boas maneiras) do herói do jogo. Você vai encontrá-la em um vilarejo próximo, após algumas das muitas perambulações do jogo. Ah, sim. E é bom não ser preconceituoso: a moça não é, digamos, propriamente uma mulher... Colossi cover Uma das poucas coisas que conseguem interromper o clima cinzento e prosaico de NIER são as batalhas contra os vários chefes do jogo. Embora não sejam realmente desafiadores, as abominações gigantescas — com protuberâncias asquerosas e pele pegajosa — conseguem não apenas quebrar a monotonia da maior parte da história, com ainda quebram a imensidão genérica dos ambientes no game. Não é um Shadow of Colossus, mas também não faz feio. Às vezes, o melhor é prestar atenção à música Embora a música de NIER acabe às vezes como mais um dos tantos elementos heterogêneos do jogo, não se pode negar que se tratam de faixas belas e muito bem executadas. Com vozes suaves e instrumentos acústicos, a trilha sonora do jogo faz um bom trabalho ao evocar um clima idílico e de tranquilidade. Mesmo em algumas cenas de ação, o andamento lento das músicas consegue realizar um contraponto interessante. Nota: 8,9
Plataforma: XBOX 360 Gênero: Ação Jogabilidade: Bom Idade mínima recomendada: 18 anos História: A guerra está prestes a ser encarada de outro ângulo. Em Sniper: Ghost Warrior você assume o papel de dois atiradores de elite do exército americano, que foram incumbidos da tarefa de viajar até o país fictício de Truena — situado na América do Sul — para libertá-lo das forças opressoras da ditadura. Ao contrário de muitos jogos modernos de tiro em primeira pessoa, o foco de Sniper reside justamente na capacidade do jogador agir como um atirador de elite, buscando os melhores pontos para a execução de seus alvos, sem ser pego em meio ao caminho ou ainda depois do disparo. Vale notar que a selva e a cidade abrigam inúmeras trilhas alternativas, o que incentiva o fator de exploração. O momento do disparo é simulado com muito realismo, incluindo dados de batimentos cardíacos (que quanto mais acelerados — seja depois de corridas ou em momentos de tensão — mais dificultam o controle da respiração e da precisão), medidores de velocidade, distância e até mesmo indicadores de pontos vitais nos alvos. É claro que o game não é feito apenas de missões sigilosas, afinal, muitos dos trechos envolvem combates diretos com metralhadoras, com o diferencial de que eles requerem atenção especial do jogador em relação à sua vida, recuperada através do uso de kits médicos. Ao todo são mais de quinze missões com muito realismo, para os amantes da arte do tiro de precisão. Nota: 8,9
Plataforma: PS3 Gênero: Ação Jogabilidade: Boa Idade mínima recomendada: 16 anos História: O primeiro pacote de conteúdo adicional para Dead to Rights: Retribution chega amanhã na PSN e XBLA. Trata-se do GAC Pack DLC, que oferece a oportunidade de o jogador interagir mais com a sombria organização Grant City Anti-Crime de duas formas diferentes. A primeira é através da nova campanha: Assault on the 87th Precint. Em vez de controlar o policial Jack Slate da divisão K9, desta vez o jogador acompanha alguns acontecimentos do ponto de vista de três agentes especiais da GAC. Porém, a segunda atração é com a dupla tradicional (Jack e Shadow) tentando sobreviver a uma série de ataques da GAC. Três personagens novos, mas ninguém para superar a velha dupla Assault on the 87th Precint começa com um franco atirador que precisa "varrer" a vigilância de um presídio com a vantagem de estar dentro de um helicóptero. O personagem se chama Copperhead e seu atributo principal é a destreza de um agente perfeito para infiltrar-se em bases e manejar um rifle de longo alcance. Depois de deixar a área mais segura, a segunda tarefa do jogador é entrar no prédio e sabotar os geradores de energia. Todavia, a operação pede para evitar ao máximo qualquer morte entre os policiais hostis, sendo necessário adotar meios que apenas os deixem atordoados. Quando a missão de Copperhead é completada, o segundo personagem fica prontamente disponível para a ação. Kodiak é um brutamonte equipado com uma armadura que o torna letal em combates corpo a corpo. Esse "rinoceronte" é capaz de arrasar os policiais sem disparar um único tiro, mas em todo caso ele carrega uma pistola. Já o terceiro soldado só é liberado após finalizar todos os objetivos com Copperhead e Kodiak, o que sem dúvidas vale o esforço para poder jogar com Tank. Ele é um verdadeiro tanque de guerra humano, com uma armadura poderosa e armamento pesado para explodir e metralhar qualquer coisa em seu caminho. Além do Assault on the 87th Precint, o DLC também oferece o modo arcade Riot – equivalente a um modo Horde ou Survival. Nele o jogador precisa superar várias ondas de tropas GAC no papel de Jack Slate, mostrando que ninguém é capaz de derrotar o velho policial com a ajuda de Shadow (o cachorro). O preço do GAC Pack DLC é de apenas cinco dólares e promete valer a pena para quem precisava de algum incentivo para jogar Dead to Rights: Retribution outra vez. Nota: 9,0
Plataforma: PS3 Gênero: Ação Jogabilidade: Bom Idade mínima recomendada: 18 anos História: Sem Scofield como astro, jogo consegue estragar a melhor temporada do seriado. Muito tempo já se passou desde o término da série Prison Break e boa parte de sua popularidade foi dissipada, mas mesmo assim a desenvolvedora ZootFly trouxe ao mercado The Conspiracy, uma aventura baseada diretamente na primeira temporada, considerada pela grande maioria como a melhor de todas. A trama começa com Lincoln Burrows sendo vítima de uma acusação injusta de assassinato — indo parar direto no corredor para a cadeira elétrica — e seu irmão prodígio, Michael Sofield, bolando um plano mais do que mirabolante para salvá-lo da execução, tendo absoluta certeza da inocência do irmão. Mas antes que você crie qualquer expectativa, já adiantamos que a narrativa não é exatamente fiel aos acontecimentos da série. Ao contrário do desejo de muitos, em Prison Break: The Conspiracy os jogadores não controlam os irmãos Scofield ou ainda qualquer outro dos presidiários que se juntam à aventura de fuga. Encarando a prisão pelo trabalho Quem entra em cena é Tom Paxton, um oficial da Companhia sem passado e sem grande personalidade. Ao menos é essa a impressão que fica. Para quem não lembra, a Companhia (The Company) é a grande vilã do seriado, responsável pelo controle de influências, recursos e armamentos, além da óbvia incriminação de Lincoln Burrows. Ao Tom é passada a tarefa de observar a atividade dos irmãos e descobrir o que é que eles estão tramando (no caso, a fuga). Largado sem qualquer proteção na prisão, você passa a ter que agir como um dos penitenciários, correndo em busca de proteção e de favores, algo conquistado por meio de uma série de missões entediantes e questionáveis. Alguns exemplos incluem a coleta de facas na cozinha, pílulas escondidas na enfermaria ou o simples acompanhamento de um delator. Mas, antes de começarmos a tratar das falhas do título desenvolvido pela ZootFly, vamos logo ao que nos agradou na aventura do protagonista duplamente fictício... Aprovado. Do que nós gostamos Revendo rostos familiares Com exceção de alguns dos personagens — como Haywire e Sarah Tancredi, que não se parecem nada com os atores da série televisiva, provavelmente por questões contratuais — você encontrará a maior parte do elenco pelos corredores da prisão. Isso vai além da dupla de astros e inclui até mesmo favores para o C-Note e o compartilhamento de cela com Fernando Sucre. Para quem é fã e já optou pela compra do game, vale a pena dar uma passeada para conferir os jardins, o infame corredor de celas ou até mesmo o hospício, com as luzes cortadas devido a algumas artimanhas dos detentos. Conquistas e troféus garantidos Se você estiver procurando por um jogo para elevar os seus status online (tanto na Xbox Live quanto na PlayStation Network), saiba que Prison Break: The Conspiracy é uma boa escolha. Praticamente nenhuma das conquistas e troféus pode ser perdida ao longo da campanha e a maioria vem dentro de alguns minutos. São quarenta e seis ao todo, sendo que o mais difícil de todos (que consiste na conquista dos demais) não deve tomar mais do que quinze horas do seu tempo. Infelizmente, isso também significa que o conteúdo do jogo é decepcionantemente raso... Reprovados. O que espantou o BJ... No mau sentido A fórmula do fracasso Ah... Fox River! Tanta história rolou dentro dos portões desta penitenciária, não é mesmo? O problema é que praticamente nada de bom da narrativa foi traduzido para a campanha do game, que se resume a algumas lutas (com controles horrorosos, que descreveremos adiante) e sessões extremamente entediantes de infiltração em departamentos restritos do complexo. Como já citado na introdução, seus objetivos são básicos, consistindo na coleta de itens e objetos, ou na observação de possíveis delatores que serão assassinados na sequência. Para executar estas missões você deve aproveitar a movimentação silenciosa de Paxton, se encostando às colunas e saltando de um ponto ao outro. Conteúdos extras são praticamente inexistentes, a não ser pela arena de combate que não serve para nada além da conquista de tatuagens. Depois de um tempo, tudo passa a se repetir, apenas com outro pedido e outro objeto. A verdade é que dentro de pouco mais de uma hora e meia de partida você já terá experimentado tudo o que o game tem a lhe oferecer, de combate e musculação até escaladas por rotas bem óbvias. Prisão de brinquedo Outra coisa que não foi traduzida para o jogo foi a sensação de segurança da penitenciária, que na série era uma das melhores do país (tanto é que Michael se bateu para tirar o irmão de lá). As missões conferidas pelos detentos a você contam com trilhas prontas pelas janelas, jardins e becos escuros da cozinha. Mais estranho ainda é que as trilhas são óbvias, já que a cerca elétrica convenientemente está ausente no local apropriado para você subir, ou ainda porque algum gênio conseguiu criar um caminho completo de telhas sobre o forro da prisão para você andar rolando até o seu destino, já dentro da administração. Mas mesmo com tudo isso em ordem, fica óbvio que os guardas das guaritas superiores (munidos de rifles de alta precisão) estão mesmo preocupados em tirar um cochilo em suas cadeiras, ou quem sabe com o jogo que pode estar passando na televisão portátil... Tudo é possível, não é mesmo? Enquanto isso você sai por aí, passeando pelos telhados da vizinhança. Comportamentos atípicos Tratando da inteligência artificial dos trabalhadores e dos próprios policiais, temos que ser sinceros e afirmar que a ZootFly fez um péssimo trabalho. Em algumas situações os oficiais que rondam os corredores o veem no escuro, por trás de duas pilastras e instantaneamente, sem nem dar chance para fugas. Em outras eles viram em uma sala, dão de cara com você no claro e ficam caminhando — raspando em seu corpo — por cerca de três a quatro segundos até que a sua missão falhe e a mensagem de Game Over surja na tela. Os personagens também sofrem com as sequências mecanizadas de ação, que são ativadas apenas pela posição do protagonista. Imagine, por exemplo, que você precisa cruzar um corredor protegido para sair em outra sala. Depois de abrir a porta os guardas simplesmente sairão para tomar um café, enquanto você atravessa o corredor, desativando magicamente as câmeras que estão nos cantos. O problema não é o fato dos guardas adotarem uma rotina pré-computada de acordo com o seu deslocamento, mas sim a clareza com que isso salta aos olhos durante toda a partida. É praticamente desnecessário pensar e até mesmo itens adicionais (como guarda-roupas e rádios) são desperdiçados. Outro ponto que pode deixar os jogadores com a pulga atrás da orelha é o gravador de voz que Tom carrega consigo. Em que presidiário isso seria permitido? Só no deste jogo, já que nem os guardas e nem mesmo seus colegas de cela parecem ligar para as sessões de diário do protagonista. Aproximação forçada Toda a falta de cuidado com o funcionamento da prisão acaba estragando outra parte do jogo, que é a história, já criada com um personagem que sequer existiu na televisão (algo que pode irritar os grandes fãs). Tom Paxton não carrega consigo nenhum carisma e sua personalidade é pouco trabalhada ao longo da narrativa. Além disso, seguindo pelo conceito da série, é no mínimo absurdo vermos um agente dentro da penitenciária, completamente desamparado. Eles teriam poder mais do que suficiente para acompanhar a trama à distância, sem a necessidade de infiltração. Para piorar ainda mais as coisas, personagens cruciais como T-Bag não ganham praticamente nenhuma atenção no jogo, que fica muito aquém do esperado. Os fãs sairão desapontados por ver que o projeto não se sai bem nem mesmo neste quesito. A visão de um penitenciário O jogo tem suas passagens mais belas (geralmente corredores escuros que contam com boa iluminação) e fica melhor do que catástrofes como Rogue Warrior, mas é inegável que o departamento gráfico exibe muitas falhas graves. Em primeiro lugar temos os serrilhados, bem pronunciados pela aplicação de um filtro granulado. As texturas não são as mais nítidas e ainda sofrem com a falta de filtragem anisotrópica adequada, o que deixa duas faixas de detalhamento distintas na tela. As sombras de prédios e arquibancadas costumam brotar na medida em que você caminha, o que quebra o cuidado com a iluminação dos cenários. Por fim temos as animações de falas e de golpes, que não convencem nem de longe e muitas vezes fogem de sincronia com a voz. Controles nada fenomenais Nos consoles, controlar Tom Paxton em sua aventura não é uma tarefa agradável. A câmera fica excessivamente aproximada e os comandos são básicos, contando com funções para golpear, abaixar, correr e até mesmo defender, mas tudo é extremamente truncado. Na hora da luta, por exemplo, você só pode desferir dois tipos de soco, sendo um forte e um fraco. O problema é que o sistema é tão mal feito que o jogo muitas vezes não registra seu acerto, sem contar que não há nenhum tipo de equilíbrio quando os golpes começam a voar, com animações picotadas e desconexas. Paxton não evolui ou ganha novos movimentos. Levantando peso o máximo que você conseguirá será aumentar a resistência e a velocidade. Mas o pior ainda está por vir: QTEs. O jogo utiliza os famosos Quick Time Events (situações similares às de God of War, nas quais é requerido que o jogador pressione um botão específico), mas sem qualquer qualidade ou critério. Em algumas vezes é necessário pressionar diversas vezes o botão mostrado. Na sequência ele é trocado sem qualquer aviso, fazendo com que você pressione o comando errado e seja jogado ao chão, tendo que repetir tudo o que havia feito desde o último “checkpoint” na missão. Avaliação Final Vale a pena? Não há como negar. Prison Break: The Conspiracy sofre da síndrome das adaptações de séries. O resultado é pavoroso para os que entram na trama esperando por um bom jogo de ação e de suspense. Os fãs levarão um golpe ainda maior, não tendo nem mesmo a chance de controlar os astros. A proposta da narrativa em paralelo aos acontecimentos da primeira temporada da série apenas limita a exploração dos personagens, de forma que alguns dos principais nomes mal aparecem ao longo das missões. O combate é horrível, não respeitando qualquer critério de qualidade. No fim das contas o que sobra é uma aventura extremamente repetitiva, sem possibilidade de exploração ou entretenimento com tarefas alternativas, marcada por falhas grotescas que o farão acelerar para atingir o final ou então largar o controle de uma vez. Prefira jogos como Metal Gear, que é vendido pelo mesmo preço e oferece muito mais qualidade. Nota: 9,0
Plataforma: XBOX 360 Gênero: Ação Jogabilidade: Ótimo Idade mínima recomendada: 18 anos História: Com uma atmosfera incrível, Metro 2033 concebe uma jornada sedutora. Fallout 3 e S.T.A.L.K.E.., são apenas alguns dos títulos desta geração que abrangem um mundo pós-apocalíptico. Para muitos, este tema já está se tornando tão popular quanto às infestações de zumbis, mas, mesmo assim, continuamos presenciando novos lançamentos que se encaixam nesta fórmula. Um dos mais recentes é Metro 2033, da 4A Games. À primeira vista, a impressão é que teríamos um game muito parecido com Fallout 3, no qual o jogador vive uma mistura de RPG com shooter em plena Washington D.C. destruída. Mas, o tempo foi passando e a desenvolvedora, pouco a pouco, liberou mais informações sobre o game. Logo, a idéia de “cópia de Fallout 3” foi por água abaixo. Mas, então, como é Metro 2033? Bem, mesmo diferente da obra-prima da Bethesda, o game ainda compartilha diversas semelhanças — o que é realmente bom, afinal de contas, estamos falando de um dos melhores games desta geração. Mas, Metro 2033 é muito mais shooter (FPS) que RPG. E, felizmente, como um shooter, o game se sai muito bem. Infelizmente, alguns problemas acabam impedindo que o game seja tão memorável quanto Fallout 3, especialmente na jogabilidade. Entretanto, algumas mecânicas interessantes, um ritmo bacana e, principalmente, a atmosfera fazem de Metro 2033 um título essencial para quem busca uma verdadeira aventura. Misturas e um bom livro Bem, é possível comparar, facilmente, a estrutura de Metro 2033 com BioShock. Primeiramente, trata-se de um FPS em que o objetivo não é simplesmente correr e atirar. O game conta com um pano de fundo bastante interessante, o qual foi extraído do romance russo de Dmitry Glukhovsky que leva o mesmo nome. Sendo assim, a trama é um dos pilares principais do título, o que é relativamente raro no gênero dos FPS. Além disso, a escassez de recursos e o uso de armas e equipamentos personalizados também relembram bastante o jogo da 2K. Fora isso, a já mencionada atmosfera, imponente em BioShock, é outro fator marcante de Metro 2033. Na realidade, BioShock não é o único título que parece ter servido como inspiração para a 4A Studios. Em Metro 2033, também temos uns toques parecem ter sido tirados quase que diretamente de F.E.A.R, como os momentos sobrenaturais. Mas, então Metro 2033 é apenas uma mistura de tudo isso? Não exatamente. A trama do game envolve a história de Artyom, um dos milhares de jovens que vivem sob Moscou. Após um desastre nuclear, a cidade foi devastada, e a população passou a viver refugiada nas estações de metrô que ligavam o local. A vida aqui não é nada fácil, pois a superfície foi dominada por mutantes e anomalias perigosas que podem acabar facilmente com a vida de um humano. Além disso, existem algumas atividades sobrenaturais que também contribuem para o medo nos trilhos e nas estações. Mas, ao contrário de muitos, Artyom viveu no mundo pré-guerra, mantendo muitas lembranças desta época. Com isso, o protagonista desenvolve uma relação peculiar com a superfície, e sua inconsciência busca resgatar os momentos felizes de sua vida, instigando-o a retornar para um local que não existe mais. Para reforçar a trama, o game consegue criar um clima realmente bacana. O jogador parece mesmo estar vivendo na pele de Artyom, graças a bela concepção de sociedade da 4A Studios. Nas estações de metrô, você encontrará várias pessoas conversando, andando, cantando e até limpando o chão. Ou seja, a vida é convincente. Além disso, o jogo trás várias estações de metrôs distintas, cada uma com seus grupos diferentes — até mesmo os nazistas estão no game. Existem também os grupos hostis, como bandidos e outros seres não muito receptíveis. Obviamente, o maior problema de Metro 2033 não são os humanos. Em sua jornada, Artyom encontrará diversas anomalias diferentes, principalmente na superfície gelada de Moscou. Felizmente, o instinto de sobrevivência nos metrôs acaba gerando um grande arsenal de fogo, com armas poderosas e outras nem tanto. Sendo assim, Artyom é obrigado a aprender a lidar com as armas — e você também. O título oferece diversos “brinquedinhos” diferentes, a maioria deles de fabricação pós-guerra. Ou seja, nada muito eficiente. Mas, durante a jornada você também encontrará armas da milícia pré-guerra, que acabam sendo muito valiosas e poderosas. Metro 2033 também apresenta dois tipos de munição: a normal, feita pelos moradores dos metros, e a pré-guerra. Esta segunda, além de ser mais efetiva que a convencional, também serve como grana para comprar novos equipamentos e armas. Ou seja, fica ao seu critério se Artyom irá ou não queimar dinheiro. Em suma, Metro 2033 é uma mistura de survival horror com FPS. A atmosfera, a escassez de recursos e o design das criaturas relembra bastante jogos como Silent Hill. Mas, também há o lado mais intenso, apresentado nos combates e em alguns eventos mais frenéticos do game. Infelizmente, a combinação não é perfeita. Sem dúvidas, Metro 2033 conta com uma boa premissa, mas a execução não é das melhores. Diversos problemas na jogabilidade e uma produção de baixo custo são apenas alguns dos problemas que assombram os trilhos deste metrô. Aprovado Do que nós gostamos Sugando você para dentro do jogo Mesmo não sendo propriamente um RPG, Metro 2033 consegue trazer vários elementos do gênero em uma estrutura curiosa. Um dos principais é a empatia com o protagonista do game, Artyom. Logo no começo do game, por exemplo, o jogador é apresentado a uma missão que envolve atravessar a superfície para chegar até uma determinada estação. Até aí, tudo bem. O problema é que esta missão é apresentada por um estranho. Imediatamente, a incerteza sobe à cabeça do gamer: será que devo me arriscar? Afinal, a imagem da superfície para o jogo não é nada atraente, mas não há como negar que existe certa curiosidade em saber como andam as coisas lá em cima. De qualquer maneira, você terá de aceitá-la — mas isso não significa que você não irá se arrepender. Ao iniciar essa jornada, Artyom revê a superfície pela primeira vez, o que acaba gerando flashbacks daquele mundo harmonioso que jamais retornará. Mas, além disso, Artyom também percebe que as chances de um retorno à vida sob os céus são mínimas. Criaturas horrendas e perigosas e um clima hostil são apenas algumas das contribuições para esta conclusão. Imediatamente, você pensa: eu não deveria estar aqui, quero voltar para a estação. A insegurança é imensa, pois a desenvolvedora conseguiu criar ruínas e uma atmosfera deprimente, bem parecida com a de Fallout 3, mas ainda mais ameaçadora. O clima fica mais tenso graças à necessidade de utilizar uma máscara de gás, indispensável para a sobrevivência de Artyom na superfície. A ausência da vida a qual estamos habituados é outro fator que incomoda o jogador — no bom sentido. Basicamente, você só ouvirá o vento, a sua respiração e os sons bizarros dos inimigos — além dos tiros, é claro. É inevitável não sentir a falta dos ruídos convencionais de uma cidade. Nos metrôs, a coisa também não é muito atraente. Viver embaixo da terra dificilmente é algo bom, e em Metro 2033 as coisas não são diferentes. As condições do ambiente não contribuem em nada para os grupos que vivem nestes locais. A obtenção de alimentos é difícil — porcos tem de ser criados dentro do próprio metrô — e o ar e a água também não são encontrados em suas condições ideais. Ou seja, nem mesmo o básico para sobreviver. Para reforçar o clima, a desenvolvedora conseguiu criar uma sociedade convincente. Você pode ouvir conversas de terceiros — algo que, com certeza, você fará —, observar as atividades alheias e até tocar ou ouvir canções em russo. Mesmo com as dificuldades, a vida ainda continua, e Metro 2033 mostra bem isso. Como se não bastasse tudo isto, o título ainda traz uma relação misteriosa com o sobrenatural. Além dos perigos conhecidos, há também ameaças conhecidas como Dark Ones, das quais pouco se sabe, mas muito se teme. Como você pode facilmente perceber, o pilar central de Metro 2033 é sua atmosfera. Sem dúvidas, ela é capaz de carregar o jogador por toda a jornada, passando por cima dos pequenos problemas que afetam o jogo em outros atributos. Palmas para a 4A Studios. Inovando por necessidade Bem, o gênero FPS já conta com centenas de títulos, não é mesmo? E, fugir do tradicional é uma missão que todos os desenvolvedores que anseiam lançar um título deste gênero precisam cumprir. Aqui, temos as bases de um FPS tradicional (atirar e correr), mas há outros elementos interessantes que destacam Metro 2033 entre os demais. Talvez o mais impactante resulte da já mencionada atmosfera do game. Em uma combinação de survival horror com shooter, Metro 2033 acaba originando equipamentos essenciais para a sobrevivência do jogador. Um deles, por exemplo, é a lanterna, que aqui é apresentada de modo muito interessante. Em vez de contar com uma simples lanterna à bateria, o que seria muito mais conveniente, Artyom utiliza uma lanterna a dínamo para iluminar seu caminho. Para produzir à corrente, o jogador tem de sacar o equipamento e pressionar várias vezes o botão de tiro para deixar a luz mais forte. Agora imagine fazer isto enquanto enfrenta diversos monstrengos no escuro. Este não é o único toque bacana do game. Para utilizar a bússola do game, o jogador tem de acionar um comando para que o protagonista verifique, fisicamente e em tempo real, os objetivos e o caminho certo. E se você estiver no escuro, basta acender o isqueiro — em forma de munição — que tudo está resolvido. Mas, obviamente, você também ficará vulnerável aos ataques. Estas pequenas adições, juntamente às armas personalizadas do game, sem dúvidas contribuem para a caracterização do game. Além de fugir do tradicional, Metro 2033 consegue fazer isso enquanto contextualiza com a trama. Ritmo bacana Do início ao fim do game, o jogador vive uma jornada de ritmo bacana. Vários eventos distintos ocorrem e Artyom tem de passar por situações intensas que, muitas vezes, requerem muita habilidade e estratégia para o jogador. Nesse meio tempo, o protagonista é apresentado à vários personagens diferentes, alguns com personalidades marcantes e outros que possivelmente serão esquecidos. Felizmente, não há qualquer momento em que o jogador deve coletar uma série de objetos diferentes ou embarcar em puzzles que quebram totalmente o ritmo do game. Sendo assim, o título traz uma fórmula que, mesmo linear, escolha muitas vezes contestada na atual geração, consegue ser homogênea e atraente até o final da jornada. Nota: 10,0
PLataforma: PS3 Gênero: Ação Jogabilidade: Ótimo Idade mínima recomendada: 16 anos História: Atmosfera espetacular e uma fórmula conhecida garantem a diversão no Inferno. Pancadaria, brutalidade e botões sendo esmagados constantemente. Atualmente, esta combinação é mais que comum. Existem dezenas de jogos que possuem uma fórmula que usufrui deste fantástico combo que assola no mundo do entretenimento eletrônico. É praticamente impossível não falar de God of War quando estamos tratando de violência e do próprio gênero hack ‘n slash. Além disso, é comum também compararmos os grandes lançamentos com a lendária aventura de Kratos. Afinal, quando GoW chegou às lojas, um novo padrão foi estabelecido, e o game ainda é utilizado como exemplo para diversos outros títulos do gênero. Nesta geração, tivemos alguns jogos que relembram bastante a franquia da Sony que brutalizou o PlayStation 2. Darksiders é um dos exemplos mais recentes, mas há um título em específico que vem causando regozijos nos fãs do gênero: Dante’s Inferno. Depois de muita ansiedade, o Baixaki Jogos finalmente analisou o game. Será que temos apenas mais uma cópia de God of War ou o responsável por um novo padrão? Bem-vindo ao Inferno Dante’s Inferno se parece sim com God of War. Normalmente, esta é a primeira coisa que pensamos ou ouvimos quando iniciamos o game. Durante nossa sessão de testes, muitos espectadores até confundiram Dante com Kratos, algo que pode acontecer com qualquer um. “Então o jogo é uma mera cópia de God of War?” Não exatamente. Primeiramente, God of War não foi o primeiro a fazer o que fez — mesmo sendo um dos mais importantes devido ao nível alcançado. Além disso, Dante’s Inferno traz uma trama diferente e interessante, inspirando-se nos nove círculos do Inferno que são retratados no épico poema de Dante Alighieri. Mas, aqui, Dante é um cavaleiro templário brutal com uma simples missão: salvar sua amada Beatrice. Para isso, o personagem terá de explorar os piores locais imaginados pela humanidade, enfrentando demônios e tudo que há de mais aterrorizante no mundo. Como é possível perceber, existem algumas mudanças em relação ao poema original, mas elas foram feitas para o bem da diversão. Falando em diversão, como todo bom jogo de hack ‘n slash, Dante’s Inferno dá um show. Logo nos primeiros momentos, o jogador já percebe a intensidade que o aguarda. Depois de ser introduzido à trama com CGs belíssimas — que se qualificam facilmente entre as mais bem feitas desta geração — e animações bacanas, você encarna o poderoso e habilidoso Dante. Depois de acabar com a própria Morte, algo já visto durante a versão demonstrativa do game, Dante inicia uma aventura que exigirá muito de seus braços. Com ajuda da ameaçadora foice roubada do próprio Ceifador, o jogador tem a chance de aniquilar facilmente qualquer um que cruze seu caminho. Dante conta com um sistema de golpes comum para o gênero, com ataques rápidos e fortes. Você ainda pode combiná-los para realizar combos ainda mais devastadores. Além da foice, Dante também conta com uma espécie de cruz milagrosa. Mas, ao contrário do que se pode imaginar, esta cruz também é capaz de acabar com a vida dos inimigos de maneira brutal. Esta arma dispara ataques mágicos que podem atingir seus oponentes à longa distância, o que facilita a jornada do protagonista. A combinação destes dois ataques é essencial para a sobrevivência de Dante e traz um equilíbrio bacana para a fórmula. Dante ainda conta com a possibilidade de adquirir ou aprimorar suas habilidades. Para isso, é necessário adquirir almas, que são como os pontos de experiência do game. Ao contrário da maioria dos jogos, não basta somente obter pontos de experiência e sair gastando-os em uma árvore de habilidades. Você terá de capturar os inimigos e absolvê-los ou puni-los para alimentar as determinadas barras que alimentam cada tipo de Skill Tree. Dante’s Inferno conta com um ajuste interessante, trazendo duas Skill Trees independentes: Unholy (não sagrada) e Holy (sagrada). Cada uma conta com habilidades específicas, e jogador deverá escolher em qual delas gastará suas preciosas almas. Obviamente, você também poderá optar por um personagem híbrido — algo altamente recomendável. Tudo isso resulta em combates realmente sólidos. O jogador tem a chance de alterar entre suas poderosas armas, a cruz e a foice, para realizar combos incríveis que resultam em um verdadeiro show de violência. Dante é tão brutal quanto Kratos, desferindo diversos tipos de ataques diferentes e arrebentando seus oponentes da maneira mais brutal possível. Os controles colaboram, trazendo uma fórmula que qualquer jogador de God of War pegará facilmente. Artisticamente, o título é extremamente belo. Os ambientes são uma releitura muito interessante do que é retratado na obra de Dante Alighieri, fazendo com que o jogador realmente se sinta em um local que jamais deseja estar. A diferença de um círculo para outro é visível, com ambientes drasticamente diferentes e inimigos adequados para o que está sendo retratado. E tudo fica cada vez pior — no bom sentido. Existem também alguns extras no jogo, como uma sessão de desafios que é aberta após o término da campanha — algo que deve levar cerca de 10 horas. A versão para PlayStation 3 conta com uma enxurrada de materiais bônus, incluindo o poema completo (em inglês), a trilha sonora e muito mais. Em suma, Dante’s Inferno é um jogo no estilo hack ‘n slash que consegue divertir e cativar o jogador graças à sua fórmula simples e brutal. Sim, você esmaga os botões, mas faz isso em um jogo livre de bugs, sem loadings, com uma taxa de 60 quadros por segundo e acompanhado por uma trama que, no mínimo, fará você chegar até o fim. Pode até ser um game extremamente parecido com God of War, mas Dante’s Inferno também diverte igualmente.
Aprovado Do que nós gostamos
Ambientação Não há como negar: a ambientação de Dante’s Inferno é espetacular. Nos primeiros momentos do game, você ficará deslumbrado com a atmosfera do game. É comovente, por exemplo, enfrentar bebês demoníacos com lâminas no lugar de suas mãos no círculo dos não batizados. Além disso, o Inferno consegue ser realmente um lugar desprezível, graças ao fantástico trabalho da equipe de arte. Os anéis iniciais merecem ainda mais destaque, pois trazem um design fabuloso e que definitivamente prenderá o jogador. Na Luxúria, por exemplo, o gamer encontrará vários elementos repugnantes, os quais podem ser vistos nas paredes e até mesmo na composição dos inimigos. Certamente, não se trata de uma interpretação fiel ao poema, mas Dante’s Inferno consegue migrá-la de maneira ideal para o mundo dos games. O Inferno é divertido Esta afirmação pode parecer estranha, mas você entenderá quando passar os primeiros momentos ao lado de Dante’s Inferno. Conforme mencionamos anteriormente, o título conta com uma fórmula conhecida por muitos e adota vários elementos de outros jogos do gênero. Mas, sua execução é muito bem feita, o que resulta em uma experiência tão divertida quanto qualquer outro jogo do gênero. Os combates estrelados por Dante são satisfatórios. Além de poder desbloquear uma série de habilidades diferentes, o que contribui para a longevidade e diversão do game, o título também conta com outros elementos que garantem uma aventura saudável. As Relics, por exemplo, são como acessórios que podem ser equipados e fornecem habilidades passivas extras ao jogador, como ataques mágicos mais poderosos, por exemplo. Eles também são aprimorados, mas de modo automático. Nota: 9,0