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Plataforma: PC Jogabilidade: Boa Idade mínima recomendada:10 anos
História:Shadow Harvest: Phantom Ops é um jogo de tiro em terceira pessoa da Black Lion Studios que mistura elementos de ação furtiva e combate armado. O título aposta na “dinâmica de parceiros”, como no jogo Army of Two e nos filmes policiais “Máquina Mortífera” e “48 Horas”.
A ação se desenvolve no ano de 2025, e mostra as incursões militares da dupla Aron Alvarez e Myra Lee — dois “operadores” da ISA, uma unidade de intervenção do governo estadunidense. A missão da vez é derrubar um terrível ditador somali que obteve novas armas que serão utilizadas em atentados terroristas.
Aron e Myra possuem habilidades singulares o que garanta alguma versatilidade ao estilo de jogo, hora voltado para o combate (quanto Aron está no comando), hora privilegiando a ação furtiva (proporcionados pela ágil Myra).
A campanha principal pode ser completada em aproximadamente 10 horas de jogo e conta com estágios bem balanceados que exploram todas as habilidades de cada um dos personagens. A estrutura de jogo é razoavelmente linear, mas a possibilidade de “atacar” um problema de duas formas diferentes rende alguns bons momentos.
História: Dragon Blade Chronicles é um título intrigante da série Naruto Shippuden justamente porque foca — pelo menos no início da experiência — mais a história do que os combates. Trata-se de uma exclusividade dos usuários do Nintendo Wii que procura agradar mais os fãs do que os iniciantes em Naruto.
No Story Mode, o gamer tem a possibilidade de controlar dois dos personagens mais conhecidos da franquia: Naruto e Sasuke. A dupla deve progredir na trama tentando salvar tudo e todos de um grupo de Elemental Dragons com o nome de Genryu. Para quem já está familiarizado com a saga (e gosta bastante dos desenhos), é um prato cheio.
Mas quem prefere as lutas pode optar pelo Versus Mode, uma opção mais prática de jogo. Se você gosta de embarcar em batalhas fervorosas ao lado de um amigo, esse é o modo ideal. Sasuke e Naruto podem travar embates de peso por rounds em uma pequena arena. Com os controles do Wii em mãos, tudo fica ainda mais envolvente.
Plataforma: PC Gênero: Luta Jogabilidade: Ótimo Idade mínima recomendada: 12 anos História: Depois de colocar os jogos de luta novamente no centro da atenção desta geração e de lançar uma atualização ainda melhor que o original, a Capcom mostra o que promete ser a edição definitiva do game estrelado pelos icônicos Ryu e Ken. Em Super Street Fighter IV: Arcade Edition, o estúdio traz para os consoles o conteúdo lançado com exclusividade nos fliperamas japoneses, como novos personagens e um balanceamento nas habilidades dos demais lutadores. Além disso, ao contrário do que aconteceu em Super Street Fighter IV, Arcade Edition foi disponibilizado tanto como um game em mídia física quanto em um DLC para seu antecessor. Desse modo, quem já possui o jogo não precisa se preocupar com uma nova compra, pois basta baixar o material adicional para ter acesso ao aprimoramento de vários recursos de jogabilidade. Novos competidores É inegável: falar de Super Street Fighter: Arcade Edition é apresentar os novos personagens, pois eles foram o principal motivo que fizeram a Capcom lançar esta versão. Isso porque eles foram adicionados com exclusividade nos fliperamas japoneses, o que causou certa indignação entre os usuários dos consoles. Sendo assim, agora é possível jogar com os irmãos Yun e Yang, de Street Fighter III, e dos demoníacos Evil Ryu e Oni, a forma mais poderosa de Akuma. Além de elevar a lista de lutadores a 39, a adição também traz algumas mudanças na jogabilidade por conta das características diferenciadas de combate de cada estreante. No caso da dupla chinesa, por exemplo, o grande foco é a agilidade. Com movimentos rápidos, é possível acertar os adversários sem que eles tenham tempo de revidar, permitindo que você crie combinações poderosas. Em compensação, essa vantagem é equilibrada pela pouco dano causado por estes ataques. Já Evil Ryu e Oni são o extremo oposto, com golpes muito mais fortes e uma quantidade menor de energia. Dominados pelo Hado do mal, eles mantêm o estilo de suas formas clássicas e trazem apenas algumas alterações na execução de determinadas ações. Aparando as pontas Embora os quatro novos competidores sejam a grande atração de Arcade Edition, isso não significa que os demais personagens não tenham recebido a devida atenção. Isso porque a nova versão de Super Street Fighter IV traz mudanças significativas em todos os demais lutadores. Essas alterações podem até não ser tão perceptíveis aos olhos da maioria dos jogadores, mas aqueles que participam de campeonatos e veem o jogo com mais seriedade vão notar a diferença. Como vários ataques tiveram sua força alterada e modificações em seu funcionamento, houve um equilíbrio geral em todo o elenco do game. No caso de Guile, por exemplo, o dano causado por seus Ultra e Super Combos foi reduzido. Já Ken teve um aumento no impacto de seu Shoryuken, mas o golpe ganhou mais alguns frames,deixando o personagem vulnerável por um tempo um pouco maior. Como dito, todas essas mudanças podem passar despercebidas diante da maioria dos usuários, mas quem participa de competições irá perceber que as alterações mudaram completamente a forma de se jogar. A ideia da Capcom foi equilibrar as forças desses lutadores para que todos tenham níveis semelhantes de vantagens e desvantagens. Nota: 10,0
História: DiRT 3 é um jogo de rali desenvolvido pela Codemasters, que também trabalhou nos dois predecessores do título. A série traz uma mistura de jogabilidade arcade com doses de simulador e é famosa por trazer visuais extremamente fiéis à realidade.
O terceiro título conta com uma série de carros distintos, classificados de acordo com sua década. O jogador pode desfrutar de veículos da década de 1970, 1980, 1990 e também de carros modernos. Todos riquíssimos em detalhes.
O game conta com a licença oficial da World Rally Championship, trazendo pistas e outros detalhes oficiais deste grande evento de rali. Além disso, o jogador também passa por várias localidades do mundo, como Finlândia e Noruega.
DiRT 3 conta com vários modos de jogo distintos, incluindo o Compound, no qual o jogador embarca em uma arena aberta e tem como objetivo realizar manobras e participar de vários mini games distintos. Este modo pode ser jogado online ou offline via split screen. O título também permite que você envie seus replays diretamente para o Facebook com o simples toque de um botão.
História: A Irmandade de Assassinos tem um novo mestre. A franquia Assassins Creed foi devidamente consolidada com a chegada de Assassin’s Creed 2 — título que além de expandir a história também trouxe muitas novidades à jogabilidade. Os avanços conquistaram novos jogadores e provaram para os fãs que Ubisoft estava empenhada em trazer algo verdadeiramente novo.
Por conta disso, muitos jogadores questionaram o lançamento de Brotherhood — temendo a “serialização” da franquia na forma de título genéricos que pouco adicionam a mitologia da marca. O medo é real, mas o jogo ainda é bom.
Brotherhood traz poucas, mas boas, novidades e na prática não passa de uma expansão de Assassin's Creed 2. A Ubisoft e os fãs mais ardorosos podem negar, mas no final das contas temos a nítida impressão de que todo o conteúdo do jogo poderia ter sido entregue como um simples DLC.
A desenvolvedora francesa retorna à Itália renascentista para contar uma nova história de Ezio Auditore da Firenze — protagonista de AC2 — antes de apresentar a terceira parte oficial da linha Assassin’s Creed. Não é a toa que o título do jogo não leva o numeral, nem mesmo a Ubisoft concorda que este seja o “terceiro” capítulo da saga.
No entanto, Brotherhood tem grandes méritos — mesmo que estes não justifiquem o lançamento de um novo jogo. O título realmente é mais robusto do que parece e independente da falta de inovação o que realmente importa é que a Ubisoft oferece mais um grande jogo de uma ótima franquia.
Roma, cidade aberta! Não estamos falando da pérola neorrealista de Roberto Rossellini, mas sim do cenário de Brotherhood. O novo Assassin’s Creed segue na Itália renascentista, mas deixa Florença e segue para “Cidade Eterna”, Roma.
A reconstrução da cidade é rica em detalhes e cheia de vida. No jogo, Roma é divida em 12 distritos, todos comandados por torres da família Borgia — arquirrivais de Ezio e representantes do poder Templário na cidade.
Enquanto as torres estiverem de pé, soldados patrulharão as ruas e o povo, oprimido, não poderão oferecer seus serviços para Ezio. Assim, cabe a você a tarefa de limpar as ruas romanas, para tanto é necessário eliminar o capitão da guarda que vigia a torre local e colocar toda a estrutura abaixo.
Uma vez liberada, os ferreiros, bancos, estábulos e outras lojas da região serão desbloqueadas — aumentando assim a sua renda. Na pratica é a mesma estrutura do jogo anterior, conforme Ezio reconstruía Monteriggioni.
Quanto mais lojas abertas, mais itens, dinheiro e habilidades para Ezio, por exemplo: alfaiatarias liberadas conferem roupas com mais bolsos para carregar itens e armas. Da mesma forma, bancos abertos, garantem mais dinheiro.
Todavia, apesar de ser um dos elementos-chave da jogabilidade, as torres dos Borgia não são exatamente essenciais para conclusão do jogo. Na verdade você pode terminar Brotherhood sem destruir todas as torres.
Todavia, a estrutura do jogo é livre e a exploração do cenário é encorajada. Além disso, ao destruir as torres dos Borgia você reduz efetivamente a força da família na cidade, ao mesmo tempo em que aumenta a sua renda, desbloqueia itens e constrói um exército de assassinos (outra novidade de Brotherhood).
O melhor de tudo é que a recriação é belíssima, e como era de se esperar os gráficos são de alta qualidade. Por sinal, com o suporte para a Nvidia Surround Vision garante visualizações verdadeiramente impressionantes, como você pode conferir no vídeo abaixo.
Plataforma: PC Gênero: Carros Jogabilidade: Bom Idade mínima recomendada: 12 anos História: Rage traz uma mistura interessante. Enquanto que a história flerta descaradamente com o universo de Fallout — ou, para os mais velhos, o universo de Mad Max —, a jogabilidade frenética desenvolvida pelo pessoal que praticamente inventou o gênero de tiro em primeira pessoa lembra muito Far Cry 2, da Ubisoft. Isso sem falar nas corridas com alguns veículos que fariam o V8 de Max parecer algo bem convencional. Mas a ideia parece ser justamente essa, embora exista ainda algo a ser adicionado: a id pretende ainda para Rage alguns dos mais belos gráficos já produzidos para um console — quer dizer, apesar da impossibilidade de se lançar o game em 3 DVDs para Xbox 360. Bem, a julgar pelas sequências publicadas até o momento, e também pela demonstração trazida pela E3, é provável mesmo que isso ocorra. Mutantes e arestas bem polidas Sim, Rage pretende trazer mais uma realidade pós-apocalíptica para dentro do seu console. Só que não se trata de um pós-holocausto nuclear e sua consequente competição por combustível. Na verdade, Rage mostra o que restou da Humanidade após a colisão de um asteroide com a Terra. A propósito, algo que anda bem mais na moda: a inspiração aqui foi um asteroide real, o 99942 Apophis, previsto para se chocar com a Terra em 2036. Entretanto, ao menos em Rage, a raça humana consegue sobreviver. Ou melhor, uma parte dela; a que ficou isolada dentro dos “arks”. Entretanto, a parcela da população que ficou na superfície do planeta não parece ter sido completamente extinta. Longe disso, eles agora ostentam terríveis mutações, e também desenvolveram estrutura sociais próprias. E você, vindo diretamente do conforto de um “ark”, terá que sobreviver nesse meio. De qualquer forma, existe um consolo: a id parece particularmente empenhada em tornar a experiência pós-apocalíptica de Rage o mais realista possível. Isso se reflete em uma ótima “draw distance” (distância máxima em que os elementos gráficos são construídos no cenário), em texturas convincentes e expressões faciais que, embora não sejam de fato realistas, transforma o clima de Rage em algo único. Em resumo, o clima em Rage é uma espécie de mistura entre terror e humor “cartunesco”, contando ainda com “belas” paisagens. Um quê de RPG Embora a proposta da id seja uma autêntica colcha de retalhos, alguns elementos aqui lembram muito o desenvolvimento de um RPG. A exploração, por exemplo. Não, não existe aqui nada que se aproxime muito do mundo aberto eternizado pela Rockstar — antes com GTA, agora com Red Dead Redemption. Entretanto, não apenas é possível explorar novas localidades em Rage, como ainda é possível assumir missões paralelas e interagir com as pessoas de cada local. Um bom exemplo é a pitoresca Wellspring, uma cidade toda construída em remendos de metal que abriga pessoas bastante... arredias. Aqui você conseguirá missões, contatos e as armas que precisa — embora para tudo exista um preço, é claro. A cidade também traz uma bela mostra da I.A. (inteligência artificial) desenvolvida pela i.d.; tudo em um estilo inegavelmente “RPGístico”. Crie a sua própria geringonça devastadora Outro elemento típico de RPGs de Rage são as possibilidades de personalização e criação de itens. Tudo bem, para falar a verdade, a criação de armas e parafernálias eletrônicas aqui lembra muito o sistema de Fallout 3. Basicamente, para elaborar suas armas personalizadas e demais itens, você precisará de duas coisas: o projeto em um papel, e as peças que compõe esse projeto. Bem, nós estamos falando de um mundo pós-apocalíptico, então é óbvio que nada aqui é conseguido com muita facilidade. Entretanto, inimigos mortos não usam suas armas, certo? A chave de tudo é, naturalmente, a pilhagem. Dessa forma, desde que conte com as peças certas e o projeto para juntá-las apropriadamente, você poderá construir — em qualquer lugar — “maravilhas” como um torrete estacionário (metralhadora fixa), armas de para arrombar fechaduras e até mesmo um robô em formato de aranha para ajudá-lo nas batalhas. Isso sem falar em munições alternativas (elétricas, por exemplo), bumerangues, etc. No mais, a sua inventividade também será necessária para construir e personalizar os veículos de Rage. Embora não muito tenha sido acrescentado durante a última edição da E3 (Electronic Entertainment Expo), sabe-se que você poderá produzir praticamente qualquer inferno sobre rodas, seja para o transporte nas terras devastadas, seja para competir em corridas tremendamente desleais Enfim, Rage é, antes de tudo, uma grande mistura. Trata-se de uma parte composta pelo frenesi FPS (tiro em primeira pessoa) de Far Cry 2, com uma parte da liberdade inaugurada por GTA e uma grande dose de caos pós-apocalíptico. Tudo isso regado a visuais de tirar o fôlego. Nota: 8,0
História: Depois de mais de 30 anos desde a primeira aparição, Star Wars demonstra que continua firme e forte. Animações novas e, é claro, muitos jogos — mesmo que alguns deles realmente deixem a desejar, como é o caso de Republic Heroes. Mas, felizmente, a Força ainda continua na indústria do entretenimento eletrônico, algo evidenciado por alguns títulos em específico. Certamente, o game mais esperado pelos fãs é Star Wars: The Old Republic, exclusivo para PC desenvolvido por ninguém menos que a BioWare (Mass Effect, Dragon Age: Origins). Quem gostou do lendário Knights of the Old Republic não poderá deixa de conferir este promissor game.Para a alegria dos jedi maníacos, a companhia resolveu liberar mais informações. Se você acompanha o Baixaki Jogos, provavelmente já deve conhecer bastante sobre o título. Em nossa última prévia, comentamos sobre a classe Inquisitor, que deve chegar arrasando no lado obscuro da Força. Agora, trazemos ainda mais detalhes. Prepare-se. Mantendo a classeSe você ainda não está por dentro do game, The Old Republic se passa 3.500 antes dos eventos retratados nas grandes telas de cinema. E, como se pode imaginar, muita coisa está diferente no game, incluindo classes e elementos jamais vistos nas películas. Mas, vamos ao que interessa.O jogo se comporta como a maioria dos títulos do gênero MMORPG. Você encontrará os famosos NPCs (personagens controlados pelo computador) que são responsáveis pela orientação sobre suas quests. O bacana é que a desenvolvedora pegou emprestado uma das funções de Mass Effect, permitindo que o jogador responda de várias maneiras diferentes.Existem vários objetivos diferentes no jogo. Você terá de, por exemplo, escavar minas e procurar por tumbas específicas, as quais, coincidentemente, estão infestadas por droids nada amigáveis. Os inimigos, inicialmente, permanecem estáticos, aguardando que o jogador se aproxime para então começar a brigar — algo também muito comum para o gênero.O combate é realizado com cliques do mouse. Mas, se você pensa que isto significa um sistema monótono está muito enganado. Os movimentos dos personagens prometem ser realmente fluídos e naturais, garantindo um show durante as brigas.O bacana é que existem diversas habilidades secundárias que podem ser aplicadas durante o combate. Na parte inferior da tela, o jogador notará um painel com informações sobre cada skill. Há vários modos de aniquilar um oponente, incluindo empurrões com a Força que podem deixar os inimigos atordoados ou até nocauteados. Conforme você progride, novas habilidades são desbloqueadas, como o choque elétrico, por exemplo.Amigos e inimigosCada uma das classes conta com habilidades distintas. No jogo, você encontrará diversos tipos de personagens diferentes, incluindo os Jedi Knight, Sith Warrior, Smuggler, Bounty Hunter, Imperial Agent e o mais recente Sith Inquisitor. Alguns trabalhos também são específicos para cada classe e acabam influenciando em outros atributos.Além disso, as classes também são acompanhadas de personagens específicos. Você notará, por exemplo, que ao selecionar o Sith Inquisitor diversos personagens o ajudarão durante a jornada. Cada um deles terá uma função específica, auxiliando na aquisição de novos poderes e muito mais. Fora isso, tanto os Sith quanto os Jedis também serão acompanhados dos Apprentice e Padawan, respectivamente, enquanto o Smuggler tem como companhia um simpático Wookie.
Tudo isto regado por gráficos de tirar o fôlego, principalmente nos personagens, considerando que o jogo conta com centenas de modelos diferentes. A dublagem também deve ser de qualidade, assim como a animação, que já demonstra seu potencial nos vídeos. O jogo será dublado completamente em inglês, francês e alemão — pois é, nada de português.Star Wars: The Old Republic simplesmente deve manter o mesmo nível de qualidade dos games da BioWare, mas trazendo um universo — e uma proposta — completamente diferente de tudo o que já foi visto nas mãos da companhia. Resta esperar pelos próximos meses até que a aventura finalmente chegue aos PCs.
História: O voo do dragão é marcado pelas diferenças entre as plataformas.
A Larian Studios vem despertando a curiosidade dos jogadores com o seu novo game, intitulado Divinity 2: Ego Draconis. A proposta é ambiciosa, mesmo apesar de o jogo se apoiar sobre algumas mecânicas bem conhecidas dentro do reino dos RPGs. A versão em alemão da demonstração já tinha sido lançada, mas finalmente os curiosos podem matar a dúvida a respeito do jogo, uma vez que a demo traduzida foi lançada, tanto para Xbox 360 quanto para PCs. O Baixaki Jogos, é claro, mergulhou fundo em uma longa sessão de testes.O início da sagaEm Divinity 2: Ego Draconis, você assume o papel de um caçador de dragões, abençoado (ou amaldiçoado) com a incrível habilidade principal de se transformar em uma das letais e poderosas criaturas. Bem, isso acontecerá mais adiante no jogo... Afinal, a demonstração dá início à narrativa e à história do guerreiro. Quando a partida se inicia, você ainda é um novato, sem qualquer conhecimento dos perigos do outro mundo e completamente cego em relação às aventuras mágicas que estão ocultas no mundo. Tudo isso muda com um ritual, que transforma seu visual e sua percepção. O preço por isso é alto e vem sob a forma da sua memória.Cultivando missõesDepois de virar um aprendiz de caçador, o jogo o “solta” pelo mapa, podendo passear pela vila com o intuito de conversar com os aldeões e de coletar missões. Elas vão da simples coleta de objetos até a eliminação de hordas de inimigos, que é o caso do soldado preso em seu observatório graças a uma verdadeira invasão de Goblins.O número destas missões também não é baixo: coletando todas, você desprenderá algumas horas matando, caçando e explorando. O sistema de habilidades e de desenvolvimento do personagem não foge muito do comum: estão presentes pontos que devem ser gastos em atributos como destreza e força, bem como magias e melhorias para os ataques (skills).
É proibido salvar!Esta pode ser apenas uma demonstração, mas é frustrante passear pela vila coletando missões e desenvolvendo o personagem, tudo para não poder salvar o progresso depois. Há a coleta de Checkpoints, que servem única e exclusivamente para retorná-lo após as mortes, mas se você quiser “zerar” esta amostra, prepare-se para algumas horas de jogatina.Controles sombriosQuem teve a oportunidade de testar a versão de demonstração em ambas as plataformas certamente percebeu, em primeiro lugar, como os controles são ligeiramente diferentes. No PC você tem controle livre da câmera através do mouse (o que garante mais mira com os arcos, sem dúvidas) e se movimenta para trás ou para frente, com as outras teclas executando movimentos laterais (o famoso Strafe).Já na versão de Xbox 360 a movimentação é praticamente livre, de acordo com a direção apontada no direcional analógico. Cuidado para não perder a mira, ou você acabará lutando contra a câmera e morrendo em decorrência de erros na hora de se esquivar dos ataques corpo-a-corpo e dos projéteis.
Alegria para alguns, tristeza para outrosNa versão para computadores, é inegável que a qualidade de iluminação e das texturas é soberba, o que ajuda na criação de uma boa atmosfera para o jogo. Quem conta com placas mais possantes pode apelar para a aplicação de filtros de suavização de bordas de polígonos e de aumento de nitidez das texturas (filtragem anisotrópica).Alguns efeitos não são de ponta (como as animações), mas de um modo geral, o departamento gráfico se sustenta muito bem. Infelizmente, a versão lançada par ao console da Microsoft não conta com as mesmas qualidades. O caso não é tão ruim como o de Risen (outro RPG lançado nas duas plataformas), mas as diferenças são consideráveis.Em primeiro lugar, há uma queda geral no nível de detalhes, o que é até compreensível dada a enorme quantidade de objetos presentes na cena de uma só vez. A aplicação de Anti-Aliasing é muito sutil, o que faz com que os serrilhados saltem por todos os cantos na tela, deixando tudo ainda mais feio. As sombras são desenhadas aos poucos, de acordo com a sua proximidade. Mas as piores coisas são vistas apenas quando você passa a caminhar pela tela, começando pela própria animação do herói, que é extremamente picotada. A impressão passada é a de que simplesmente algo ficou faltando, já que ele vira de um lado para o outro quase como num passe de mágica. A animação dos pulos é simplesmente medíocre...Passando ao lado dos rios, você perceberá outro problema na conversão: os peixes — que no PC são tridimensionais — não passam de objetos bidimensionais, mais uma vez picotados. Em um quadro de animação eles estão no ápice do pulo e no outro simplesmente desaparecem. A morte das criaturas é sofrível, haja vista que algumas delas chegam a flutuar no ar antes de virarem tragicamente e morrerem.Outro problema no Xbox 360, ainda em relação aos gráficos e desempenho, é a considerável queda na taxa de quadros por segundo. Em algumas cenas o jogo consegue ficar cravado na marca de 30 cenas exibidas a cada segundo, mas não é difícil ver este número flutuar abaixo dos 25.
Aproveitando as brechasSe você não está conseguindo se livrar das rajadas de fogo do grande olho da missão principal, ou das apunhaladas dos Goblins, nós temos uma dica valiosa: siga pelo riacho ao lado. Os inimigos no game — ao menos até este ponto — são completamente incapazes de segui-lo, deixando caminho aberto para que você os aniquile com um bom arco e flecha.Voltando ao assunto “movimentação”, não foram raras as vezes em que nos deparamos com o personagem literalmente se arrastando pelo ar e pelas paredes, deixando tudo ainda mais picotado na tela. Em algumas regiões, o herói chegou a ficar flutuando em posição de salto, preso por objetos invisíveis.Satisfatório, mas inacabado...O núcleo do jogo e a própria narrativa (embora não tenhamos tido uma boa oportunidade de testar tudo, já que a demonstração o coloca no início de tudo) parecem ser sólidos. Você terminará a demonstração curioso para saber como as coisas seguirão dali em diante, entretanto, o game merecia um acabamento melhor, principalmente em alguns aspectos da jogabilidade.
Sem sombra de dúvidas, aqueles que optarem pelo PC como plataforma principal de jogo desfrutarão de uma experiência mais suave, bela e maleável, principalmente em relação aos controles. Isto não quer dizer que a versão para o video games da Microsoft não é boa, mas a diferença entre ambas é nítida. O resultado final desta comparação nós teremos apenas depois do dia 29 deste mês, data de lançamento deste RPG. Que venham os dragões!
História: Empire: Total War situa-se no século XVIII, um período turbulento recheado de conflitos globais, fervor revolucionário e avanços tecnológicos. Com temas como a Revolução Industrial, a luta pela independência da América, a luta pelo controlo das rotas comerciais do oriente e a globalização da guerra na terra e no mar, Empire: Total War é um dos RTS de PC mais ricos e mais dinâmicos de todos os tempos. Empire: Total War vê a estreia do combate naval em 3D na série Total War. Comanda grandes frotas ou um só barco numa paisagem marítima rica em efeitos de água extraordinários e condições atmosféricas, ambos jogando um papel muito importante no teu eventual sucesso glorioso ou derrota vergonhosa. Depois de teres massacrado o inimigo com tiros de canhão, move os teus barcos para uma posição de abordagem e depois controla os teus homens enquanto estes lutam corpo a corpo em cima e em baixo do convés. Além da revolucionária introdução do combate naval, Empire: Total War tem outros melhoramentos nas batalhas 3D e no mapa de campanhas por turnos que são uma marca da série Total War. As batalhas em tempo real colocam novos desafios com a adição do canhão e mosquete, desafiando os jogadores a dominarem novas formações e tácticas como resultado da crescente importância da pólvora na guerra. O mapa da campanha - que se mantém no centro da experiência expansiva de Total War - verá novos agentes, uma interface refinada e eficiente, Conselheiros melhorados e uma maior amplitude para abarcar as riquezas da Índia, a turbulência da Europa e o potencial inexplorado da América do Norte. Características Principais: - Começando em 1700 - a época da guerra nos oceanos, da revolução e da fundação dos Estados Unidos. - Toma o controlo dos altos mares. O combate naval em 3D faz a sua estreia em Empire: Total War. - Uma revolução na série com novíssimas mecânicas de jogo e tecnologias. - Uma enorme remodelação dos aspectos multijogador do jogo, com diversas experiências de jogo disponíveis.
História: Este novo game da série Colin McRae promete voltar para si todas as atenções até então dispensadas em outros jogos do gênero, que puseram Colin McRae em uma posição debilitada nos quase 10 anos de existência da série, com títulos para as principais plataformas. Usando uma nova engine chamada Neon, a CodeMasters, desenvolvedora da série, trouxe muito mais realismo às pistas de terra. Qualquer batida pode afetar absurdamente seu carro, amassando a lataria e impossibilitando -o de correr com toda sua capacidade. Cada parte do cenário tem uma física própria e afeta o game como um todo. A fumaça do exaustor e as bandeiras, por exemplo, são diretamente afetadas pelo vento. 45 veículos em 12 classes diferentes! E m DiRT diversas classes de carros estão disponíveis. Corra com caminhões, gaiolas, carros de estrada preparados para a terra e muitos outros gêneros em impressionantes. Cada carro pode receber modificações que irão aumentar sua potência e rendimento. Corra em pistas específicas para determinados carros, nas quais outros veículos não chegariam ao final. As condições da pista, bem como sua sinuosidade, definem qual carro é o mais correto para ela. Se você pegar o carro errado, pode ter problemas. Enquanto a versão completa do jogo não é lançada, divirta-se a valer com a versão demonstrativa, que oferece três tipos de corrida, com uma pista em cada um.